Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 127
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127: Desafie-me 127: Desafie-me Asher não parou de beijá-la, apertando o grip em sua cintura como se a ancorasse a ele. Ele a puxou para mais perto, tão perto que cada respiração, cada batida de seu coração pressionava contra ela.
Não havia espaço para pensamento, apenas o fogo que se espalhava por suas veias. Possessivo e exigente, sua língua provocava e saboreava, arrancando um rosnado involuntário de sua garganta. Suas línguas se entrelaçavam acaloradamente, uma batalha intoxicante de dominação e rendição. Violeta derreteu-se nele, sua mente completamente sobrecarregada.
Quando ele recuou, os lábios dela formigavam, e ela ofegava enquanto lutava para recuperar o fôlego. Mas Asher não tinha terminado.
“Onde ele tocou você?” Asher perguntou, sua respiração passando pelas lábios inchados dela.
Os olhos de Violeta se arregalaram, suas bochechas ardendo de calor. Em todo lugar. Foi onde ele a tocou. Mas ela não poderia responder isso. Não, ela não ia. De jeito nenhum. Mas Asher viu através do seu embaraço, um sorriso malicioso e lento curvando seus lábios. Seus dentes brilhavam, seus caninos mais afiados e longos do que deveriam ser.
“Não se preocupe,” ele murmurou, sua voz como seda e aço, “Eu vou descobrir por mim mesmo. Que não se diga que você cedeu à tentação e traiu seu precioso Alaric. Não, minha pequena rainha. Eu assumirei a culpa. Serei o vilão novamente, não acha?”
Antes que ela pudesse protestar, sua boca reivindicou a dela mais uma vez, abafando os sussurros fracos da razão que lutavam para emergir. Esse beijo era mais sombrio, mais erótico, um empurrão deliberado para quebrar o último de sua resolução. E, fiel à sua palavra, Asher a procurou.
Violeta estremeceu quando a mão dele deslizou por baixo de sua saia, seus instintos a fazendo tentar impedi-lo. Mas Asher aprofundou o beijo, seus lábios e língua a arrastando para um redemoinho de sensações até que a resistência foi esquecida.
Ao contrário de Alaric, que era cuidadoso e gentil, Asher era cru e desenfreado. Seu dedo encontrou a entrada dela, e então ele a invadiu, reivindicando o que não havia sido tocado por mais ninguém. Violeta gemeu, interrompendo o beijo para olhar para ele em choque, com os olhos arregalados, o fôlego preso na garganta.
“Eu disse que encontraria,” ele disse, sua voz pingando de satisfação.
Mas ela sabia que não era o lugar que ele pretendia encontrar. Não, Asher estava reivindicando a outra parte que não havia sido maculada por Alaric, demarcando seu território com orgulho inquestionável. O brilho de orgulho em seus olhos dizia isso.
Seus olhos brilhavam com possessividade quando ele acrescentou, “Sim, minha pequena rainha, mantenha seus olhos em mim. Assista enquanto eu te possuo.”
Sua mão agarrou a nuca dele com força, a outra se enredando em seu cabelo enquanto um gemido incontido escapava de seus lábios.
“Oh Deus,” ela sussurrou, a cabeça inclinando para trás enquanto ele a empurrava mais fundo e mais rápido.
“Sim, minha rainha,” Asher ronronou, sua voz um carinho sombrio contra o ouvido dela. “Gema alto. Não pare por minha causa.”
Era demais, a combinação de suas palavras obscenas e a maneira como ele se movia dentro dela. Violeta enterrou o rosto no pescoço dele, envergonhada pelos sons desinibidos de prazer que escapavam de seus lábios, mas incapaz de contê-los.
Asher também não aliviava, esse único dedo se movendo dentro dela com intenção, empurrando-a cada vez mais perto até que ela estava oscilando à beira. Deus, ele seria a morte dela.
“Você está perto agora,” ele rosnou, seu hálito quente contra a pele dela. “Solte-se para mim. Quebre por mim, minha pequena rainha.”
E então ela se desfez.
O prazer a atingiu como a colisão de um trem, derrubando-a em uma enxurrada implacável até que cada osso em seu corpo estivesse quebrado. Violeta gritou, seu corpo se tensionando, suas unhas cravando nos ombros de Asher tão forte que ela tinha certeza que deixaria marcas.
Asher em questão não parou, seus dedos provocando cada último tremor dela, estendendo seu clímax até que ela estava girando em uma segunda liberação. Ela não sabia se implorava por misericórdia ou mais.
“Asher, por favor,” ela engasgou, implorando.
E ele fez exatamente como ela pediu.
Violeta se despedaçou em seus braços pela segunda vez, gemendo, chorando enquanto a tempestade dentro dela finalmente diminuía.
Ela desabou contra ele, sua respiração vindo em arquejos superficiais enquanto se agarrava a ele, suas pernas mal conseguindo sustentar seu peso.
Asher retirou seus dedos lentamente, observando-a com satisfação predatória enquanto ela se inclinava fortemente contra a mesa atrás dela, lutando para recuperar o fôlego. Mas ele ainda não tinha terminado. Os olhos arregalados de Violeta se fixaram nele enquanto ele levava seu dedo brilhante à boca, seu olhar nunca deixando o dela.
Ele chupou seu dedo limpo, saboreando cada gota como se fosse preciosa, seus olhos escuros e semicerrados fixados nela enquanto ele gemia baixo na garganta, um som tão pecaminoso que enviou outro arrepio pela espinha dela.
“Pelos deuses,” ele murmurou, sua voz espessa de satisfação. “Você tem gosto do próprio céu.”
O olhar de Asher percorria sobre ela, devorando cada detalhe de seu estado desgrenhado. Seu cabelo caía em emaranhados selvagens ao redor de seu rosto corado, seus lábios inchados.
A visão dela, desfeita e tremendo, enviou uma satisfação sombria através dele. Sua expressão era uma de triunfo, predatória e implacável, como se ele tivesse vencido uma batalha que só ele estava lutando.
“Você é virgem,” Asher disse de repente, as palavras caindo sobre a sala como um relâmpago.
Seus olhos se estreitaram, escuros e astutos. “Posso sentir o cheiro do seu sangue virgem.”
Ela congelou, o ar saindo de seus pulmões de uma vez. Por um momento, Violeta não conseguiu se mover, nem mesmo pensar, seu sangue tão gelado que parecia que suas veias haviam congelado. Mas então, como um fogo se acendendo em seu peito, a raiva rugiu para a vida. Como ele ousava? Como ele ousava reduzi-la a isso? Sua fúria explodiu, e ela empurrou seu peito com toda a força que pôde reunir.
“Você é um filho da puta!” Violeta estourou, sua voz tremendo de raiva, mas Asher mal se moveu sob seu ataque.
Em vez disso, suas mãos dispararam, agarrando seus pulsos com um aperto de ferro. Ele a puxou para mais perto, sua força sobrepujando a dela com uma facilidade sem esforço. Ela lutou, torcendo e brigando em seu controle, mas foi inútil. Seu aperto se apertou até que ela foi forçada a parar, suas respirações vindo em arfadas curtas e afiadas.
“Chega,” Asher rosnou, sua voz baixa e perigosa, uma ameaça envolta em veludo. “Escute com atenção, pequena rainha.”
Seu rosto estava a centímetros do dela, seu olhar penetrante. Havia uma borda nele, algo inflexível e possessivo que fazia seu sangue ferver com uma mistura de fúria e trepidação.
“Não me importa o que você faça com Alaric,” ele disse, seu tom enganosamente calmo, embora a borda de perigo abaixo dela fosse evidente como a luz do dia. “Jogue seus jogos, deixe-o pensar que ele ganhou seu coração. Não faz diferença para mim.”
Violet abriu a boca para retrucar, mas Asher a interrompeu, seu aperto nos pulsos dela se apertando apenas o suficiente para fazê-la pausar.
“Mas marque minhas palavras,” ele continuou, sua voz baixando para um sussurro ameaçador que a fazia tremer. “Sua primeira vez? Essa é minha. Eu te vi primeiro. Você é minha.”
O coração de Violeta batia no peito, medo e fúria lutando pela dominância. Ela o encarou, seus lábios se separando em protesto, mas suas próximas palavras roubaram o fôlego de seus pulmões.
“Desafie-me. Dê-se para ele, e eu o matarei eu mesmo.” O tom de Asher estava frio, totalmente desprovido de misericórdia, como se ele estivesse enunciando um fato imutável. “Eu o rasgarei em pedaços, pedaço por pedaço, e vou garantir que você esteja lá para ver. Então vá em frente, pequena rainha. Teste-me.”