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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 178

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178: Hora de Decidir 178: Hora de Decidir Pela primeira vez, o grupo normalmente barulhento e animado se movia em silêncio absoluto em direção ao terreno da escola. Não havia gracejos inteligentes ou empurrões brincalhões.

Nem Lila contando piadas inapropriadas para aliviar o clima.

Apenas silêncio.

Diferente dos outros estudantes, que praticamente deslizavam para frente com empolgação, ansiosos para testemunhar a iniciação final dos novos membros em suas matilhas e casas permanentes, Violeta e seus amigos ficaram para trás.

Violeta sabia que o tempo estava acabando e tinha que contar a eles antes que fosse tarde demais. Parando abruptamente, ela virou-se para enfrentá-los, dizendo: “Não podemos ficar na mesma casa.”

Ivy, Daisy e Lila pararam no lugar, piscando para ela incrédulas.

“O quê?!”

E, assim como isso, as três explodiram em protesto, suas vozes se sobrepondo em uma explosão de indignação.

“De onde isso está vindo?! Eu pensei que tínhamos um acordo?!” Daisy exigiu.

“Espere, espere, espere—” Ivy zombou, cruzando os braços sobre o peito. “Isso é porque você não quer que a gente fique perto da casa do seu namorado? Isso é… nossa, Violeta. Isso é mesquinho até para você.”

Mas foi a reação de Lila que parou todos.

“Não. Nunca. Não vou deixar o seu lado!”

Houve silêncio.

No passado, o apego de Lila sempre foi fofo, brincalhão e exagerado. Mas agora, sabendo o que ela era? Que ela nem era humana? Parecia diferente.

Não era só Violeta, Ivy e Daisy tinham expressões horrorizadas combinando, todas claramente lutando com a mesma realização.

Lila suspirou, esfregando a testa frustrada.

“Eu ainda sou a mesma Lila que você conhece. Quantas vezes eu tenho que dizer isso antes que você pare de me olhar como se eu fosse algum tipo de monstro?” Sua voz ficou fria. “Se eu soubesse que vocês reagiriam assim, eu deveria ter deixado vocês serem capturados. Pelo menos então, não teríamos a liberdade de escolher e ficar juntos.”

Essa doeu fundo. Violeta, Daisy e Ivy trocaram olhares culpados porque Lila estava certa. Se ela não tivesse usado seus poderes, elas teriam sido pegas. E elas não saberiam o segredo dela também.

Apesar da vantagem inicial, os lobos eram mais rápidos e mais fortes e alcançaram-nas. Lila foi a única a protegê-las, a torná-las invisíveis o suficiente tempo para que encontrassem uma brecha para escapar. E então? Ela voltou para buscar Violeta.

Elas deviam isso a ela.

Daisy soltou um suspiro, seu tom agora mais suave. “Tudo bem. Nós acreditamos em você. Mas isso ainda não explica o que diabos você está tentando fazer agora.” Seu olhar penetrante voltou-se para Violeta.

O estômago de Violeta revirou, mas ela se manteve firme. “É para o seu próprio bem. Vocês não podem seguir—”
“EI!” Uma voz cortou a conversa. Pertenecia a um lobisomem que as encarava por estarem paradas no canto, separadas dos outros.

“O que vocês estão esperando? Mexam seus traseiros já!”

De uma vez, as garotas não tiveram escolha senão obedecer.

Violeta engoliu suas palavras, guardando o resto de sua explicação para si. Ela não podia dizer mais, não na frente de todas essas pessoas.

Se alguém ouvisse seus planos e relatasse para Asher ou até mesmo para Alaric. Ambos os homens fariam de tudo para impedi-la, Asher especialmente. Ela precisava pegá-lo desprevenido.

Elas chegaram ao terreno principal da escola, o mesmo lugar onde Amilo a havia deixado no seu primeiro dia.

Violeta teve que aplaudir os alfas. O ato era quase simbólico, marcando o começo. Um novo começo. Mesmo que esse começo fosse brutal.

O fôlego de Violeta prendeu quando ela avistou Roman na multidão. Seu rosto estava machucado, vermelhos profundos e roxos manchando suas belas feições.

Ele tinha lutado com Asher e, a julgar pelos danos, tinha sido feroz.

Seus olhos se encontraram, o verde esmeralda inabalável perfurando os dela. Os lábios de Roman não se moveram, mas seus olhos transmitiram a mensagem clara e forte: Mantenha o acordo.

O estômago de Violeta revirou com a ideia de ainda seguir com o acordo.

E então, como se o destino gostasse de chutá-la enquanto ela estava caída, Alaric a encontrou.

Seu olhar azul-gelo percorreu ela, frenético, procurando.

“Onde você está machucada?”

Violeta tentou recuar, mas o aperto dele se apertou. Mesmo com seu toque cuidadoso, a dor flamejou pelas suas costas, fazendo-a estremecer. Droga.

Os olhos de Alaric se estreitaram.

“Você não está bem.”

“Estou sim,” Violeta disse entre dentes, mas Alaric não acreditou.

Suas narinas se abriram. “Eu posso sentir seu dor, Violeta. Não minta para mim.” Ele se virou para Finn. “Onde está Adele?”

Finn franziu a testa. “Você não ouviu? Adele foi embora ontem numa viagem. Era para ela ter voltado hoje, mas acho que houve um atraso. Provavelmente não estará de volta até mais tarde hoje.”

Alaric xingou baixinho. Ele odiava a ideia de sua namorada estar com dor e ele não poder ajudar, especialmente sabendo que era parcialmente sua culpa.

De repente, seus olhos se iluminaram com uma ideia.

“A saliva de um lobisomem tem propriedades curativas.” Seu tom se tornou esperançoso. “Não é tão bom quanto as habilidades de Adele, mas é melhor que nada.”

Oh, não.

Uma imagem mental vívida de Alaric lambendo suas feridas passou pela sua mente, e seu coração afundou, especialmente sabendo que esse era o plano dele após isso.

Violeta não aguentava mais isso, não com o jeito que Alaric a olhava, como se queimasse o mundo por ela. A culpa estava sufocando.

Seus dedos quentes seguraram seu rosto gentilmente.

“Ei…” Sua voz era suave, sua preocupação gravada em cada sílaba. “Você está bem?”

A garganta de Violeta apertou. As palavras estavam bem ali na ponta da língua e ela ia dizer —
“Alaric! Venha aqui! Está na hora!”

Griffin interrompeu-os.

O maxilar de Alaric se apertou. Mas antes de sair, ele voltou para ela, seus olhos queimando com intensidade.

“Eu vou entender se você não escolher minha matilha. Tudo bem.”

Violeta engoliu, suas palavras quase a quebrando. Ele pensava que esse era o problema.

Mas sua expressão escureceu no minuto seguinte. “Mas não a Casa Oeste.”

Seu significado estava cristalino. Não Asher.

Não depois de tudo que eles tinham feito para tirá-la de lá.

Violeta não conseguia falar porque, se o fizesse, não tinha certeza de que conseguiria se manter inteira. Então, ela acenou com a cabeça.

Alaric pressionou um beijo breve e terno em seus lábios. Então, sem mais uma palavra, ele virou e foi se juntar aos Alfas Cardeais.

E então, lá estava Asher, no centro de tudo, e parecendo tão arrogante quanto sempre. Exceto que, desta vez, ele estava machucado.

Roman tinha reagido e, pela primeira vez, Violeta sentiu algo próximo à satisfação com sua dor.

Os olhos de Asher se fixaram nos dela enquanto ele falava.

“Parabéns, vencedores e perdedores do Jogo da Corrida. Está na hora de decidir a qual matilha vocês pertencerão pelo resto de seus miseráveis dias escolares.”

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