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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 219

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  3. Capítulo 219 - 219 Destino Ligado 219 Destino Ligado Certo disse Violeta mas
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219: Destino Ligado 219: Destino Ligado “Certo,” disse Violeta, mas não sem se afastar de Roman.

Por que ele tinha que ser tão apegado a ela? Era bom – bom demais – e esse era exatamente o problema. Ele estava bagunçando a cabeça dela, fazendo-a sentir coisas que ela não tinha o direito de sentir.

Roman não a seguiu desta vez. Ele simplesmente permaneceu lá, esperando pacientemente como se já soubesse que ela chegaria à conclusão que ele queria.

Violeta disse a ele. “Eu vou deixar os Alfas Cardeais.”

Roman deu um sorriso de canto, parecendo excessivamente satisfeito. “Eu sabia que você era inteligente.”

“Mas só com uma condição.”

O sorriso nos lábios de Roman diminuiu num instante, e ele murmurou em voz baixa: “E eu sabia que você não ia facilitar as coisas.” Passou a mão pelo rosto e suspirou. “Certo. Qual é a sua condição? Diga.”

Violeta não hesitou.

“Mantenha a Elsie longe de nós. Ela não pode me tocar, nem às minhas colegas de quarto. Mantenha sua cadela na coleira. Essa é a minha condição.”

Qualquer felicidade que Roman sentiu no início desapareceu. Seu maxilar se contraiu enquanto ele jogava os ombros para trás, estalando o pescoço tensamente. Pela primeira vez naquela noite, sua expressão parecia sofrida.

“Você sabe que isso é pedir muito. Elsie te pegou pra Cristo desde o primeiro dia.”

Violeta se aproximou dele, inclinando a cabeça para cima com um olhar afiado. “E fazer o Asher ficar longe de mim não é difícil? Você também sabe disso.”

Um músculo no maxilar de Roman se contraiu. Violeta viu e, por isso, aproveitou a vantagem. “Se Elsie está atrás de mim, eu não sou tola de abrir mão do Asher, que pelo menos me protege dos modos malignos da sua noiva.”

Roman rosnou com a menção dessa palavra, mas Violeta permaneceu imperturbável.

“Fingir não combina com você, Roman Draven. Você sabe o que a sua querida Elsie é, mas fecha os olhos e a defende porque quer o trono. Mas isso não é problema meu. E quanto ao acordo, o que me diz?”

Ele exalou pelo nariz, suas narinas se alargando. Sua voz estava tensa quando ele disse: “Você não sabe nada sobre a Elsie ou por que ela faz o que faz.”

“Não há desculpa para mau comportamento,” Violeta disse simplesmente.

“Você —”
“Acordo ou não?” Ela exigiu.

“Vou tentar,” Roman disse.

“Isso não é o suficiente,” Violeta rebateu, sua voz misturada com fogo. “Se Elsie vier atrás de mim ou dos meus amigos amanhã, ou segunda-feira, podemos considerar que todo este acordo acabou.” Ela o encarou diretamente nos olhos. “E eu prometo a você, Roman Draven, que vou com tudo.”

“Certo,” ele disse entre dentes. “Eu vou lidar com ela. Mas em troca, fique longe dos holofotes. Não a provoque. Não a confronte. Seja apenas uma Pária quieta pelo resto do ano letivo, e estaremos bem.”

A parte de “ficar quieta” seria difícil. Mas se isso significasse evitar uma guerra aberta com a Elsie, que assim fosse.

Enquanto Violeta adorava uma boa briga, ela estava em minoria e tinha suas colegas de quarto a considerar. Elsie lutaria sujo e certamente as machucaria. Ela não podia deixar que isso acontecesse.

Roman estendeu sua mão. “Então fazemos um acordo?”

Violeta olhou com suspeita, mas mesmo assim, ela apertou a mão dele.

“Acordo.”

Roman sorriu, seus dedos demorando sobre o topo da sua palma e acariciando lentamente.

Violeta tentou se afastar, mas ele não a soltou.

Então, sem aviso, o idiota a puxou para frente, fazendo com que ela tropeçasse em seu peito. Sua tática estava começando a ficar chata.

Violeta franziu o cenho. “O que é agora?”

O sorriso de Roman era lupino. “Sobre a nossa outra conversa?”

As sobrancelhas dela se uniram. “Que outra conversa?”

Roman levantou uma sobrancelha de forma significativa. “A proposta que te fiz.”

“Ah. Aquilo.”

Nisso, Roman afrouxou o aperto, permitindo-lhe o espaço para dar um passo atrás, o que ela fez.

“Quanto a isso…” Violeta arrastou as palavras, observando-o cuidadosamente antes de dar sua resposta. “Acho que prefiro um idiota que não tenha sido enfiado em mais buracos do que posso contar.”

Os olhos de Roman brilharam com um lumiar perigoso, mas ele o afastou tão rápido quanto veio. “Você sabe que é a única que me chama de galinha e escapa impune.” Seu tom era um aviso.

Violeta deu de ombros, totalmente indiferente. “Desculpe, mas não sei como me encaixar entre seus bajuladores.”

Roman a encarou atônito, depois irrompeu em uma risada que era profunda e desconcertante.

Aproveitando isso como seu sinal, Violeta virou para sair. “Ok, terminei aqui.”

Mas, justo quando ela se virou, ele a agarrou de novo. “O que é agora?” ela rosnou, exasperada.

Pela primeira vez naquela noite, Roman parecia estranhamente nervoso, o que a fez franzir o cenho. Sua boca se abriu e então se fechou, como se ele estivesse lutando para dizer algo importante.

A paciência de Violeta se esgotou. “Me chame quando estiver pronto para falar.”

Ela se virou.

“Elsie não é a única razão pela qual eu te procurei esta noite.”

Hã?

Lentamente, Violeta se virou de novo, a sobrancelha erguida em curiosidade renovada. “Então o que é?”

Roman passou a mão pelos cabelos, bagunçando-os enquanto começou a andar de um lado para o outro.

Violeta suspirou, isso não era algo para o qual ela estava preparada neste momento.

“Roman?”

Sem resposta.

“Roman?” ela chamou novamente, mais alto desta vez.

Ainda nada.

“Roman!” ela estalou, tendo tido o suficiente. “É madrugada, e eu não posso ficar aqui para sempre esperando você abrir a boca e falar!”

Roman ficou imóvel. Por um segundo, ele quase a alcançou, como se quisesse agarrá-la e fazê-la entender, mas parou quando ela instintivamente deu um passo para trás.

Perdendo aquele último resquício de confiança, ele passou a mão pelo rosto e começou a murmurar: “Isso pode parecer loucura para você. Na verdade, claro que vai. Você… você nem sabe como as minhas habilidades funcionam… Eu estava esperando que você aceitasse a proposta e eu resolveria a questão sem você saber e então—”
“Roman!” Violeta interrompeu. “Não faço ideia do que você está falando. Seja claro!”

“Eu me liguei a você.”

“O quê?” Violeta perguntou, confusa.

“Não, não eu,” ele enfatizou, “meu lado animal.”

Violeta piscou, olhando para ele como se ele tivesse acabado de falar uma língua estrangeira.

“Desculpe?”

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