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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 197

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197: Todos Nós Estamos Mortos 197: Todos Nós Estamos Mortos “Com licença?” Asher disse, soando como se tivesse entendido errado. Ele fixou o olhar na mancha corroída e enegrecida que costumava ser a amostra de Alaric.

“Era um arquivo de sangue padrão de um check-up médico anterior que Alaric teve comigo. Eu tinha em mãos, então usei,” Adele explicou, com as sobrancelhas franzidas. “Por quê? Tem algo errado?”

Em vez de responder, Asher irrompeu em risadas. Ele gargalhou como um vilão de filme poderia depois de uma grande revelação. O som ecoou pelo laboratório e enviou um arrepio pela espinha de Adele.

“Isso não tem graça, Asher Nightshade. Agora me diga, qual é o problema aqui?” ela exigiu, cruzando os braços como se para se proteger de sua diversão perturbadora.

Ele cessou a gargalhada, mas o brilho cruel em seus olhos permaneceu, seus lábios se curvando ligeiramente. “Alguém já te disse que Violeta Roxa é imune ao relâmpago de Alaric?”

“O quê?!” Adele quase deixou o frasco cair da mão, o queixo caindo. “Não, isso é impossível. Ela não pode ser—” Sua voz morreu, os olhos se arregalando enquanto o sangue fugia de seu rosto. “Deusa nos ajude.”

Uma onda de compreensão a atingiu. “Violeta Roxa não é imune ao relâmpago de Alaric,” ela sussurrou, o horror tecendo cada sílaba. “Ela está matando-o.”

A mente de Adele estava acelerada, sua pulsação tão alta em seus ouvidos. Ela começou a caminhar para frente e para trás, seu jaleco de laboratório esvoaçando em torno de seus joelhos. “Temos que avisar Alaric. Ele tem que ficar longe de Violeta. Pelo menos, até descobrirmos o que ela é.”

“Bem, ambos terminaram, então acho que não se verão mais. Graças aos deuses,” Asher respondeu, despretensiosamente, embora a satisfação em seu tom fosse óbvia.

Asher não disse isso porque Alaric estaria seguro, mas porque não haveria ninguém entre ele e sua rainha roxa.

Adele girou para encará-lo, com uma expressão sombria. “Ahh, certo. Eu ouvi os resultados do joguinho bonito de vocês. Mas você realmente acha que isso é o suficiente para manter Alaric longe dela? Eu vi o jeito como ele olha para ela. Você também…” Ela parou, seu olhar se estreitando com suspeita.

“Você também…” Adele repetiu, suas palavras um sussurro enquanto ela percebia algo. Então, seus olhos se endureceram com determinação. “Você tem que fazer o teste também, Asher.”

“Por quê?” Asher perguntou com calma arrogante. “Violeta Roxa não é imune aos meus poderes, se você se lembra.”

“Talvez não ainda,” Adele retrucou, “mas talvez o que quer que seja a morte em seu sangue, ou a criatura que ela seja, simplesmente ainda não aprendeu a se adaptar a seus poderes mentais. Talvez um dia, ela volte esse poder contra você e limpe essa arrogância da sua cara. Então você vai fazer o teste, sim ou não?”

Asher apenas levantou um ombro em um encolher de ombros despreocupado. “Tudo bem. Não custa tentar, de qualquer maneira.”

“Bom.”

Adele apontou Asher para um banquinho giratório com encosto alto no canto, limpando espaço na mesa ao lado dele.

“Sente-se,” Adele comandou, vestindo um par novo de luvas de látex.

Asher obedeceu, arregaçando a manga enquanto Adele esterilizava a área com um toque de álcool. A agulha perfurou sua pele com uma picada rápida e o sangue escarlate escuro encheu a seringa. Asher observou todo o processo impassível, seu rosto um estudo de tédio misturado com uma curiosidade mal disfarçada.

Adele removeu a seringa, pressionando um pequeno chumaço de gaze em seu braço, e depois se virou de costas para ele, caminhando até o suporte controlado por temperatura que guardava o que restava do sangue de Violeta.

Ela colocou a amostra de Asher e a de Violeta em duas lâminas adjacentes, sobrepondo-as em uma única placa de Petri equipada com sensores e conectada a um visor de computador. Ela se afastou, permitindo que Asher tivesse uma visão clara da tela que registraria quaisquer interações.

“O princípio,” Adele explicou enquanto digitava alguns comandos, “é o mesmo que com o teste de Alaric. Se o sangue de Violeta é realmente hostil ao sangue de lobisomem, pode haver uma reação quando entrarem em contato.”

Então, juntos, eles assistiram ao visor digital. Um som de zumbido ganhou vida à medida que o processo de mistura começava, girando a placa suavemente.

Segundos se passaram. Não havia nada.

Um minuto passou e ainda nada.

Asher se inclinou contra a mesa, braços cruzados, uma torção de satisfação no canto da boca. “Quanto tempo levou para a amostra de Alaric?”

“Num piscar de olhos,” Adele admitiu, com os olhos grudados no monitor. “Ela a consumiu tão rapidamente que pensei estar alucinando. Talvez precisemos dar mais tempo a esta.”

Asher soltou um “Mm-hmm” de desprezo, o tom impregnado de condescendência. Sua postura gritava *eu bem que disse*.

Cinco minutos se passaram, o zumbido da máquina era o único som no silêncio tenso. Ainda assim, não houve reação. A leitura permanecia estática, sem picos, sem sinal de corrosão.

Finalmente, Adele suspirou, recuando dos equipamentos. “Talvez eu estivesse errada,” ela murmurou, os olhos indo e voltando entre as lâminas inertes e os números na tela.

“De fato, você estava,” Asher disse, soando imensamente satisfeito consigo mesmo. Na verdade, a confiança estava praticamente exalando de todos os poros de seu corpo.

Não havia nada. Ele estava a salvo da anomalia letal de Violeta, enquanto Alaric não estava. Os Deuses haviam confirmado. Ele e Violeta eram um par feito no céu.

O plano de envolver seus irmãos cardeais na rebelião contra o rei Alfa não importava mais. Violeta seria dele e somente dele. Outros poderiam morrer, pelo que ele se importava — especialmente aquele traidor, Roman.

Adele pressionou um botão para pausar a rotação. Ela anotou algumas observações finais, sua mente já avançando para os próximos passos.

“Ainda temos que avisar Alaric,” Adele disse, lançando um olhar de lado para Asher. “Ele tem que saber caso ele planeje continuar vendo Violeta secretamente. Se ele fizer, quem sabe o que pode acontecer? Preciso de mais testes para descobrir Violeta, mas por enquanto, não podemos arriscar perder o herdeiro do Clã Norte para circunstâncias misteriosas. Seria o caos.”

Exceto que ela esqueceu que certo Alfa adorava o caos.

“Receio que isso não vai acontecer,” Asher disse sombriamente, fazendo aparecer arrepios no braço dela.

Adele virou a cabeça rapidamente, e o que viu no rosto de Asher foi o suficiente para o medo se enroscar em suas entranhas.

“Não!” ela gritou, a voz tremendo de raiva. “Você vai esconder isso dele? Só para se livrar da sua concorrência pelo trono?”

O sorriso de Asher curvou-se de uma maneira nada gentil. “Desculpe, mas não existem irmãos na selva.”

A compreensão atingiu Adele como um soco. Ela girou nos calcanhares, tentando escapar do laboratório. Se ela conseguisse apenas avisar Alaric, ou mesmo informar outra pessoa — mas era tarde demais.

Asher apareceu atrás dela em um borrão, dedos fortes cravando em seu ombro. “Olhe para mim,” ele comandou, virando-a com facilidade.

Adele tentou desviar o olhar, tentou bloquear seus pensamentos, mas o poder mental de Asher era avassalador. Ela sentiu sua mente começar a sucumbir ao comando dele.

“Quero que você esqueça tudo sobre aquele dia com Violeta,” ele disse, a voz suave como seda e repleta do poder intangível de compulsão. “Esqueça o sangue. Esqueça o teste. Suas anormalidades são apenas um acaso, uma peculiaridade, e qualquer outra coisa que você descubra não significará nada. Você não vai lembrar desta conversa ou destes resultados.”

Adele estremeceu, instintivamente erguendo suas barreiras mentais, mas elas eram frágeis contra sua dominância de Alfa. Se ela mesma fosse uma Alfa, ela teria lutado e talvez vencido, mas Adele era uma lobisomem comum com apenas poderes de cura.

Asher derrubou suas defesas mentais como uma criança desmontando uma casa de cartas e ela sentiu uma névoa se instalar sobre ela, como um nevoeiro espesso avançando pela sua consciência.

Quando Asher terminou, seus olhos estavam vazios. Um momento passou. Adele piscou, depois se afastou, movendo-se em um modelo sem vida e mecânico para obedecer suas ordens. Ela começou a arrumar os equipamentos de teste, removendo as lâminas da estrutura, descartando-as de acordo com o protocolo padrão do laboratório.

Mas então ela notou algo.

“O que é isso?” Adele murmurou, franzindo a testa para a placa de Petri.

Asher se aproximou, e o que ele viu fez seu sangue gelar.

A amostra de Violeta havia começado a degradar seu sangue. Diferente da reação rápida de Alaric, esta era mais insidiosa. Molécula por molécula, corroía suas células como se estivesse se adaptando, aprendendo sua composição. Não havia reação violenta, apenas um consumo lento e inevitável até que nada restasse.

Asher apertou a mandíbula, a vitória escorrendo de seus olhos, substituída por uma realidade assustadora: Ele não era imune.

Nenhum deles era.

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