Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

De Marginal a Ídolo: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência - Capítulo 946

  1. Home
  2. De Marginal a Ídolo: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência
  3. Capítulo 946 - 946 Obrigado 946 Obrigado Chovia torrencialmente
Anterior
Próximo

946: Obrigado 946: Obrigado Chovia torrencialmente, transformando as ruas em rios de cinza. Funcionários de escritório, ensopados e miseráveis, caminhavam pela calçada, com a mente longe das fofocas e política de escritório habituais. Tudo o que queriam era escapar do tempo sombrio e se aconchegar no calor de suas casas. Mas quando chegaram ao saguão do Edifício Azure, não puderam deixar de falar sobre a maior revelação de ontem.

“Podemos sequer aceitá-lo de volta?” uma mulher sussurrou, com a barra do casaco encharcada.

“Não podemos!” seu colega sibilou, balançando a cabeça enquanto apertava a maleta. “O contrato está anulado. Além do mais, eles já o substituíram pelo Joonie.”

“Honestamente, é uma perda para nós. Dispensamos um dos maiores ídolos da geração. Deveríamos ter esperado até que ele fosse provado culpado ou inocente.”

Ambos tremiam, mas não era só pelo frio. A notícia havia sacudido a Azure Entertainment até o âmago. June — o menino de ouro do EVE, sua máquina de fazer dinheiro — havia sido provado inocente. As acusações que viraram seu mundo de cabeça para baixo haviam se desfeito em pó, deixando todos se perguntando o que aconteceria a seguir.

À medida que a conversa acabava, os funcionários de escritório viram alguém caminhando em direção ao prédio. Eles piscaram, incertos se estavam vendo coisas.

“É aquele… June?”

June caminhou pelo escritório como se o sol tivesse aparecido só para ele. Ele não estava curvado ou escondendo-se sob um capuz. Ele andava com uma confiança que virava cabeças até em um dia cinzento como este. Seu sorriso era radiante, e sua postura gritava liberdade, como se ele nem tivesse sido acusado!

Os funcionários de escritório ficaram congelados, de boca aberta enquanto ele passava, indo direto para as portas da Azure.

Para surpresa deles, June parou diante deles, com os cabelos molhados grudados na cabeça e algumas gotas de água na pele. No entanto, isso não o fazia parecer menos atraente. Pelo contrário, o fazia parecer ainda mais charmoso!

“Posso usar seus cartões de identificação para entrar?” ele perguntou com um sorriso brilhante. “Eu já perdi o meu cartão.”

Os funcionários de escritório se olharam antes de consentir sem pensar.

Lá dentro, a atmosfera estava igualmente tensa. No escritório de Lei, as coisas estavam desmoronando mais rápido do que se podia controlar.

“Como isso é possível?” a voz de Lei cortou a sala enquanto ele batia o telefone. Seus olhos agudos se voltaram para Dan, que estava em pé, de forma desajeitada, perto da porta.

Dan estremeceu, coçando a parte de trás do pescoço nervosamente. “E—Eu não sei. Ela mudou a versão dela. Não temos mais o que fazer agora, senhor.”

Lei andava de um lado para o outro, com a mente acelerada. “Não temos mais o que fazer? Está brincando comigo? Tínhamos tudo planejado!” Suas mãos se fecharam em punhos. “Onde está Scar?”

“Scar?” Dan guinchou, se movendo desconfortavelmente. “Bem, eu ainda não consegui contato com ela. A família dela—”
“Desapareceu,” Lei rosnou. “Você acha que eu não sei disso?”

Dan engoliu em seco. Scar tinha sido o trunfo deles — a garota que tinha estado no clube naquela noite, que poderia ter enterrado June com um depoimento. Lei havia prometido a ela um contrato de atriz, um atalho para os holofotes, se ela apenas fizesse isso. E ela havia aceitado, relutantemente. Mas agora? Ela havia sumido, desaparecido como fumaça ao vento.

“As fotos que você tem,” Lei continuou, com uma voz baixa e perigosa, “são inúteis. Elas só mostram ele no clube. Elas não provam nada.”

Dan permaneceu silencioso, tentando encontrar uma resposta, mas nada que ele dissesse acalmaria Lei.

“E agora a família da vítima saiu do radar.” Lei beliscou a ponte do nariz, sentindo uma dor de cabeça se aproximando. “Ela está fora do nosso alcance. Não há mais testemunha para incriminá-lo.”

“Talvez ainda possamos—” Dan começou, mas foi interrompido quando a porta rangeu aberta.

June entrou na sala, trazendo consigo uma calma súbita e quase fantasmagórica. Ele não parecia afetado pela fúria de Lei ou pela energia nervosa de Dan. Ele estava simplesmente… lá, sorrindo como um homem que saíra da tempestade do outro lado.

“Estou aqui apenas para buscar algo,” June disse, com sua voz sempre suave.

Os olhos de Lei se estreitaram. “Jay já pegou todos os seus pertences”, ele cuspiu entre dentes cerrados. “Você não pode estar aqui. Você não faz mais parte da Azure.”

O olhar de June vagou preguiçosamente pelo quarto antes de pousar em Lei. A tensão estava espessa, e Dan sentiu um arrepio subir pela espinha enquanto June e Lei se encaravam. Havia algo não dito entre eles, algo que fez Dan querer estar em qualquer lugar, exceto ali.

“Você reformou o seu escritório?” June perguntou. “Por que parece… pior do que antes? Perdeu todo o dinheiro assim que saí da empresa?” June perguntou em um tom de provocação.

Por um momento, o silêncio pairou no ar. Então, Lei sorriu com desdém. “Você ainda acha que pode continuar sua carreira assim? Mesmo com as acusações retiradas, você não é nada sem o EVE. As outras empresas não vão querer alguém como você – um ídolo desafiador, problemático e sem lealdade à sua agência.”

O sorriso de June não vacilou. Na verdade, pareceu se ampliar. “É isso que você acha?”

A expressão de Lei se endureceu. “Eu sei.”

Os olhos de June brilharam com diversão. “Vamos ver.”

Dan se mexeu nos pés, olhando nervosamente entre os dois. Ele não tinha certeza do que era mais perturbador: a raiva mal contida de Lei ou a calma de June.

“Você não vai encontrar outra empresa,” Lei continuou, sua voz impregnada de veneno. “Você acha que pode sair daqui e simplesmente assinar com outra? Está sonhando. A indústria não funciona assim. Ninguém quer uma responsabilidade.”

June deu uma risada baixa, balançando a cabeça como se Lei tivesse acabado de contar uma piada. “Ah, não se preocupe. Não estou aqui para atormentar você, Lei.”

Lei ergueu uma sobrancelha, claramente não esperando por aquilo. “Então por que você está aqui?”

June fez uma pausa, seu olhar travando com o de Lei mais uma vez. “Estou aqui apenas para dizer obrigado.”

As palavras pairaram no ar como uma bomba prestes a explodir. Lei e Dan olharam para ele, confusos.

“Obrigado?” Lei ecoou, seu tom afiado com incredulidade.

O sorriso de June nunca vacilou. “Sim. Obrigado por me deixar sair da Azure de graça.”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter