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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 291

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Capítulo 291: O Segredo de Elsie Revelado

Aviso de gatilho/conteúdo:

Este capítulo contém cenas de fantasia sexual obsessiva, jogo de poder e conteúdo sugestivo não explícito, mas intenso. Temas de manipulação emocional, fixação doentia e dinâmicas simuladas de dominação/submissão estão presentes. A discrição do leitor é recomendada.

__________________

Elsie Lyka Lancaster sempre usava uma máscara apertada e perfeita. Mas agora, aquela máscara estava rachando, mesmo que ela a cobrisse rindo demais das piadas que aquelas desmioladas contavam. Mesmo que bebesse como uma condenada para afogar a raiva branca e ardente que corria por suas veias.

E ainda assim, não era o suficiente.

A audácia daquela vadia.

Mesmo assim, ela não deixou transparecer. Mantenha a compostura, sua mãe Caroline lhe ensinara desde que podia falar. Se tiver que desmoronar, nunca faça isso em público.

Então Elsie dançava com mais empenho, sorrindo através da irritação que zumbia como uma coceira sob sua pele, recusando-se a deixar aquilo vencer.

Mas assim que o último convidado partiu, deixando apenas ela e Grace, ela soltou o monstro.

– Droga! – gritou Elsie, pegando um dos copos de vidro e arremessando-o contra a parede. O som do vidro se quebrando lhe deu uma espécie de satisfação. Ela se sentiu melhor liberando sua frustração dessa maneira. Mas ainda não era o suficiente.

De imediato, o olhar de Elsie se desviou para Grace, e ela tomou sua decisão como uma leoa que acabara de escolher qual presa atacar. Ela caminhou até onde Grace estava limpando e segurou suas bochechas firmemente, a pressão quase dolorosa.

Grace se encolheu, seu coração acelerado enquanto olhava para o olhar intenso de Elsie. – O que eu fiz de errado agora? – perguntou temerosamente.

– Nada. É simplesmente hora de jogar, Gracey, – disse Elsie enigmaticamente.

Mas à menção de jogos, o medo de Grace desapareceu, substituído por um lampejo de excitação que dançou em seus olhos. – Como quiser, Elsie, – ela respondeu, sua voz tingida com o que parecia ser deleite.

Então Grace desapareceu na sala ao lado, a porta rangendo levemente atrás dela enquanto Elsie esperava com antecipação. Quando ela voltou, seu rosto estava oculto por uma máscara meticulosamente confeccionada, semelhante a Asher.

Sim. Asher Nightshade.

A máscara era uma semelhança impressionante, capturando as feições de Asher de uma forma tanto artística quanto assustadora. Mas a máscara era apenas parte da transformação, pois Grace também segurava um chicote de aparência perigosa, seu couro trançado firmemente.

Em vez de ficar assustada ou até mesmo questionar a transformação estranha, a postura da abelha-rainha mudou completamente. Elsie caminhou até Grace, seus quadris balançando, e ajoelhou-se com graça sedutora.

– Preciso confessar algo, Alfa Asher. Fui uma garota má, – ela ronronou, sua voz pingando de desejo.

Grace, agora totalmente incorporando a persona de Asher, endireitou sua postura e adotou um tom autoritário. – Bom. Meninas más precisam ser punidas. Agora vá ajoelhar-se diante do sofá e aceite sua punição, – ela ordenou.

– Sim, Alfa Asher. – Elsie Lancaster estava totalmente séria.

Elsie se moveu até o sofá. Então, ela tirou sua saia curta com uma lentidão intencionalmente tentadora, deixando-a cair no chão e revelando a calcinha branca que usava por baixo. Com um toque sedutor, ela a removeu também, sua respiração pesada e carregada de antecipação.

– Me puna, Asher, – ela implorou, ansiosa pelo que estava por vir enquanto se inclinava sobre o sofá.

De pé sobre ela, Grace brandia o chicote com uma sensação de poder, trazendo-o para baixo contra a pele nua de Elsie, o som reverberando pela sala como um trovão.

Elsie arfou com a dor aguda e repentina, mas em segundos ela riu de prazer, evidentemente absorvendo tudo aquilo. A dor era deliciosa e ela ofegou, – De novo!

Era óbvio que não era a primeira vez que jogavam este jogo vendo a maneira como Grace a açoitou com muito mais força enquanto ela ria de prazer.

– Sim, de novo! Asher! Por favor, me destrua! Me use para sua satisfação. – Elsie gemeu em necessidade lasciva, incitando Grace que a açoitou repetidamente até que suas nádegas estivessem vermelhas. No entanto, ela não queria que ela parasse. Ela podia aguentar a dor. Ela podia aguentar tudo por Asher.

Desde que o Rei Alfa Elijah proibiu os alfas cardinais de colocarem a mão nela até que um deles lutasse e a reivindicasse, ficou claro que Elsie Lancaster encontrava satisfação por outros meios óbvios — sua fantasia.

E quem melhor para satisfazer essa fantasia do que seu favorito, Asher Nightshade? Nesse jogo distorcido, era o seu Asher que a desejava, não aquela vadia nascida na rua, Violeta.

Elsie havia ouvido os rumores sobre o abuso de Henry e deduziu que Asher havia desenvolvido um gosto por dor. Se ele gostava de algo bruto, ela estaria pronta. Ela se tornaria sua ferramenta perfeita.

Então ela gritou, – Mais! Me dê mais!

– Você deve ter um gosto pela dor, vadia, – Grace riu, saindo de seu papel por um momento. Seus olhos estavam selvagens, alimentados pelo jogo de poder e pela adrenalina espessa no ar.

Elsie não ligava para as palavras, se é que algo, elas a excitavam. Ela imaginou que era Asher dizendo-as naquele tom rouco e sexy dele.

Grace não parou a punição, cada chicotada caindo mais forte que a anterior até que a pele de Elsie se abriu em linhas vermelhas e irritadas. Seus gemidos ficaram mais altos, desesperados, uma sinfonia distorcida de agonia e êxtase que ecoava pelo espaço.

E então, Elsie se quebrou.

Seu corpo se contraiu, suas coxas se apertando, esfregando-se contra o sofá em busca de atrito enquanto um orgasmo cru e tremendo a rasgava, alimentado pelo ardor da dor e pela fantasia que ela havia construído ao redor disso.

Sua respiração vinha rápida enquanto ela se virava e se sentava, os reflexos ainda dançando sob sua pele. Alguém poderia pensar que após uma experiência tão intensa, Elsie estaria satisfeita. Mas não, não era o suficiente. Ela queria mais.

Graças ao decreto do Rei Alfa Elijah, ela não podia cruzar certas linhas. Ela tinha que permanecer intocada, o prêmio perfeito e imaculado esperando para ser reivindicado pelo alfa considerado digno. Uma pomba branca trancada em uma gaiola dourada.

A regra tornava as coisas difíceis, especialmente agora que seu corpo estava tão tenso que parecia que sua pele não podia mais contê-lo. A dor não tinha desaparecido, o jogo só havia intensificado.

Boa coisa que ela encontrou a brecha perfeita, apenas suficiente para contornar a regra sem perder sua preciosa virgindade.

Então Elsie se sentou e abriu as pernas e Grace, que estava ajoelhada diante dela, não precisou ser avisada do que aquele movimento significava.

A garota tirou a máscara e mergulhou, pressionando seus lábios contra seu centro aquecido. A cabeça de Elsie jogou-se para trás em deleite, seus lábios se separando em um suspiro. Deus, isso era tão bom e Grace era surpreendentemente boa nisso.

Grace explorou cada centímetro dela com a língua, deleitando-se até que Elsie atingiu aquele clímax explosivo.

Isso era o maldito paraíso.

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