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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 259

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  3. Capítulo 259 - 259 Primeira Isca 259 Primeira Isca Espera aí Violeta chamou
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259: Primeira Isca 259: Primeira Isca “Espera aí!” Violeta chamou, tecendo seu caminho pela multidão de estudantes que saíam, enquanto seus olhos se fixavam na figura familiar que se movia rapidamente à frente.

Maria parou imediatamente, como se já esperasse ser abordada. Ela se virou devagar, com seus cabelos loiros captando a luz.

Violeta esboçou um pequeno sorriso. “Ei. Onde você esteve?”

“Olá para você também,” Maria respondeu em um tom suave.

Violeta estava prestes a pressionar por mais detalhes, mas notou Maria lançando um olhar de soslaio, e seu olhar mudou para onde Daisy, Ivy e Lila estavam, esperando por ela.

Violeta deu um olhar rápido para suas colegas de quarto, silenciosamente dizendo que as alcançaria em breve. Entendendo o sinal não verbal, o trio sumiu na multidão que se dispersava.

Agora sozinhas, o salão de baile estava quase vazio, exceto por alguns funcionários que arrumavam a bagunça deixada pelos estudantes antes de fechar as portas.

Naquele espaço ecoante, Maria soltou um sorriso irônico. “Eu… estive no hospital.”

O coração de Violeta deu um salto. “Qual hospital?” ela perguntou rapidamente, sentindo um frio na boca do estômago, a voz saindo mais afiada do que pretendia.

Maria ergueu uma sobrancelha, divertida. “O hospital da escola, é claro. Onde mais eu iria?”

Por causa do aviso ominoso de Adele, Violeta sempre presumiu que algo estranho estava acontecendo naquele hospital e nunca encorajaria ninguém a ir lá. Mas também não podia exatamente dissuadir Maria. Afinal, o que ela poderia dizer?

Violeta riu sem graça. “Ah, claro. O hospital. Onde mais seria? Desculpa, minha mente pode ser meio lenta às vezes,” conseguiu disfarçar.

Maria respirou fundo, parecendo hesitante, e então confessou em voz baixa, “Tenho tido ataques epilépticos. Sempre foram leves, pelo que eu sabia, mas desde aquela semana pioraram tanto que a escola decidiu me manter na ala para observação.”

O coração de Violeta afundou. “Ah… Maria, sinto muito.” Ela estendeu a mão e colocou-a no braço de Maria, apertando gentilmente em um gesto reconfortante.

Mas no momento em que fez isso, os olhos de Maria se arregalaram. Ela ofegou como se fosse atingida por uma força invisível, e seu corpo ficou tenso. Num instante, ela desabou, arrastando Violeta junto com ela.

Por um momento aterrorizante, Violeta congelou, sem ideia do que fazer. Tudo aconteceu tão rápido. Então percebeu que a garota estava tendo convulsões, seus membros se contorcendo incontrolavelmente no chão.

“Maria!” Violeta gritou, completamente atônita. Sua respiração ficou presa na garganta, o pânico crescendo. “Alguém ajude!” ela chamou fracamente, sua voz mal sendo ouvida enquanto sua mente lutava para processar a situação.

Sua atenção voltou para baixo quando a mão de Maria apertou seu braço com tanta força que doeu, seu casaco salvando-a de uma lesão mais profunda.

De repente, as convulsões de Maria pareceram cessar por um momento, e suas pupilas reviraram. Sua voz, meio sufocada, formou palavras que emergiram em um tom assombroso e distante:
“Filha da guerra,
Filha do caos,
A lua não te escolheu para a paz,
mas para o fogo—
Uma coroa forjada não em ouro, mas em sangue.

Uma mordida de ódio desfaz o nó,
A flor roxa desperta.

Sangue chama por sangue; sangue do meu sangue.

Quatro tronos devem quebrar para que outro se erga,
E a verdade sangrará por trás de mentiras de amor.

Cuidado—a serpente sorri onde corações estão em jogo.

A tempestade, a fera, a raposa, o manipulador,
Com corações entrelaçados,
Quebrarão a lei.

A ira de um pai,
A mentira de um reino.

Dois mundos tremem ao seu nome—
A princesa oculta que doma as chamas.

Assim adverte o destino: a noite está chegando.

Paz ou guerra—ninguém esqueça,
A deusa faz sua aposta final.”

Violeta estava hipnotizada pela cena, as palavras envolvendo-a como um laço, espesso e sufocante. Seus ouvidos zumbiam com elas, cada sílaba gravando-se em seus ossos como uma profecia esculpida em fogo. Ela não conseguia respirar. Não conseguia se mover. Não conseguia pensar.

Não foi até alguém, provavelmente um dos funcionários, correr e empurrá-la para o lado para ajudar Maria que Violeta voltou à realidade, a adrenalina a deixando trêmula e sem fôlego.

Ela deixou que cuidassem de Maria, levantando-se com dificuldade.

Sangue do meu sangue. Quatro tronos devem quebrar. A serpente sorri. E aquela menção final à ira de um pai.

Em sua mente, tudo aquilo soava tão ominoso quanto o toque de um sino da morte.

Um dos funcionários conseguiu levar Maria embora justo quando suas colegas de quarto, Lila, Daisy e Ivy entraram apressadas na sala, seus olhos arregalados de choque.

“O que acabou de acontecer?” Ivy perguntou, assustada com as feições atônitas de Violeta.

Violeta balançou a cabeça, sua garganta apertada. “Não faço ideia.”

Lila lançou-lhe um longo olhar estreito, seus olhos afiados como um falcão circulando a presa. Era o olhar de alguém que sabia que algo estava acontecendo.

Antes que pudesse dizer alguma coisa, Daisy entrou em cena, como uma distração divina, enlaçando o braço de Violeta.

“Vamos, vamos,” a garota a conduziu para fora.

O corredor estava vivo com o barulho usual de estudantes conversando, portas de armários batendo, saltos ressoando e tênis rangendo. Era uma rotina à qual estavam acostumadas, e elas se moveram por ela até que Daisy se virou para Violeta e disse, “Agora, não esqueça de executar o primeiro plano.”

Com isso, Daisy e Ivy se separaram, deixando Violeta sozinha com Lila.

Violeta abriu casualmente seu armário e alcançou o interior. Seus dedos encontraram um livro aleatório que ela não tinha absolutamente nenhum motivo para pegar. Mesmo assim, ela o retirou com grande estilo.

Então, com a teatralidade de uma garota que acabara de correr uma maratona de saltos, Violeta soltou um longo e exagerado bocejo.

Lila piscou. “Por que diabos você está bocejando? Não dormiu ontem à noite?”

Violeta colocou o livro contra o quadril e disse com um meio sorriso, meio suspiro, “Não. Roman Draven apareceu no meu quarto ontem à noite.”

O gás de Lila foi tão alto que poderia ter estilhaçado cristal.

“O QUÊ?! ROMAN DRAVEN APARECEU NO SEU QUARTO ONTEM À NOITE?!”

Imediatamente, cabeças se viraram e conversas pararam no meio da frase enquanto os olhos se fixavam, deliciados, nelas.

Era exatamente como planejado.

Violeta sorriu, lenta e maliciosa, como uma raposa com a pata no gatilho da armadilha. A isca estava lançada. Agora, que os rumores comecem.

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