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De Marginal a Ídolo: Transmigrando para um Reality de Sobrevivência - Capítulo 145

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145: Acordado a Noite Toda 145: Acordado a Noite Toda “Tá certo, pessoal. Acho melhor a gente ir dormir,” Sehun disse, bocejando. “Queremos dormir bastante para amanhã.” 
“Vamos nessa,” C-Jay disse, contagiado pelo bocejo de Sehun. 
“Mesmo dizendo que íamos terminar cedo hoje, ainda acabamos praticando até as 22h,” Jakob falou rindo. 
“Isso é cedo pra mim agora,” C-Jay disse. “Vocês são monstros da prática. Eu vou nessa. Meus olhos estão prestes a cair.”

“Boa noite!” 
“Boa noite!” 
Eles trocaram cumprimentos antes de voltar para seus quartos. June caminhou de volta ao seu quarto, mas ao ficar em frente à porta, sentiu que ainda tinha algo a fazer. 
June tirou da bolsa a folha de letra e a olhou admirado. 
Mesmo tendo elevado sua habilidade no rap para um B-, ele ainda não se sentia satisfeito. 
June precisava melhorar ainda mais se quisesse derrotar a Equipe Ascensores. 
E agora, havia apenas uma maneira de fazer isso — praticar. 
A prática leva à perfeição. 
Isso é definitivamente uma porra de mentira. 
Se a afirmação estivesse correta, então o antigo Choi Joon-ho já teria conseguido tudo A’s. 
Entretanto, mesmo que a prática não leve à perfeição, com certeza leva à melhoria, ainda mais porque June já tinha construído uma boa base no rap. 
Com isso em mente, ele decidiu ir ao lugar que serviu como seu refúgio durante essa missão. 
Enquanto caminhava, ele murmurava a letra em voz baixa, sem querer desperdiçar nenhum momento. 
No entanto, June estava tão absorto em seus pensamentos que esbarrou em outra pessoa. 
“Desculpa,” ele pediu ao indivíduo à sua frente. 
Xin. 
Xin tinha um olhar debochado enquanto encarava June nos olhos. 
“Que surpresa te encontrar aqui, ex-colega de equipe,” Xin exclamou com falsa alegria. 
June apertou os lábios e assentiu, sem estar no clima para conversar. 
Xin clicou a língua em irritação. “Você realmente se acha melhor que eu, não é?”

June franziu a testa. “Eu nem disse nada.”

“E não precisa,” Xin disse. “Eu posso ver nos seus olhos — você me despreza. Eu fui um tolo por pensar que você era uma boa pessoa. Hoon sempre esteve certo,” ele sussurrou o último comentário, então June não conseguiu ouvir.

“Do que você está falando?” June perguntou. 
Xin pigarreou. “Onde você está indo?” ele perguntou de repente, mudando de assunto. “Você ainda não vai dormir?”

June ficou ainda mais confuso. Mesmo assim, ele respondeu, pois não queria prolongar a conversa. 
“Não,” June respondeu. “Agora, se você não tem mais nada a dizer, então eu vou embora.”

Com isso, June deixou o cara estranho sozinho. 
Enquanto Xin se virava para observar June se afastar, ele sorriu maliciosamente para si mesmo. 
“Idiota…idiota, June,” Xin murmurou. 
Xin estava procurando a oportunidade perfeita para invadir o quarto dele depois que Hoon instruiu-o a encontrar algo…qualquer coisa sobre June, e ele nunca teve a oportunidade já que June estava sempre em seu quarto. 
Contudo, agora era sua chance perfeita. 
Akira é o colega de quarto de Xin, então ele sabia que o ídolo japonês já estava dormindo em seu quarto. Além disso, Jaeyong,  o colega de quarto de June, também tinha ficado nesse quarto, depois que a Equipe Ascensores expulsou June. 
Era óbvio que ele ainda se sentia culpado pela maneira como a situação se desenrolou.

Jisung, baseado nas histórias que ele ouviu, é um sono muito pesado. 
Então, ele não seria um grande problema. 
Com passos sorrateiros, Xin caminhou até o quarto do June e abriu a porta. Como esperado, estava destrancada. 
As portas deveriam estar destrancadas nos dormitórios já que a equipe de produção disse algo sobre suas vidas sempre terem que estar “acessíveis” ao público. 
Ao abrir a porta, ele rapidamente tirou o casaco e cobriu a câmera antes de entrar no quarto. 
Então, ele não perdeu tempo e foi até a cama do June. Ele ligou a lanterna do celular antes de olhar para Jisung. De fato, ele estava imóvel como um tronco. 
Ao iluminar a cama do June, Xin parou e encarou por um segundo. 
Estava arrumada com perfeição, como as de um hotel!

Até o criado-mudo parecia saído direto de um catálogo de casa. Seus cremes, lâmpadas, acessórios e máscaras estavam perfeitamente posicionados em cima da mesa de madeira!

Xin clicou a língua ao não encontrar nada suspeito com seus itens. Ele fez questão de colocar todos os objetos nos seus lugares originais para não levantar suspeitas. 
Sentindo-se decepcionado, ele se jogou no chão e colocou o telefone de lado. 
No entanto, a lanterna do celular iluminou o conteúdo embaixo da cama do June, fazendo com que Xin parasse. Ele se pôs de quatro para espiar debaixo da cama e viu vários itens escondidos lá! 
E não eram quaisquer itens! 
Estes eram artigos de luxo! 
Xin quase gritou quando puxou as sacolas de papel contendo um sapato caro e um relógio. 
Ele franzia a testa enquanto os observava. 
S
endo que C-Jay tinha uma boca grande e barulhenta, Xin conseguiu ouvir que as condições de vida do June não eram as melhores. 
Pelas histórias dele, parecia que June era pobre. 
Porém, olhando para esses itens, poderia haver mais do que aparenta. 
Então, sem hesitar, Xin tirou fotos dos itens um por um. 
Ele definitivamente vai enviar essas para Hoon. 
***
“Mais uma vez,” June suspirou. 
“Porra! Só mais uma vez…”

“Tudo bem, uma mais e eu termino.”

“Essas malditas letras são difíceis de rappar. Por que diabos eu as escrevi?”

“Ok, pela última vez, vamos lá.” 
June sempre foi um homem de persistência, e esta noite não foi exceção. Na escadaria mal iluminada, repleta de papéis amassados, com frustração estampada em seu rosto. Ele vinha praticando a noite toda, em busca de um elemento “ausente” em sua voz que parecia fugir dele. 
“Vamos, June, se concentre,” ele murmurou para si mesmo, passando a mão pelos cabelos desalinhados. Ele reproduziu a gravação de sua última tentativa, franzindo a testa enquanto ouvia críticamente.

Havia algo faltando, algo que o incomodava como uma coceira que ele não conseguia alcançar. 
Inabalável, ele continuou, repetindo a melodia várias e várias vezes, experimentando diferentes entonações e levando seus limites no rap ao extremo. As horas pareciam se fundir conforme ele perseverava pela noite, cada tentativa o levando mais perto da perfeição.

Então, após o que pareceu um milhão de tentativas, June finalmente suspirou satisfeito. 
“Merda,” ele murmurou. “Estou cansado. Hora de ir pra cama.” 
Ele voltou para o seu quarto, cambaleando um pouco por causa do cansaço. 
Raios de sol invadiam pelas janelas, mas June nem os notava. 
“June,” Zeth, que tinha saído do seu quarto, cumprimentou-o com um sorriso triste. 
Entretanto, tudo que June conseguia ouvir era o som de uma suave canção de ninar. 
Zeth apertou os lábios e segurou um soluço enquanto olhava para a figura cambaleante de June. 
“Ele deve estar realmente triste com isso,” ele murmurou. 
June estava apenas com sono. 
Ele chegou no seu quarto e viu Jisung já se arrumando. 
“Você acordou tão cedo,” June disse, com a voz bastante rouca. 
“Huh?” Jisung inclinou a cabeça confuso. 
Assim que estava prestes a se jogar na cama, a exaustão tomando conta, o som estridente do seu alarme da manhã o fez despertar. Ele olhou para o relógio incrédulo.

“Que diabos?” ele exclamou. 
Já é de manhã?

Ele tinha praticado a noite inteira, tão perdido na busca pela perfeição que falhou em perceber o valor do tempo. 
Era o próximo dia — o dia da missão. 
June suspirou de frustração, irritado por não ter conseguido seu precioso sono. 
No entanto, ao seus olhos pousarem no criado-mudo, ele viu algo que o fez acordar completamente. 
Na mesa de cabeceira, havia uma mudança de ângulo sutil… meros 15 graus. 
Mas June percebeu. 
“Quem mexeu no meu hidratante?”

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