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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 199

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  3. Capítulo 199 - 199 Culpe a Violeta 199 Culpe a Violeta Você não vai entrar
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199: Culpe a Violeta 199: Culpe a Violeta “Você não vai entrar, Ivy?” Daisy perguntou, observando a garota parada no limiar.

Violeta já havia entrado sem problemas, Daisy e Lila logo em seguida. Agora, só Ivy permanecia do lado de fora enquanto olhava para o interior horrível.

“Não!” Ivy gritou, a voz trêmula com medo. “Isso tem que ser um pesadelo! Eu não posso viver em um lugar como este. Eu prefiro morrer do que ser obrigada a ficar nesta choça!”

Todos suspiraram, lembrando naquele momento que Ivy era a aristocrata entre eles. Ela provavelmente nunca havia pisado em tanta miséria em toda a sua vida, muito menos sendo condenada a viver ali.

Infelizmente, embora eles a compreendessem, a dura realidade permanecia a mesma: Ivy não poderia ficar do lado de fora para sempre. Não que o interior fosse melhor. O teto vazava em vários lugares, pingando água rançosa que cheirava mal sempre que espirrava. Eca
“Você pode fazer algo sobre ela?” Violeta perguntou a Lila, exasperação em seu tom. A manhã já estava angustiante o suficiente. Ela não podia permitir que Ivy aumentasse sua dor de cabeça.

Um sorriso sombrio apareceu no rosto de Lila. “Com certeza, princesa.”

Daisy levantou a sobrancelha curiosa, enquanto Violeta apenas deu de ombros; ambas se viraram para ver o que Lila faria.

Por um momento, pareceu que nada aconteceria. Mas então uma rajada terrível de vento rugiu pelas árvores, sacudindo a casa decadente até que ela gemesse como se pudesse desabar a qualquer segundo. Do lado de fora, os galhos se quebravam no vento feroz.

“Violeta!” Daisy gritou, alarmada, enquanto as tábuas do chão tremiam sob elas. Uma velha lâmpada no teto se soltou do soquete e se estilhaçou contra o chão encharcado.

“O que você está fazendo, Lila?!” Violeta gritou, a ansiedade aumentando em seu peito. Ela não fazia ideia do que Lila estava planejando, mas toda a estrutura parecia prestes a desabar.

Naquele exato momento, o vento pareceu formar uma força física, empurrando Ivy para a frente. Ela tropeçou no limiar, mas em vez de bater no chão com um estrondo, uma camada de folhas rapidamente se materializou, envolvendo-a como um casulo protetor e a rolando para mais perto dos outros.

Uma vez que Ivy estava segura no interior, o vento cessou e aquelas folhas recuaram, deslizando de volta para fora de onde vieram.

“Bem aos seus pés,” Lila declarou orgulhosamente com um floreio de seu braço, mesmo enquanto Daisy e Violeta trocavam olhares atônitos.

O coração de Violeta batia acelerado, aliviada que Ivy não estava mais na tempestade. “Eu pedi que você encontrasse um jeito de trazer a Ivy para dentro, não que derrubasse o que restou da casa e nos enterrasse nos escombros.”

“Havia outros lá fora,” Lila respondeu calmamente, a travessura desaparecendo de seus olhos.

“Outros?” Violeta exclamou, sem realmente precisar de uma explicação. Só podiam ser pessoas de Elsie, espreitando em algum lugar para ver como eles estavam lidando com seu novo castigo. Esses canalhas.

Lila deu de ombros. “Eu tinha que afugentá-los antes de fazer qualquer mágica. Eu já te disse: não posso arriscar minha identidade. Não quando a sua segurança é minha maior prioridade.”

“Ah…” Violeta murmurou, sentindo-se envergonhada, culpa se acumulando em seu estômago por ter duvidado das intenções de Lila mesmo por um segundo. A garota preferiria morrer do que deixar que algo acontecesse com ela.

Mas elas foram interrompidas pelo pranto de Ivy. “Por que você me trouxe para cá? Eu disse que não posso viver neste lugar esquecido por Deus!”

Daisy se virou para ela, tendo atingido o limite de sua paciência. “Chega disso, Ivy. Todos nós já passamos muito, não torne isso mais difícil.”

Ivy debochou, apontando acusatoriamente para Violeta. “Não torne isso mais difícil? Quando ela nos colocou nessa bagunça? Quem queria ser uma renegada? Eu nunca pedi isso!”

Embora Violeta sentisse uma pesada sensação de culpa, a atitude petulante de Ivy a irritou. “Eu avisei!” ela disparou. “Eu avisei a todos vocês para não me seguirem! Mas vocês foram assim mesmo.”

“Porque eu não sabia que seria tão horrível!” Ivy retrucou. “Se soubesse que ser uma renegada seria meu destino, nunca teria concordado.”

“Ah, certo, então esse é o verdadeiro problema?” Violeta rosnou, a voz subindo com raiva. “Você só estava nessa amizade pelos bons momentos e pelo que poderia tirar dela. Porque lá no fundo, você sabe como será difícil se ajustar a novos colegas de quarto. Você sabe que ninguém mais suportaria sua atitude egoísta, autoindulgente e orgulhosa como nós fazemos!”

A expressão de Ivy desabou por um segundo antes de endurecer. “Você é uma vadia, sabia?”

“Pelo menos eu sou uma vadia que assume meus erros,” Violeta retrucou. “Ao contrário de você.”

A mandíbula de Ivy se apertou de raiva. “Eu terminei aqui. Aproveite sua nova vida, porque eu estou fudidamente feita com vocês!”

Ivy caminhou em direção à porta, mas antes que ela alcançasse, a madeira fechou com força bem na frente de seu rosto, lascas caindo como areia. Foi obra de Lila.

Lila anunciou com autoridade, “Ninguém está saindo desta casa.”

Daisy concordou com um aceno, seu tom não admitindo argumentos. “Lila está certa. Todo mundo se acalme, agora mesmo.”

“Não, eu não vou me acalmar, nem vou passar mais um segundo com vocês três,” Ivy insistiu, cruzando os braços desafiadoramente. “Me deixem sair daqui agora mesmo!”

Daisy deu um passo à frente, o rosto vincado de impaciência. “E ir para onde, exatamente?”

Ivy franziu a testa, procurando em sua mente. “Eu não sei. Talvez pegar uma barraca de camping e passar o resto dos meus dias nela—graças a uma certa pessoa arruinando o resto do meu ano letivo para mim.” Seu olhar caiu diretamente sobre Violeta.

Violeta em questão revirou os olhos, zombando do flare dramático.

“Sério, Ivy? Você, de todas as pessoas, morando em uma barraca?” Daisy perguntou incrédula.

Ivy deu de ombros altivamente. “Não pode ser tão difícil.”

“Você tem uma barraca?”

“Vou encomendar uma.”

“Você sabe montá-la?”

“Vou pagar a mais para alguém montá-la,” Ivy retrucou, o queixo erguido. Ela tinha dinheiro afinal.

“E onde você tomaria banho?” Ivy questionou. “Onde você faria suas necessidades? Você não pode voltar a nenhuma das casas de matilha, lembra?”

Ivy engoliu, hesitação piscando em seus olhos. “Bem, antes das guerras ou da globalização, nossos ancestrais sempre encontravam um jeito. Provavelmente vou apenas… fazer minhas necessidades na floresta?”

“Até no meio da noite?”

“Principalmente no meio da noite,” Ivy murmurou, embora sua voz tremesse incertamente.

Daisy e Lila gemeram em uníssono, exasperação gravada em seus rostos. Elas estavam mais do que cansadas de Ivy, a rainha do drama.

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