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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 171

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  3. Capítulo 171 - 171 Fonte de Calor Humano 171 Fonte de Calor Humano Violet
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171: Fonte de Calor Humano 171: Fonte de Calor Humano Violet não teve chance de fazer sua pergunta porque Roman já estava subindo as escadas de madeira com mínimo esforço, como se estivesse carregando apenas ar e não uma humana adulta como ela.

Instintivamente, ela apertou mais forte os ombros dele, pressionando-se mais perto à medida que os degraus abaixo deles rangiam e estalavam de forma ameaçadora. Um grito pairava na ponta da língua de Violet quando uma tábua particularmente frágil emitiu um som de rachadura, seu coração parando ao pensar em eles desabarem. E quebrarem seu lindo pescoço.

Violet quis dizer para Roman parar, que os frágeis suportes de corda não aguentariam o peso de ambos, mas antes que ela pudesse dizer uma palavra, eles já haviam chegado ao topo. O que diabos… Violet ficou sem palavras. Malditos lobisomens!

A plataforma em que estavam era estável, mas a entrada para a casa da árvore não era uma porta, mas um arco aberto enquadrado por vigas de madeira cortadas de forma rústica, desgastadas pelo tempo e pela exposição.

Uma única cortina estava pendurada no lugar, balançando levemente ao vento, seu tecido fino e desfiado nas bordas, dando à entrada uma sensação rústica, quase onírica.

Violet engoliu em seco, seus dedos ainda enrolados em Roman. O lugar tinha um ar de segredo, como se pertencesse a algo — ou alguém — selvagem e indomado. E agora, ela estava entrando.

Roman não soltou Violet até estarem dentro da casa na árvore, e no momento em que seus pés tocaram o chão de madeira, ela aproveitou a oportunidade para fazer a pergunta que queimava em sua mente.

“Quem mais está aqui conosco?”

Roman a encarou, sua expressão sombreada de confusão. “Quem mais está aqui?”

Embora ela não pudesse vê-lo no escuro, ela podia sentir o calor irradiando de seu corpo como um farol. A frustração cresceu em seu peito, e ela empurrou seu ombro para enfatizar seu ponto.

“Não se faça de desentendido comigo! Foi por isso que você me trouxe aqui?”

Roman soltou um suspiro exasperado. “Não faço ideia do que você está falando.”

“Ah é?” Violet retrucou. “‘Não gostaríamos que você caísse.’ Foi o que você disse no caminho para cá.”

“Então me diga, quem mais está aqui?!” ela exigiu.

Roman não respondeu de imediato, e o estômago de Violet se retorceu com medo. Não ajudava que o silêncio se prolongasse, alimentando seus piores medos.

Sua mente começou a girar. Se ela precisasse escapar, como faria? Descer no escuro era impossível.

O pânico estava subindo por sua espinha quando, de repente, Roman estourou em risadas. Uma risada profunda e irrestrita enchia a casa na árvore, fazendo não apenas sua testa franzir, mas também sua irritação aumentar.

“O que tem de tão engraçado, Sr. Draven?” ela estalou, cruzando os braços.

“Nada demais,” ele disse entre risadas. “Além do fato de que você perdeu completamente um modo de falar retórico.”

O olhar de Violet se intensificou.

“Eu disse ‘nós’ em vez de ‘eu’ para soar mais inclusivo, e agora você está convencida de que estou tramando algo.” Ele intencionalmente deu um passo mais perto, seus corpos se tocando. “Mas do jeito que eu vejo… você é quem está esperando que algo aconteça.”

O ar de Violet faltou, mas ela se recusou a recuar. No entanto, Roman não tinha terminado. Ele se inclinou, seus lábios pairando perto do ouvido dela.

“Diga-me… o que você estava esperando? Ou melhor…” sua voz abaixou, baixa e provocativa. “Quem você estava esperando? Alaric? Griffin? Ou… Asher?”

As bochechas de Violet queimaram, enquanto seu pulso martelava loucamente ao som desses nomes.

Ela recuou, perturbada. “Caia fora.”

Roman apenas sorriu. “Desculpe, querida, mas você é quem estaria perdida se eu fosse embora. Agora venha aqui.”

Antes que ela pudesse protestar, Roman estendeu a mão, fechando os dedos em torno de seus braços. Seu toque era quente — tão incrivelmente quente que ela quase se inclinou para ele, desejando afundar no calor que afastava o frio persistente…

Ok, espera aí, irmã. O que diabos estava ela pensando?

Os polegares dele acariciavam seus braços distraidamente, e ela estremeceu, e não era apenas do frio.

Roman percebeu. E, claro, interpretou mal. “Ainda está com frio?” ele ponderou. “Não se preocupe, vamos compartilhar o calor corporal. Você ficará bem em pouco tempo.”

O cérebro de Violet parou.

“Compartilhar calor corporal?” ela repetiu, sua garganta subitamente seca. “Não tem… tipo… uma camisa extra ou algo assim? Eu provavelmente pararia de sentir frio se vestisse algo.”

Roman riu, o som profundo e sabido. “Calor corporal é melhor. A temperatura de um lobisomem é o dobro — às vezes o triplo — do que a dos humanos.” Ele inclinou a cabeça. “Não me diga que você não gostou do contato mais cedo?”

O rosto de Violet esquentou contra sua vontade, e o fato de ele poder ver isso no escuro só piorou as coisas. Ela odiava se sentir vulnerável, especialmente perto dele.

Ela encarou seu olhar, teimosa. “Você vai manter suas mãos para si mesmo?”

Roman soltou uma gargalhada, balançando a cabeça. “Querida, os de sua espécie são os que sempre se jogam em mim, não o contrário.”

Violet gemeu, exasperada. “Sua arrogância é irritante. Você sabe disso?”

“Confiança é sexy, Senhorita Roxa.” Ele riu, e então acrescentou, “Vamos lá, vamos acabar logo com isso. Não temos a noite toda. Quanto mais tempo ficarmos aqui fora, mais tempo os outros têm para se reagrupar e nos rastrear.”

O pensamento a fez estremecer, mas a presença de Roman era estranhamente reconfortante.

“Espere aqui,” ele instruiu.

Os ouvidos de Violet se aguçaram enquanto ela o ouvia se movimentar pela casa na árvore, mexendo nas coisas como se estivesse procurando algo.

“Venha.”

Seus dedos se enrolaram em torno de seu pulso, guiando-a adiante. O escuro tornava impossível ver onde estavam indo, e então — Thunk. Sua perna bateu em algo.

“É um sofá,” Roman a informou. “E nós vamos deitar juntos.”

Nossa, nossa, nossa. O cérebro de Violet fez uma dupla reviravolta instantânea.

Ela e Roman. Deitados juntos.

Aquilo era uma péssima ideia. Uma ideia realmente ruim.

Violet nem tinha certeza se podia confiar nela mesma nesse ponto. Ela poderia muito bem estar colocando suas mãos em uma chama aberta e rezando para não se queimar.

E Roman? Ele era o fogo. Um forno ardente de calor que ela desesperadamente precisava.

Que o Senhor ajude sua alma.

Ela ouviu Roman se acomodar no sofá primeiro, os móveis rangendo levemente sob seu peso. Então, antes que ela pudesse mudar de ideia, ele a alcançou e a puxou para baixo ao lado dele.

Violet, ainda cautelosa, virou as costas para ele enquanto se ajustava. O sofá não era feito para duas pessoas. Com o amplo corpo de Roman ocupando a maior parte do espaço, havia pouco espaço sobrando, forçando seu corpo a se ajustar contra o dele.

Roman, é claro, não parecia se importar. Se algo, ele a puxou mais para perto até que estivessem de conchinha. Violet teria protestado, exceto que o calor dele se infiltrava em seu corpo como um bálsamo curativo.

O cara não estava brincando. Sua temperatura corporal era ridiculamente alta. Deitar-se contra ele era como estar envolvida em uma fonte de calor viva e respirável, e ela não conseguia ter o suficiente.

Roman tomou isso como permissão e puxou um cobertor sobre eles, seu braço envolvendo com segurança sua cintura.

E pela primeira vez naquela noite, Violet se sentiu verdadeiramente segura e aquecida.

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