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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 126

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  3. Capítulo 126 - 126 Alguém Morreria 126 Alguém Morreria Deus não. Não ele
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126: Alguém Morreria 126: Alguém Morreria Deus não. Não ele.

Justo quando Violeta achava que seu dia não poderia piorar, lá estava ele, sorrindo para ela como se fosse dono não apenas do universo, mas dela também. A pura arrogância que dele emanava era suficiente para embrulhar o estômago dela.

Infelizmente, depois do encontro emocionalmente desgastante com Micah, Violeta não tinha energia para lidar com as palhaçadas de Asher. Ela imediatamente tentou fechar a porta na cara dele, mas Asher, sempre ágil, colocou a mão no caminho. A força bruta dele a sobrepujou, e a porta escapou de seu controle, batendo na parede.

Asher entrou como se fosse o dono do lugar, fechando a porta atrás de si. Violeta instintivamente recuou, seu coração batendo mais forte ao perceber que estava presa.

“Saia agora mesmo,” ela ordenou, embora sua voz vacilasse ligeiramente sob a intensidade do olhar indecifrável dele.

Mas Asher ignorou-a, movendo-se propositalmente devagar e diminuindo a distância entre eles. Violeta recuava a cada passo que ele dava para frente até que suas costas encontraram a borda da mesa. Com pânico, ela tentou desviar dele, mas Asher foi mais rápido, sua mão contornando sua cintura e empurrando-a de volta contra a mesa.

“Não tão rápido, pequena rainha roxa,” ele provocou.

Violeta lutou contra ele. Tentou chutá-lo no mesmo lugar que tinha feito antes, mirando no seu entrepernas, mas Asher estava preparado desta vez. Ele juntou as pernas a tempo, bloqueando-a.

“Haha, não outra vez,” ele riu com arrogância.

“O que diabos você quer?” Violeta o empurrou com força no peito, tendo se acalmado um pouco. Mas Asher não se moveu, firme como uma rocha.

“Você, é claro,” ele disse simplesmente, suas palavras escorrendo um charme enfurecedor.

“Não.” Violeta disse firmemente, sua frustração transbordando. “Você não pode continuar fazendo isso comigo! Eu não sou sua, Asher! E caso você tenha esquecido, eu estou em um relacionamento com o Alaric. Então isso — seja lá o que for entre nós — tem que acabar agora!”

O ambiente estava carregado de tensão, o peito de Violeta subindo e descendo enquanto ela encarava Asher. Seus olhos escuros se fixaram nos dela, estreitando-se perigosamente.

O coração de Violeta batia descontroladamente, cada instinto dizendo que tinha acabado de cometer um grave erro. No entanto, quando ela esperava que ele reagisse com violência ou, no pior dos casos, a agredisse, seu sorriso voltou ao invés disso, mais perigoso do que nunca.

“Aprovado por quem?” Asher perguntou, sua voz um murmúrio aveludado que mandou um arrepio por sua espinha.

“O quê?” Violeta gaguejou.

“Eu não aprovei seu relacionamento com o Alaric,” ele disse, seu tom leve mas cheio de ameaça. “Pelo menos, não ainda. Você moveu minhas peças cedo demais neste jogo de xadrez, pequena roxa.” Sua mão se levantou, tocando seu rosto com um toque quase terno, sua expressão tristemente suave.

Violeta afastou a mão dele com fúria, seus olhos dourados fogo líquido.

“Como você ousa?! Quem é você para me dizer com quem devo sair?” ela rugiu, sua voz tremendo de raiva.

Asher não se abalou, sua calma apenas alimentando sua raiva. Violeta respirou fundo, sua voz cortando o silêncio. “Eu gosto do Alaric, e nada do que você diga ou faça vai me fazer parar de sair com ele. Não me pressione demais, Asher Nightshade.” Ela cuspiu seu nome como veneno.

Mas Asher a estudou, inabalável, seu olhar percorrendo seu peito ofegante como se saboreasse sua raiva. Seus lábios se curvaram num sorriso consciente.

Violeta notou onde seus olhos se demoraram, e o calor subiu às suas bochechas, sua raiva agora entrelaçada com constrangimento. “Pare de olhar para mim assim!” ela sibilou.

“Por quê?” Asher perguntou, sua voz ousada. “Te incomoda?”

“Não faça isso!” Violeta advertiu através de dentes cerrados, cada nervo em seu corpo gritando para ela sair. Ela estava flertando com o perigo. Exceto que não havia para onde ir, presa pelo idiota.

E Asher não era do tipo que recuava. Ele se aproximou mais, o calor de seu corpo se fundindo ao dela até que não restasse um centímetro de espaço entre eles. Ela fez uma pausa quando seu calor a sobrecarregou.

“Você diz que gosta do Alaric,” sua voz era sedosa. “E no entanto você gosta de mim.”

“Eu não—!” Violeta ofegou, sua fala interrompida enquanto os dedos de Asher percorriam seu peito, um toque intencional, leve como uma pena, que mandou uma corrente elétrica por sua espinha.

Asher inclinou a cabeça, seus lábios pairando perto de sua orelha. “Você pode mentir para mim, mas seu corpo não.”

Pânico tomou conta do peito de Violeta enquanto seu coração ecoava em seus ouvidos. Ela estava enrascada, e sabia disso. Ela empurrou seu peito, mas Asher estava à frente, agarrando um punhado de seu cabelo e inclinando sua cabeça para trás. Um grito de dor escapou dos seus lábios enquanto seu controle apertava. Dói.

Ele se inclinou, seus lábios roçando seu pescoço antes de mover-se para sua orelha, sua voz um sussurro sedutor. “Ainda bem que eu adoro compartilhar.”

Seus olhos se arregalaram em choque, sua respiração presa, mas antes que ela pudesse falar ou reagir, Asher capturou seus lábios num beijo ardente. Seu aperto no cabelo dela a manteve firmemente no lugar, e ela lutou contra ele, mordendo seus lábios com força suficiente para tirar sangue. O gosto metálico do sangue dele se misturava com sua própria fúria, mas ao invés de detê-lo, isso parecia incentivá-lo.

O beijo de Asher ficou mais intenso, mais profundo, como se estivesse determinado a reivindicar cada parte dela. Violeta resistiu, suas mãos empurrando seu peito, mas lentamente, sua resolução vacilou. Seus lábios eram implacáveis, atraindo-a, até que o fogo de sua resistência se derreteu na tempestade de sua dominação. Violeta odiava a si mesma por ceder. E ainda assim, ela não conseguia parar.

Violeta gemeu, o som escapando de seus lábios antes que ela pudesse impedi-lo. Asher engoliu o ruído avidamente, suas mãos apertando-a como se não pudesse se saciar o suficiente.

Quando ele finalmente se afastou, seu hálito se misturando ao dela, ele disse, “Você cheira a Alaric, mas quando eu terminar, meu cheiro estará em você também.”

Os olhos de Violeta se arregalaram, sua mente girando. Espera — se o cheiro de Asher ficasse nela, Alaric saberia. Ele o cheiraria, e haveria perguntas, raiva, e mais provável uma luta até a morte.

Seu coração começou a bater acelerado conforme o pânico se misturava ao calor remanescente do beijo. Ela tinha que parar isso antes que saísse do controle. Alaric o mataria se descobrisse.

“Asher, nós não podemos—” Violeta começou, mas seu protesto morreu em seus lábios enquanto Asher tomava sua boca novamente, silenciando suas palavras com outro beijo ardente.

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