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Cuidadora de um Vampiro - Capítulo 321

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  3. Capítulo 321 - 321 Como você se sente 321 Como você se sente Everly e Léia
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321: Como você se sente? 321: Como você se sente? Everly e Léia observavam o homem alto e musculoso que estava sentado com as pernas cruzadas. Ele era o homem que Valerio tinha enviado para que elas encontrassem.

“Vocês descobriram onde ele está?” Everly perguntou. Ela estava nervosamente mexendo em suas mãos.

O jovem homem de cabelos loiros acenou com a cabeça para ela.

“Sim. Parece que ele foi sequestrado no parque. Eu rastreei o perfil dele, e esse homem se chama Rapahel. Ele é dono de um popular casi—”
“Raphael!” Everly exclamou, com o coração começando a bater aceleradamente.

Levain estava bem? Ele fez algo com ele? Essas perguntas não paravam de surgir em sua mente.

O jovem homem franzia a testa. “Você conhece ele?”

Everly olhou para ele. Ela acenou com a cabeça relutantemente. “Eu… conheço.”

“Então podemos ir buscar Levian, certo?” Léia, que estava sentada ao lado dela, perguntou.

Everly ia responder, mas o jovem homem a interrompeu.

“Oh, ele não está com Raphael mais.”

“O quê?” Everly desviou sua atenção para ele. “O que você quer dizer com isso?”

“Raphael o vendeu para um homem chamado Ferguson. Então, atualmente, seu irmão está com esse homem,” o jovem homem esclareceu.

Everly e Léia se olharam, confusas.

“Quem… é Ferguson?” Léia perguntou.

“Ele é um grande empresário. Ele possui uma empresa de design,” o jovem homem respondeu.

Everly franziu a testa profundamente. “O que ele quer com meu irmão?”

“Eu não faço ideia.” O jovem homem deu de ombros. “Mas se você quiser, eu posso dar o endereço dele para você, e você pode ir encontrá-lo.”

Everly olhou para Léia, e Léia acenou com a cabeça em resposta.

“Me dê,” ela disse.

O jovem homem acenou com a cabeça e anotou o endereço. Ele entregou o pedaço de papel para ela.

“Muito obrigada.” Evely meio sorriu para ele e se levantou da cadeira.

Elas deixaram o escritório e saíram do edifício para encontrar Nihal, que estava esperando por elas ao lado do carro.

“Devemos ir para o endereço?” Léia perguntou.

Everly acenou com a cabeça para ela. “Sim, precisamos. Não temos tempo. Eu não sei o que pode estar acontecendo com ele.”

“Certo.” Léia concordou com ela, e elas se aproximaram de Nihal.

“Você pode nos levar a este endereço?” Everly perguntou.

Nihal olhou para o pedaço de papel e acenou com a cabeça. “Sim. Mas vai levar cerca de uma hora para chegar lá. Normalmente há muito trânsito,” ele explicou.

“Tudo bem. Eu não me importo de esperar,” Everly disse e entrou no carro com Léia.

Nihal fechou a porta e deu a partida no carro. Eles partiram, seguindo em direção ao endereço.

—-
Nix respirou fundo ao sair de seu escritório.

Ele caminhou em direção à ala onde Vincent estava internado. Ele ia abrir a porta, mas no súbito toque de seu telefone, ele parou.

Ele pegou seu telefone do bolso do casaco e olhou para ver que era Lúcio ligando. Uma carranca se formou em sua testa, e ele rapidamente atendeu o telefone.

[Você precisa vir aqui agora, por favor. Ele piorou e está com muita febre]
Nix sentiu seu coração imediatamente dar um salto. Ele desligou a chamada e se moveu para sair do hospital, mas a voz de Vincent o fez parar.

“Nix!”

Ele se virou e olhou para a porta. Com um giro da maçaneta, ele abriu a porta e entrou para ver Vincent, que estava sentado na cama.

“Vincent, está tudo bem?” ele perguntou.

Vincent acenou com a cabeça para ele. “Sim, está tudo bem. Mas… eu ouvi sua ligação. Algo errado com Valerio?”

“Valerio, claro que não,” Nix respondeu.

Um suspiro suave escapou pelo nariz de Vincent. “Por favor, não minta para mim, Nix. Eu sei que algo está errado com Valerio. Por favor, me diga.”

Nix beliscou entre as sobrancelhas e deixou sair um suspiro leve. “Ele está… doente.”

“Doente? Com o quê? Desde quando?” Vincent imediatamente ficou apreensivo. “Não pode ser—”
“É.” Nix acenou com a cabeça para ele. “Piorou, mas não se preocupe, estou tratando dele.”

“Tem certeza? Nada acontecerá com Valerio, certo?” Vincent perguntou. Sua voz estava tremendo.

Nix se aproximou dele e acenou com a cabeça. “Sim, ele ficará bem. Não vou deixar nada acontecer com ele.” Seu sorriso era cínico.

“Preciso ir ver ele agora. Eu volto logo.”

Vincent acenou com a cabeça para ele.

Com um último olhar para ele, Nix virou-se e saiu da ala. Ele desceu correndo as escadas e entrou em seu carro. Ele saiu, acelerando na estrada.

Vinte minutos depois, ele chegou à casa de Valerio. Ele estacionou o carro, desceu e correu para dentro da mansão.

Pela sala de estar, ele subiu correndo as escadas em direção ao quarto de Valerio. Ele parou e deu três batidas leves na porta.

“Valerio, sou eu,” ele disse, e pacientemente esperou que alguém abrisse a porta para ele.

Alguns segundos se passaram, e Lúcio abriu a porta.

Nix imediatamente olhou para a cama para ver Valerio, que estava coberto com o edredom.

Rapidamente, ele se aproximou da cama e ajoelhou-se perto dele. “Valerio, você pode me ouvir?”

Valerio piscou seus olhos preguiçosos e abertos. “Ah, você finalmente veio,” ele disse com uma voz quase inaudível.

Nix franziu a testa para ele. “Por que você está sorrindo?”

“Nada. Estou apenas feliz que você está aqui,” Valerio respondeu.

Uma imensa quantidade de culpa o atingiu, e ele fechou os olhos para engoli-la. “Me desculpe por não vir mais cedo. Eu estava com um paciente.”

“Tudo bem.” Valeiro sorriu.

“Vincent está realmente preocupado com você, então você não pode morrer.” Nix balançou a cabeça para ele.

Valerio riu baixinho. “Eu nunca planejei isso. Provavelmente estarei melhor amanhã.”

Nix sorriu para ele e largou sua bolsa no chão. “Você estará. Eu vou garantir isso.”

“Como você se sente? Igual antes ou diferente?”

“O mesmo, eu acho. Me sinto muito fraco e tenho vontade de tossir de vez em quando,” Valerio esclareceu.

“Ele também tosse sangue.” Lúcio se adiantou.

“Sangue? Desde quando?” Nix levantou a cabeça para olhá-lo.

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