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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 100

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100: Peça Desculpas 100: Peça Desculpas “Bem-vinda de volta ao mundo dos vivos.”

Essas foram as primeiras palavras que Violeta ouviu ao abrir os olhos. A voz familiar pertencia a Adele, a curandeira sempre sarcástica que parecia se divertir encontrando humor nas desventuras de Violeta.

“Onde estou?” Violeta gemeu, com a cabeça latejando enquanto sua visão se ajustava. Ela instintivamente alcançou a parte de trás da cabeça, franzindo ligeiramente de dor residual.

“Você também bateu seu cérebro na luta?” Adele provocou, seu tom impregnado de humor seco. “Onde você acha que está? Se não no hospital, ou você imaginou que eu estaria te tratando no dormitório como da última vez? Você sabe o quão caro é me contratar para serviço domiciliar? Garota, eu sou uma curandeira, e existem literalmente menos de dez da minha espécie no mundo inteiro.” Ela se gabou.

Violeta revirou os olhos e respondeu, “E ainda assim você escolhe estender seus serviços honrados a uma escola cheia de adolescentes irritados e excitados?”

Adele soltou uma risada, inabalada pela provocação. “Ha! Boa, Violeta. Mas para sua informação, foi ordem do Rei Alfa. Ele queria que eu ficasse aqui de olho nos alfas cardinais. Ele não quer que nada aconteça com seus herdeiros. Como todos nós sabemos, ele está… bem, vamos apenas dizer que o trono não pode ficar vago tão cedo.”

Violeta levantou uma sobrancelha, estudando Adele. “Então, em uma palavra, você é a espiã dele?”

Adele congelou no meio do movimento, sua mão pairando logo acima da cabeça de Violeta. Ela soltou um suspiro pesado. “Às vezes eu não sei se te odeio ou te amo”, ela murmurou.

Violeta sorriu. “Então, você já me denunciou para ele também?”

Adele revirou os olhos. “Você se acha demais. Você acha que o Rei Alfa se importa com cada garota que cruza o caminho de seus herdeiros? Por favor. Eu já te disse com quem eles vão acabar no final, e nem você nem Asher podem mudar isso.”

Ela colocou sua mão verde brilhante na cabeça de Violeta, a energia curativa se infiltrando. Quando a luz recuou, ela assentiu. “Você está perfeitamente saudável. No entanto, tente não se meter em confusões desta vez. Estou realmente cansada de ver seu rosto aqui. E você pode nem sempre ter o Alaric te arrastando para cá. Já te disse, fique longe do hospital.”

“Você acha que eu fiz isso de propósito para ganhar acesso ao hospital?” Violeta estava irritada com sua suposição.

“Quer você tenha feito de propósito ou não, você deve estar consciente de situações que a levariam para lá! Lutar contra Asher foi uma decisão estúpida.”

“Eu não escolhi lutar com ele!” Violeta respondeu irritada. “Asher me escolheu para me humilhar na frente de todos. O que eu deveria fazer? Deitar e deixar ele fazer o que quisesse?”

Adele apertou a ponte do nariz, murmurando algo em baixo tom antes de responder. “Eu não deveria ter concordado em ficar de olho em você. Você dá muito trabalho.”

Os olhos de Violeta se arregalaram. “Espera. Alguém te pediu para ficar de olho em mim? Quem? Quem pediu?”

Adele lhe deu um olhar penetrante, não impressionada pela curiosidade dela. “Quem mais? O obcecado pela sua existência.”

O coração de Violeta saltou uma batida. “Asher?” ela perguntou, sua voz uma mistura de incredulidade e irritação. “Mas… por que ele faria isso?”

Adele interrompeu com um escárnio. “Vocês dois são tóxicos um para o outro. Mas sabe de uma coisa? Façam o que quiserem. Estou cansada de ser a árbitra.”

Antes que Violeta pudesse pressioná-la mais, Adele a dispensou. “Você pode ir embora quando estiver pronta”, ela disse de forma desdenhosa, se virando.

Sem que Violeta soubesse, Adele tirou do bolso a seringa de sangue que havia retirado de Violeta enquanto ela estava inconsciente. Havia algo estranho naquela garota e ela pretendia descobrir.

Sozinha, Violeta sentou na borda da cama, seus pensamentos girando. Asher pediu a Adele para ficar de olho nela? Foi por preocupação genuína? Ou foi apenas outra maneira de ele manter controle?

Violeta caiu de volta na cama, seus olhos fixos no teto como se ele tivesse todas as respostas que ela buscava.

Quase imediatamente, a cortina branca que lhe dava privacidade foi empurrada para o lado com um estalo agudo, assustando Violeta de seus pensamentos. Ela olhou para cima, seu coração quase parando quando reconheceu a figura em pé na sua frente.

Asher Puta Nightshade.

Por um momento, Violeta esqueceu como respirar. Seu olhar se fixou no dele, a tensão no ar espessa e sufocante. As feições nítidas de Asher eram tão indecifráveis quanto sempre, mas seus olhos ardiam com algo que ela não conseguia decifrar. Ele não estava usando seus óculos habituais, e havia um pequeno curativo atravessando a ponte do seu nariz.

Por favor, não me diga que quebrei o nariz dele, Violeta pensou, estremecendo com a realização. Ela estava sozinha com ele em um espaço confinado, e ele tinha todas as oportunidades de fazê-la pagar. Seu coração trovejava em seu peito enquanto ela o via se aproximar, cada passo medido o trazendo mais perto.

“Asher…” ela começou, sua voz trêmula, mas antes que pudesse dizer mais, ele estava bem na frente dela.

Sem aviso, Asher estendeu a mão, agarrando um punhado de seu cabelo. O puxão repentino e agudo fez ela gritar de dor, mas qualquer protesto posterior foi silenciado quando os lábios dele se chocaram contra os dela.

Santo Criador do Universo.

O beijo a deixou atônita, sua mente girando. Por um breve segundo, ela ficou congelada, incapaz de processar o que estava acontecendo. Então a realidade a atingiu—Asher Nightshade a tinha beijado. O coração de Violeta batia como um tambor, cada nervo em seu corpo despertando para a vida.

Mas mesmo quando ele parou, Asher não se afastou. Ele ficou lá, seu rosto próximo o suficiente com seus olhos intensos penetrando nos dela como se silenciosamente fizesse uma pergunta… como se esperasse sua permissão.

Ela não deveria permitir isso. Violeta sabia que não deveria. Isso estava errado em tantos níveis. Ele era seu tormento, seu pesadelo em cada momento acordado. E ainda assim…

Talvez Adele estivesse certa. Talvez eles fossem tóxicos um para o outro, porque, em vez de empurrá-lo para longe, Violeta agarrou seu rosto com ambas as mãos e o beijou de volta.

No segundo em que seus lábios se encontraram novamente, não foi mais hesitante ou questionador. Era ardente, desesperado, febril. A língua de Asher encontrou a dela, entrelaçando-se em um ritmo aquecido. Violeta gemeu suavemente, suas mãos agarrando o cabelo dele enquanto o puxava para mais perto, seus corpos se pressionando.

O beijo era cru e explosivo, como se estivessem liberando cada grama de frustração, raiva e tensão que já haviam sentido um pelo outro. Era uma dança de emoções que nenhum deles conseguia nomear, a raiva, a paixão, o alívio e algo mais profundo que eles não ousavam reconhecer, todos se misturando.

Eles não pararam. Asher e Violeta não podiam parar. Era como se estivessem tentando devorar um ao outro, para apagar a memória de quão perto eles haviam chegado de se matar no piso do salão de treinamento.

Se essa era a maneira de Asher dizer ‘desculpa’, então ela talvez não odiasse tanto….

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