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Cuidadora de um Vampiro - Capítulo 164

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  3. Capítulo 164 - 164 Você me odeia 164 Você me odeia Ao ouvir aquela pergunta
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164: Você me odeia? 164: Você me odeia? Ao ouvir aquela pergunta, uma profunda ruga surgiu no rosto de Lúcio e seus olhos piscaram rapidamente em confusão.

“Do que você está falando?” Ele perguntou, parecendo ter alguma ideia do que ela queria dizer.

Teria ela recuperado a memória?

Ele se perguntou, mas discordou de seu pensamento no momento seguinte.

Ela não parece ter recuperado…

Ele pensou e inclinou a cabeça para um lado. “Você está bem?” Ele perguntou, querendo saber se ela tinha ou não recuperado as memórias, mas o olhar frio e severo que Léia lhe deu fez com que ele franzisse a testa, perplexo.

“O que você fez comigo?!” Léia perguntou novamente, com os dentes trincados e as mãos fechadas em punhos.

Ela tinha visto esse homem várias vezes em seus pesadelos todas as noites.

E nesses pesadelos, ele fazia coisas terríveis que não eram exibidas vividamente para ela.

Mas uma coisa de que ela se lembrava era que ele a havia alimentado com algo. Algo que ela sabia que não era nada bom.

Não só isso, mas nesses sonhos, ela se via implorando a ele e chamando-o de… pai…

“Você é… meu pai, certo?” Ela perguntou, e Lúcio imediatamente ficou inerte onde estava.

Ele olhou para ela e soltou um suspiro suave. “Sim, eu sou.” Ele respondeu.

“Você me odeia?” Ela perguntou, querendo entender se eram apenas pesadelos ou se eles eram reais.

Lúcio olhou para seus olhos negros como a noite, que estavam cheios de expectativa, esperando sua resposta, e suas mãos cerradas se apertaram ainda mais.

Por que ele não consegue dizer?

Por que ele é incapaz de dizer a ela que a odeia? Quer dizer, ele odeia, certo?

Ele nem suporta a simples presença dela, então por que está achando tão difícil dizer que de fato a odeia?

Ele ponderou e, incapaz de se obrigar a responder, olhou para Nix.

“Cuide dela.” Ele disse e virou-se para sair, mas Léia, que não estava disposta a deixá-lo ir até que ele respondesse, correu em sua direção e o segurou pela mão, impedindo-o.

“Você ainda não respondeu à minha pergunta!” Ela disse em tom seriamente firme, e os olhos de Lúcio tremeram.

Ele baixou o olhar para a mão dela que segurava a dele e uma memória familiar do passado refletiu em sua mente.

Por que isso de repente o fazia lembrar daquela vez, anos atrás, quando Léia tinha apenas seis anos de idade?

Ele ainda podia se lembrar vividamente de como ela correu até ele, segurou sua mão com seus dedinhos pequenos e tinha um enorme sorriso no rosto, esperando receber amor paternal dele, mas tudo o que ele lhe deu foi… olhos cheios de ódio.

Ele a tratava como nada além de um incômodo. Ela o deixava enjoado, e ele odiava olhar para ela.

Por que exatamente ele está sendo lembrado daquele momento?

Ele pensou e levantou os olhos para olhar para ela.

Ele lentamente tirou as mãos dela e, sem dizer uma palavra, começou a se afastar, com uma expressão fria no rosto.

É melhor que todos o odeiem.

Eles nunca poderiam ser uma família adorável.

A relação deles ultrapassou a fase de ser consertada, então é melhor que continue assim.

Ele não vai perder seu tempo buscando ilusões que nunca funcionarão. Além disso, é o que ele queria.

Ele concordou com seus pensamentos, e Léia observou a silhueta dele desaparecer de vista.

“Léia, você está bem?” Nix, que estava preocupado, perguntou, mas em vez de lhe dar uma resposta, ela se afastou dele e começou a correr de volta para o quarto, com os braços envolvendo seu corpo como se estivesse com frio.

Ela bateu a porta com força, e Everly virou a cabeça para olhar para Nix.

“Ela vai ficar bem?” Ela perguntou, mas Nix, que não tinha ideia, deu de ombros.

“Eu não sei. Ela não parece bem para mim.” Ele franzu o cenho, e Everly virou-se.

“Deixa eu falar com ela.” Ela disse enquanto começava a caminhar para o quarto dela.

“Everly, eu não acho que—”
“Deixe-me tentar primeiro.” Ela acenou com a mão para ele e caminhou em direção ao quarto de Léia.

Um suspiro fundo escapou do nariz de Nix, e ele virou-se para se dirigir à cozinha em busca de uma garrafa de água, mas Vincent o segurou pela mão, impedindo-o de se mover.

Ele parou e virou a cabeça para olhar para ele. “O que foi?” Ele perguntou.

“Eu sinto muito.” Vincent pediu desculpas.

“Pelo o quê?” Um tanto confuso, Nix levantou a sobrancelha para ele.

“Por ontem à noite… Eu sinto muito pelo que aconteceu.” Ele se desculpou com a cabeça baixa, e Nix lentamente arrancou sua mão dele.

“Sobre isso… Eu também sinto muito.” Ele coçou a cabeça com um sorriso suave nos lábios. “Eu não deveria ter te socado.” Ele disse com um pouco de culpa, e Vincent deu uma risada abafada.

“Tudo bem. Acho que eu mereci.” Ele deu de ombros e tirou a chave do carro do bolso do casaco.

“Que tal eu te pagar um drink?” Ele sugeriu.

Nix, que não esperava isso dele, cruzou os braços e levantou a sobrancelha para ele.

“Por quê? Você nunca me pagou um drink antes. Por que de repente?” Ele perguntou com os olhos cheios de suspeita.

“Como assim, por quê?” Vincent questionou. “Você sabe que essa pode ser a primeira vez, certo?… Ou eu não posso pagar um drink para um amigo?” Ele perguntou.

“Não é isso que eu quis dizer. Eu estou apenas surpreso, só isso.” Nix balançou a cabeça para ele.

“Então vamos.” Vincent se aproximou dele e passou o braço sobre seu ombro. “Eu posso substituir seus óculos também.” Ele disse e Nix imediatamente o encarou sério.

“Você estava surdo quando eu disse que foram feitos especialmente para mim?” Ele franziu a testa. “Não é só sair e comprar.” Ele exclamou incrédulo, e Vincent explodiu em risadas suaves enquanto eles saíam do prédio.

“Tira as mãos.” Nix bateu nas mãos dele e o empurrou para longe. “Sem tocar!” Ele avisou.

“Por que você está de repente soando como… Valerio?” Assombrado, Vincent perguntou, sabendo que Valerio era o único que sempre usava essa frase.

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