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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 262

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Capítulo 262: Jogos da Violeta

“Não,” Violeta balançou a cabeça teimosamente, “Não, você não vai conseguir nada de mim.” Ela afirmou com brusquidão.

Fazer acordos foi o que a colocou nessa situação hoje. Ela não estava prestes a deixar outro explodir em sua cara. Além disso, com suas investigações recentes, os Fae não eram ligados por juramentos? Se ela fosse realmente uma Fae, então isso poderia se transformar em uma transação perigosa para ela.

Natalie a observou com uma curiosidade fria. “Eu posso ser uma aristocrata que tem tudo o que poderia pedir, mas fui ensinada a fazer negócios antes mesmo de aprender a andar. Você vem aqui exigindo algo sem oferecer nada. Do jeito que vejo, isso é um péssimo negócio, querida. Então, infelizmente, eu não posso te ajudar.”

Violeta sentiu seu mundo desmoronar naquele momento. Todo o plano dependia de conseguir aquele dispositivo de gravação e ela estava confiante em convencer Natalie, mas isso não parecia ser mais o caso.

Não, ela não podia deixar isso terminar assim. Mas então, o que poderia dizer? Ela não podia oferecer o acordo de jeito nenhum.

Natalie, por sua vez, se admirou no espelho uma última vez, passando os dedos pelos cabelos impecáveis, e disse: “Boa sorte com seu plano. Eu realmente te desejo o melhor.” Então ela se virou com um certo estilo e seguiu para a saída.

Não, ela não pode deixar isso terminar assim!

Natalie deu apenas dois passos quando Violeta disparou, “Mesmo homens de negócios participam de atividades filantrópicas. Eles ajudam as pessoas, seja por bondade ou para melhorar a reputação.”

Natalie parou enquanto Violeta agora se erguia mais firme, sua voz inabalável. “Negue o quanto quiser, mas eu sei que você odeia Elsie. Você não me engana. Você apenas a suporta por causa do seu pequeno círculo aristocrático. Mas você não precisa fazer nada. Eu já sou a flecha, só me ajude a ser encaixada, e acertarei o alvo.”

Por mais de um minuto, Natalie não se moveu nem disse uma palavra. Violeta também não conseguia adivinhar quais pensamentos passavam pela cabeça dela. Nesse ponto, tudo que Violeta podia fazer era rezar por um milagre ou toda esperança seria perdida.

Então Natalie girou e voltou direto para ela. Com a maneira como ela caminhava, qualquer outra pessoa teria recuado, mas Violeta não recuou. Ela se preparou até Natalie estar bem diante dela. Apesar de Violeta ser mais alta, o sorriso predatório no rosto de Natalie a deixou inquieta.

Para piorar a situação, Natalie colocou ambas as mãos na pia, prendendo Violeta. Agora Violeta estava completamente confusa. O que aquela garota estava fazendo?

“Você sabe que eu gosto de você,” Natalie anunciou.

Ah. Não. Droga.

Violeta sentiu o calor subir ao rosto. “Ah—desculpa, mas eu já tenho muitos interesses amorosos competindo pela minha atenção. É mais do que posso lidar. Não que um pouco de estrogênio não fizesse bem para diluir todo esse testosterona, mas não, eu sou hetero.”

Por um segundo, Natalie simplesmente a encarou, como se estivesse diante de alguma espécie alienígena. Então ela caiu na risada.

“Ah, deuses—” Natalie ofegou. “Você é uma garota bem estranha.” Ela riu tanto que lágrimas escorreram de seus olhos.

Violeta corou levemente, subitamente se sentindo um pouco sem graça.

A risada de Natalie logo cedeu, substituída por um olhar pensativo. “Você tem talento para discursos motivacionais,” ela disse. “Você provavelmente poderia convencer um bando de ratos a desafiar um grupo de leões. Parabéns, você me convenceu.”

Um suspiro alto escapou dos lábios de Violeta. Graças aos deuses. Isso foi uma vitória.

“Você receberá seu pacote hoje à noite, Violet Purple. E mal posso esperar para ver que caos você vai trazer dessa vez.” Natalie sorriu enquanto se virava e deixava o banheiro.

Desconhecido para Violeta, toda a confiança de Natalie desapareceu assim que ela saiu. Ela levantou as mãos até o peito, sentindo o coração bater muito rápido. Droga, ela tinha que ser cautelosa antes que fosse descoberta.

Enquanto isso, dentro do banheiro, Violeta encarou seu reflexo. Então ela sorriu.

Com um pequeno gesto de comemoração, ela começou a dançar em celebração, girando no lugar e até arriscando alguns passos de break-dance.

Ela estava no meio de um giro quando a porta do banheiro se abriu de repente.

Ela parou bruscamente, o coração disparando. Ugh, será que Natalie mudou de ideia ou algo assim? ela começou. “O quê—” Violeta se interrompeu, vendo o reflexo do recém-chegado no espelho.

Ela congelou.

Não era Natalie, mas Roman Draven. E ele estava sorrindo como a raposa que era, os cantos da boca curvados em satisfação.

Violeta se virou bruscamente. “O que você está fazendo aqui?! Como você conseguiu entrar?”

Seus olhos se voltaram para a porta. Lila deveria estar guardando-a. Mas isso era só até o fim da reunião? Será que ela já tinha ido embora? Violeta se perguntou.

Roman ignorou suas perguntas. Ele avançou mais fundo no banheiro, a voz baixa e arrastada. “Então,” ele disse, “há um rumor interessante circulando pela escola. Algo sobre eu ter passado a noite na cama de uma certa pária…?” Seus olhos brilhavam com uma ameaça brincalhona enquanto aguardava a resposta dela.

Violeta ergueu o queixo, “Que pergunta engraçada para me fazer.”

“Não exatamente uma pergunta engraçada considerando que só nós dois tínhamos conhecimento dessa informação.” Roman rebateu, sua voz tão lisa quanto um pecado.

Ele finalmente fechou o espaço entre eles, e a respiração de Violeta ficou presa. Ele não estava tocando nela, mas estava perto o suficiente para que ela sentisse o calor emanando de seu corpo, provocando sua pele.

Violeta sabia que Roman sabia que ela era a responsável por espalhar o rumor. É claro que ele não era estúpido. Mas havia algo delicioso no jogo que estavam jogando. E, estranhamente, ela não queria que parasse.

Então ela sustentou o olhar dele com o dela, desafiadora e sombria. “Acho que há um átomo de verdade em todo rumor, então.”

“Mmhmm,” Roman murmurou, claramente divertido. Ele não acreditava nela nem por um segundo, mas deuses—ele adorava aquela chama nos olhos dela.

Então, sem aviso, suas mãos agarraram a cintura dela, e em um movimento suave e fluido, ele a levantou até a pia. Um grito engasgado escapou dos lábios dela antes que pudesse impedir, suas mãos instintivamente agarrando a beirada da porcelana para se firmar.

Mas Roman não havia terminado. Ele afastou os joelhos dela, seu corpo agora tão próximo que era impossível ignorar. A pele de Violeta se arrepiou, seu pulso disparou e seu rosto ficou vermelho com um profundo rubor que ela não conseguia controlar.

Roman se inclinou, abaixando a cabeça até que sua boca pairasse ao lado da orelha dela. Sua voz era baixa, perigosa e tão suave quanto seda impregnada de pecado.

“Diga-me, Senhorita Purple,” ele ronronou, seus lábios roçando contra sua pele, “o que você está aprontando agora?”

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