Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 118
- Home
- Desafie o(s) Alfa(s)
- Capítulo 118 - 118 Sem Culpas pelo Prazer 118 Sem Culpas pelo Prazer O beijo
118: Sem Culpas pelo Prazer 118: Sem Culpas pelo Prazer O beijo entre eles estava ardente e desenfreado agora que estavam a sós. Os lábios de Alaric devoravam os de Violeta com a intensidade de uma tempestade, deixando-a sem fôlego. Violeta respondeu com igual fervor, suas mãos agarrando os fortes ombros dele enquanto seu corpo se pressionava contra o dele.
Alaric a conduziu para trás até que suas costas encontrassem a fria parede, aprisionando-a contra ela enquanto seus lábios reivindicavam os dela novamente com a força de suas emoções furiosas.
Como se o beijo não fosse suficiente, Alaric o interrompeu brevemente, ofegante. Ele tirou as luvas que havia estado usando todo esse tempo para proteger a verdade de que Violeta era imune ao seu relâmpago. Não na frente de toda a escola.
Mas agora que estavam a sós, ele queria ser livre. Beijá-la sem qualquer empecilho sabendo que nunca poderia machucá-la. Ele queria que ela sentisse todo o brim do poder dele, que ela o absorvesse, para saber o quanto seu relâmpago ansiava por ela.
Quando suas mãos nuas a tocaram, a energia correu para dentro dela como uma corrente. Violeta ofegou, inclinando a cabeça para trás enquanto o poder surgiu através de suas veias, acendendo cada terminação nervosa.
Alaric deixou seu relâmpago fluir livremente, e agora ele cantava dentro dela, amplificando seu desejo até se tornar uma tempestade furiosa. Ela olhou nos olhos dele, agora eletrificados e brilhando com seu poder, e entendeu por que ele amava seu dom. Era intoxicante. Viciante.
Ele a beijou novamente, mais forte dessa vez, e Violeta não conseguiu conter o som alto do gemido que escapou de seus lábios. A energia bruta percorrendo seu corpo apenas intensificou sua necessidade, fazendo seu núcleo de fundir inundar-se de desejo. Sua calça parecia úmida, aderindo à sua pele, e ela tinha certeza de que se dissolveria por completo se isso continuasse.
Mas Violeta não havia vindo aqui apenas para isso. Reunindo toda a sua força de vontade, ela empurrou contra o peito de Alaric, interrompendo o beijo. Seu olhar intenso e encapuzado queimava nela enquanto ele gemia, claramente frustrado. Ele tentou se inclinar novamente, mas Violeta desviou dele.
“Precisamos conversar sobre nós”, disse ela a ele.
Alaric suspirou, o som pesado com relutância. “Tudo bem”, disse ele, o tom baixo e áspero. “Vamos conversar. O que você quer saber?”
Violeta manteve sua posição enquanto perguntava: “Estamos juntos, tipo… juntos? Ou é só casual?”
Alaric não respondeu de imediato. Em vez disso, ele deu um passo mais perto, forçando Violeta a recuar até que seus quadris bateram na borda de sua mesa de trabalho que estava desordenada com componentes eletrônicos e laptops. Com força sem esforço, Alaric jogou tudo para o lado e levantou Violeta sobre a mesa. Então ele se posicionou entre as coxas dela, abrindo suas pernas para puxá-la mais para perto.
“Isso parece casual para você?” ele perguntou, sua voz intencionalmente lenta, enquanto ele esfregava sua ereção contida contra ela, não deixando espaço para dúvidas.
Violeta engoliu em seco, a tensão entre eles densa o suficiente para cortar com uma faca. Seu corpo doía por ele, mas ela precisava de clareza.
“Sou viciado em você”, disse Alaric, a voz baixa e grave. “E estou com medo de que não haja volta agora.” Ele se inclinou, seus lábios percorrendo o pescoço dela enquanto ele dava mordiscadas e beijos em sua pele, deixando-a ofegante e suspirando.
Violeta estava tentada a ceder, mas ainda tinha perguntas. “Eu sei sobre a Elsie e o acordo com o Rei Alfa.”
Alaric congelou contra ela, sua culpa visível na tensão de seus ombros. Recuando, ele encontrou o olhar dela.
“Não tenho sentimentos pela Elsie”, ele disse honestamente. “Mas não vou mentir. Pode ser que eu acabe com ela. É… complicado.”
“Entendo”, disse Violeta, surpreendendo-o. “Não me importo com sua situação, contanto que você não me traia com ela enquanto estivermos juntos. Quando nos formarmos, se você escolher ela, que assim seja. Mas enquanto estamos juntos, você é meu.”
Os lábios de Alaric se curvaram em um sorriso. “É você e eu, Violeta. Mais ninguém.”
Com isso, ele a beijou novamente, desta vez mais lentamente e docemente, uma promessa envolta em ternura. Violeta se derreteu nele, sua determinação vacilando até que ela se lembrou de suas fronteiras.
“Também”, disse ela entre beijos, “sem sexo. Não agora. Não hoje. Eu ainda não estou pronta.”
Alaric deu uma risadinha, pressionando sua testa contra a dela. “Tudo bem”, concordou ele. “Deixe-me te levar para um lugar mais confortável, então.”
Antes que Violeta pudesse questioná-lo, ele a apanhou e a atirou sobre seu ombro como um saco de farinha.
“Seja gentil!” ela gritou, rindo apesar da situação.
Em resposta, Alaric deu um tapa brincalhão em seu traseiro, fazendo com que ela ofegasse. Violeta, sem ser de recuar, estendeu a mão de sua posição de cabeça para baixo e deu um tapa no traseiro dele em troca. A risada dele ecoou pelo espaço enquanto ele a carregava para uma porta escondida que ela não havia notado antes.
Empurrando-a, Alaric entrou em um pequeno quarto aconchegante escondido atrás de sua oficina. Era simples, mas convidativo, com uma cama, um sofá e uma mesa.
Ele a colocou no chão delicadamente, e Violeta olhou ao redor, surpresa. “Como não percebi isso antes?”
“É o meu refúgio”, explicou Alaric, sorrindo. “Um lugar para descansar depois de noites trabalhando até tarde.”
Ele caminhou até o sofá e se sentou, batendo na perna para indicar onde ela deveria sentar. Violeta não conseguiu resistir ao gesto. Ela sorriu, balançando os quadris enquanto se aproximava. Então ela o montou, sentando-se diretamente sobre sua ereção, e arrancando um gemido dos lábios dele.
“Você é bem maliciosa, não é?” Alaric provocou, suas mãos deslizando por baixo da saia dela para segurar seu traseiro nu, pressionando-a mais perto.
Violeta se inclinou para a frente, capturando os lábios dele em um beijo profundo e lascivo. Seus quadris começaram a se mover, esfregando contra ele enquanto ele guiava o ritmo dela com as mãos. Seus gemidos preenchiam o quarto, o calor entre eles se intensificando até que—
Um toque alto e insistente despedaçou o momento. Violeta tentou ignorá-lo, mas o som persistiu.
“Merda. Atenda”, murmurou Alaric, claramente frustrado enquanto soltava um palavrão em voz baixa. Por que o universo o odiava?
Relutantemente, Violeta se afastou, ofegante enquanto ela saía do colo de Alaric. O rosto corado dele e o jeito que seu peito subia e descia diziam que ele ainda estava lutando para recuperar o próprio fôlego. Ele gemeu suavemente, passando uma mão pelos cabelos desalinhados, a tensão em seu corpo palpável.
“Isso está me matando”, murmurou Alaric, a voz baixa e cheia de uma mistura de frustração e diversão enquanto ele ajustava sua posição no sofá, sua necessidade por ela óbvia.
Violeta deu um leve sorriso, mas não respondeu, virando nos calcanhares para pegar seu telefone na oficina principal. Quando retornou ao pequeno quarto, sua testa estava franzida e Alaric notou imediatamente.
“O que há de errado?” ele perguntou, sentando-se mais ereto com preocupação, seus olhos azuis penetrantes buscando o rosto dela.
Violeta soltou um suspiro, segurando seu telefone. “É uma mensagem”, disse ela. “Parece que perdi minha sessão de aconselhamento mais cedo com o Sr. Richmond, e agora, foi remarcada para hoje.”