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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 22

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  3. Capítulo 22 - 22 Primeiro Encontro 22 Primeiro Encontro Violeta não perdeu
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22: Primeiro Encontro 22: Primeiro Encontro Violeta não perdeu nem mais um segundo quando se dirigiu ao piso administrativo. Ela havia ignorado Lila, que perguntara para onde ela estava indo. Mas a garota não precisava saber, não quando ela poderia tentar impedi-la.

A recepcionista olhou rapidamente para cima, em seguida, mal reconheceu a presença de Violeta, desviando os olhos novamente para a tela do celular à sua frente. Violeta pôde ouvir tiros estrondando do filme em que a recepcionista estava absorta, com o volume alto o suficiente para abafar os sons tênues do escritório. Violeta não conseguia dizer se a falta de resposta era um sinal para ela entrar ou cair fora. Violeta escolheu a primeira opção.

Ela se aproximou da porta do escritório, ergueu a mão e bateu firmemente. Não houve resposta.

Violeta bateu pela segunda vez, imaginando se a Diretora Jameson estava mesmo no escritório. Afinal, ainda não eram oito horas.

Ela tinha saído do refeitório com a intenção de resolver suas questões antes da primeira aula e, esperançosamente, deixar a academia assim que seu desligamento fosse processado. Tudo estava planejado perfeitamente.

Quando não houve resposta novamente, Violeta franziu a testa. Talvez fosse por isso que a recepcionista mal havia reconhecido sua presença. Teria sido bom receber um aviso. Que vaca!

Frustrada, Violeta virou-se para sair quando, inconfundivelmente, ouviu as palavras, “Entre.”

Seu coração começou a acelerar. Era isso. O momento pelo qual ela estava esperando. Ela entraria naquele escritório, exigiria que sua bolsa fosse revogada e a Diretora Jameson faria exatamente isso. Violeta já tinha se decidido.

Violeta empurrou a porta e entrou, o coração batendo a cada passo. Seus olhos pousaram na Diretora Jameson, que estava sentada em sua cadeira executiva, de costas para ela.

Por um momento, Violeta pensou que havia algo diferente na maneira como ela estava, como se sua forma fosse mais larga ou algo assim. Mas ela descartou isso, decidindo que era apenas uma ilusão de óptica. Afinal, quem estaria na cadeira da diretora, senão a própria Sra. Jameson?

Ignorando a sensação estranha, Violeta se endireitou, endurecendo-se. Ela pigarreou, forçando-se a reunir coragem. “Sra. Jameson, tenho algo para discutir com a senhora.”

Não houve resposta da Sra. Jameson por mais de um minuto, um silêncio constrangedor caiu entre elas. Decidindo que não havia mais necessidade de rodeios se a mulher nem mesmo a reconheceria, Violeta decidiu jogar tudo no ventilador.

“Não quero estudar aqui mais, Sra. Jameson. Por favor, revogue minha bolsa e a conceda para outra pessoa.”

Lá estava. Violeta se sentiu mais leve assim que soltou os problemas que a consumiam. Agora, não havia como a diretora ignorar uma demanda tão direta e sensível.

Ela notou o leve movimento quando a cadeira da diretora girou, sinalizando uma virada, e ela prendeu a respiração em antecipação. Mas quando a cadeira finalmente completou sua rotação, o rosto que surgiu fez o sangue escorrer de seu rosto.

Você tem que estar brincando.

Não era a Diretora Jameson que estava lá desde o início. Era Asher Nightshade, posando em seu lugar.

Violeta não sabia como processar o redemoinho de emoções que a atingiram. O choque deu lugar à descrença, depois à raiva, depois ao medo, e então ainda mais medo enquanto seus instintos de sobrevivência entravam em ação. Era Asher com quem ela estava lidando, e ele nem estava usando seus óculos.

Seus impressionantes olhos cor de âmbar travaram no olhar cinza, cortante e magnético dele—assombrador e reptiliano, e totalmente focado nela.

Violeta engoliu.

“Diga-me, Violeta,” Asher Nightshade finalmente falou, sua voz perturbadoramente calma, uma máscara sobre a tempestade que estava claramente se formando por baixo. “O que é isso que ouvi sobre você querer rejeitar a bolsa?”

A pergunta ecoou pela sala, pesada como um martelo de juiz, e Violeta engoliu em seco. Era a primeira vez que Asher a tratava sem apelido. Sim. Ela tinha realmente se ferrado.

Antes que Asher pudesse piscar, Violeta já tinha decidido correr, a adrenalina ativada. Ela tinha que sair dali.

Mas antes que pudesse dar um único passo, sua voz cortou seus pensamentos como uma lâmina, comandando, “Não se mova.”

Violeta congelou no lugar.

“Relaxe.”

Apenas uma palavra, e cada grama de tensão drenou de seu corpo. Violeta se encontrou parada ali confortavelmente, como se estivesse na companhia de um velho amigo, mesmo que momentos antes tudo o que ela queria era fugir desse diabo.

Asher se levantou da cadeira, e apesar de seu comando para relaxar, o coração dela começou a bater mais rápido. Violeta sabia que esse psicopata era o motivo pelo qual ela estava nessa escola, e tentar sair era como cuspir em seu rosto. Como ele poderia saber que ela viria aqui? Ele poderia ter previsto isso?

Um calafrio percorreu-a ao pensar. Se esse fosse o caso, então esse cara era muito mais perigoso do que ela imaginava. Alguém que poderia lê-la melhor do que ela mesma? Essa não era uma pessoa com quem ela queria se envolver.

Mas no momento seguinte, a raiva invadiu Violeta. Quem era ele para dizer o que ela deveria fazer? Ela era sua própria pessoa, e se ela quisesse deixar essa porra de academia, era sua decisão tomar, não dele. Ele não tinha direito sobre ela.

Então, quando Asher se aproximou até estarem frente a frente, sua figura imponente sobre ela, ela cuspiu, “Não é da sua conta se eu saio ou fico, seu controlador de mentes!”

Ela sabia que não deveria tê-lo insultado; era como jogar gasolina num incêndio. Mas, estranhamente, Asher não pareceu se importar nem um pouco. Em vez disso, ele explodiu em risadas, um som que deveria ser arrepiante, mas saiu rico e suave, enviando calafrios pela espinha dela.

“Oh, minha pequena roxa,” Asher sussurrou, segurando o rosto dela com as mãos. Seu toque era surpreendentemente quente, acariciando suas bochechas com uma gentileza que parecia totalmente em desacordo com o monstro que ela sabia que ele era.

“Você é tão previsível,” ele murmurou, e isso alone fez seu sangue gelar. O que ele quis dizer com isso? Ele estava dizendo que não havia escapatoria, que ele já conhecia cada movimento dela? Espera—ele estava em sua mente esse tempo todo? Violeta não tinha mais certeza de como os poderes dele realmente funcionavam.

“Você consegue ler minha mente? Não…” ela engoliu nervosamente. “Você está lendo minha mente agora?”

Asher riu. “Que bobagem sua pensar que só porque eu controlo mentes significa que posso lê-las também.”

Ela estreitou os olhos. “Você disse que eu sou previsível.”

“Eu sou habilidoso em controle de mente, o que significa que posso inferir muito sobre o estado mental de alguém através de uma observação cuidadosa. É mais sobre percepção e adivinhação do que leitura direta de pensamentos,” ele disse, passando a mão pelo cabelo dela.

Violeta estremeceu, lembrando como ele tinha cortado seu cabelo antes. Ela só podia esperar que ele não tivesse um fetiche por cabelo, pois, se tivesse, ela provavelmente acabaria careca, graças a ele.

“É meio ofensivo, porém,” Asher falou, com decepção fingida. “Assumir que só porque eu tenho controle de mentes, eu também leio mentes? Tsk, isso é tão ruim da sua parte, minha pequena flor roxa.” Ele a repreendeu como se ela fosse uma criança.

“Mas não se preocupe,” ele continuou, mudando o tom, “você terá muitas chances de aprender mais sobre mim… nos próximos…” ele olhou para seu relógio de luxo, “vinte minutos do nosso primeiro encontro. Pelo menos, na realidade.”

“O quê?”

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