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Cuidadora de um Vampiro - Capítulo 135

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  3. Capítulo 135 - 135 Caguei e andei 135 Caguei e andei Junto com Valerio
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135: Caguei e andei! 135: Caguei e andei! Junto com Valerio, Everly chegou à empresa dele, e eles entraram.

Eles caminharam em direção ao elevador, que os levou ao segundo andar.

No momento em que Valerio se virou para ir em direção ao seu escritório, uma voz muito familiar soou em seus ouvidos.

“Valerio!”

Ele se virou, e seus olhos caíram sobre ninguém menos que Vincent, que tinha um imenso sorriso no rosto.

“Vincent.” Uma leve carranca apareceu em seu rosto, e ele ficou ainda mais irritado quando Vincent passou os braços por seu ombro.

“Ei! Para com isso!” Ele o encarou e empurrou seus braços para longe. “Sem tocar!” Ele avisou, e Vincent balançou a cabeça com o que parecia ser um brilho cínico nos olhos.

“Você nunca relaxa, né?” Ele perguntou, e Valerio apertou seus olhos vehementemente para ele.

“O que você está fazendo aqui?” Ele questionou.

“Nada demais. Eu ouvi as novidades!” Vincent sorriu amplamente. “Falando sério, estou bem chateado, sabe. Eu sou literalmente o seu melhor amigo, e você nem conseguiu me contar isso. Que maldade sua!” Ele lamentou com um olhar magoado no rosto, e o olho direito de Valerio tremeu de irritação.

Como esse cara se tornou o seu melhor amigo?

Ele nunca para de incomodá-lo de vez em quando, e é um profissional em falar.

Mas, pensando bem, ele é bem inteligente e o entende melhor, então talvez seja por isso que provavelmente são melhores amigos. Além disso, ele não consegue pensar em mais nada.

Eles não têm nada em comum. Vincent é como o oposto dele.

“Então, quando você ia me contar?” Vincent perguntou.

“Não pronuncie mais uma palavra, Vincent. Você vai fazer meus ouvidos sangrarem um dia. Espero que fique feliz então.” Valerio franziu a testa com uma expressão cansada no rosto, e Vincent não pôde evitar, mas caiu na gargalhada.

“Haish! Você nunca muda.” Ele balançou a cabeça e desviou o olhar para Everly.

Everly desviou o olhar para os lados, sem saber exatamente o que dizer.

“Oi…” Ela murmurou com a cabeça baixa, e Vincent sorriu calorosamente para ela.

“Bom te ver de novo, Everly.” Ele disse a ela, e eles caminharam juntos para o escritório de Valerio.

No momento em que entraram no escritório, que Everly nunca tinha estado, ela abriu a boca em choque e parou.

‘Caramba!! Isso é mesmo um escritório?!’
Ela exclamou em seu coração, com os olhos percorrendo o interior magnífico, que gritava nada além de riqueza.

‘Esse escritório acabou de me chamar de pobre em tantos idiomas!’ Ela refletiu tristemente enquanto pensava, e Valerio, que obviamente ouviu, parou e virou a cabeça para olhar para ela.

Ele a olhou, e o divertimento o superou, resultando em ele selar os lábios imediatamente para resistir à vontade de rir.

Everly, que podia ver a maneira como ele estava olhando para ela, franziu a testa em confusão.

“O quê?” Ela perguntou, sem conseguir entender por que seus lábios estavam apertados como se ele estivesse segurando o riso.

“Nada.” Valerio balançou a cabeça para ela e se moveu em direção à sua mesa para sentar na cadeira.

Everly inclinou a cabeça para um lado, e de repente, parecendo perceber o motivo de ele estar olhando para ela daquela forma, ela franziu o cenho profundamente.

‘Você ouviu, não foi?’ Ela perguntou em forma de pensamento, e Valerio levantou a cabeça para olhar para ela.

“Sim.” Ele assentiu para ela com meio sorriso nos lábios.

Vincent, que não conseguia entender o que estava acontecendo, olhou para os dois com os olhos estreitados em uma linha fina.

“Aff, estou me sentindo um intruso!” Ele passou o dedo pelo cabelo e foi sentar na cadeira oposta a Valerio na mesa.

“Temos uma conversa inacabada que precisamos continuar.” Ele declarou e Valerio levantou a sobrancelha em resposta.

“Do que você está falando?” Ele perguntou.

“O jantar de família. Você ainda vai comigo?” Vincent perguntou, e sem hesitar, Valerio balançou a cabeça negando.

“Não.” Ele recusou.

“Mas por quê? Você é meu melhor amigo, o que significa que você deveria me ajudar em situações como essa.” Vincent explicou.

“Vincent, só porque eu sou seu melhor amigo, não significa que eu tenha que estar lá o tempo todo—”
“Claro que sim, Valerio.” Ele o cortou, fazendo Valerio arquear a sobrancelha para ele. “Eu sempre estive lá por você, certo? Então, por que você não pode fazer o mesmo por mim?” Ele perguntou, e quando não obteve resposta de Valerio, suspirou decepcionado.

“Deixa pra lá.” Ele se levantou da cadeira para sair, mas Valerio agarrou sua mão, impediindo-o.

“Que horas?” Ele perguntou, e um amplo sorriso imediatamente se formou no rosto de Vincent.

“18h, em ponto.” Ele respondeu, e Valerio apertou a testa em profundo estresse.

“Você é um pé no saco.” Ele encarou Vincent, mas Vincent simplesmente deu de ombros antes de se virar para olhar para Everly.

“Peço desculpas. Mas vou precisar pegar ele emprestado para esta noite.” Ele disse a ela, e Everly sorriu constrangida para ele.

“Sem… problemas.” Ela respondeu, e Vincent se virou para Valerio.

“Vou indo agora. Lembre-se de que é às seis horas em ponto. Não se atrase!” Ele avisou e começou a se afastar.

Ele chegou à porta e a abriu, apenas para esbarrar em Rosa, que estava prestes a entrar com tudo.

Sua colisão fez com que Vincent caísse no chão com ela acabando em cima dele.

“Ai.” Ele gemeu com a dor que sentiu nas costas, e no momento em que seus olhos caíram sobre Rosa, que estava por cima dele, ele a empurrou duramente para longe com um olhar de nojo no rosto.

“Parece que vou ter que queimar essa roupa.” Ele resmungou enquanto se levantava do chão.

Este era o tamanho do ódio dele por Rosa.

Rosa se levantou do chão também e o encarou hostilmente.

Eles basicamente se odeiam!

“Eu to nem aí!” Ela debochou e ajeitou seu cabelo ruivo, ignorando Vincent, que a olhava mortalmente.

Ela desviou sua atenção para Valerio, e no momento em que seus olhares se cruzaram, ela engoliu em seco.

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