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Corações Renascidos: A Esposa Devotada do Bilionário - Capítulo 432

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Capítulo 432: CAPÍTULO 396

Antes que os resultados de sua investigação fossem divulgados, Jovan já se tornara o assunto da cidade. Seu nome estava em todos os lábios, e parecia que cada veículo de mídia queria um pedaço dele. Entrevistas seguiam uma após a outra, com repórteres ansiosos para ouvir seu lado da história.

Diante das câmeras, Jovan aparecia calmo e modesto, atribuindo o avanço na tecnologia de “fusão nuclear controlada” ao trabalho duro e dedicação de toda sua equipe. Ele se retratava como um cientista humilde, desviando elogios pessoais mesmo com a admiração do público por ele crescendo.

No entanto, por baixo da superfície, Jovan se deleitava na glória de sua recém-descoberta fama. Suas ações falavam mais alto que suas palavras. Ele começou a agir como se tivesse ganhado uma medalha sem morte, tornando-se mais arrogante a cada dia. Ele chamou abertamente Phoebe para “retornar de seu caminho errado” e exigiu que Kendall, que o havia acusado publicamente de estupro no Weibo, emitisse um pedido formal de desculpas. Jovan deixou claro que, se ela recusasse, ele não teria outra escolha a não ser se defender por meios legais — especificamente, processando-a por difamação.

Esse movimento ousado foi visto por muitos como um poderoso contra-ataque. Os apoiadores de Jovan se uniram a ele, e sua imagem pública como um brilhante cientista parecia apenas se fortalecer. Alguns até foram tão longe a ponto de descartar as acusações contra ele, ignorando as alegações com uma indiferença perturbadora.

“O senhor Jovan dedicou sua vida ao país e ao seu povo”, escreveu um comentarista. “Mesmo que ele tenha se envolvido com algumas estudantes, não importa. O país é obviamente mais importante que algumas garotas.”

Outro entrou na conversa: “Essas estudantes deveriam se orgulhar de ter tido um caso com alguém tão importante quanto o senhor Moran.”

“Kendall deveria pedir desculpas ao senhor Moran”, exigiu uma terceira pessoa. “Não nos decepcione!”

Tais sentimentos ecoaram pelas redes sociais, e esses dias de apoio público e adulação duraram por bastante tempo. Apesar da investigação em andamento por seus superiores, nenhuma evidência concreta do delito de Jovan havia sido descoberta ainda. Seu avanço na fusão nuclear havia se tornado um farol de esperança para a nação, galvanizando ainda mais sua base de fãs. Muitos estavam dispostos a ignorar seu comportamento questionável, afastando acusações como meros mal-entendidos ou exageros.

O grupo de acadêmicos que cercava Jovan parecia igualmente ansioso para protegê-lo. Eles se encobriam uns aos outros, transferindo a culpa e apontando dedos para outro lugar, enquanto desviavam a atenção das autoridades. A investigação produziu pouco mais do que alguns casos de comportamento inadequado, como “tocar mãos, pernas e dar tapinhas nos traseiros.” Isso foi descartado por uma estudante, que afirmou que o senhor Moran “não teve a intenção de fazer isso” e só a tocou por acidente devido ao cansaço.

Curiosamente, essa mesma estudante logo foi agraciada com a oportunidade de participar de um importante programa de pesquisa científica — um fato que levantou mais do que algumas sobrancelhas.

Nesse ponto, Phoebe e suas colegas vítimas sabiam a verdade sobre as ações de Jovan, mas parecia improvável que elas algum dia obtivessem justiça. As autoridades asseguraram-lhes que a investigação continuaria, mas não puderam fornecer um cronograma claro ou garantir que algo resultaria dela.

A situação estava começando a parecer sem esperança. Conforme os dias passavam, a determinação de Phoebe começava a vacilar, e a chama da esperança que uma vez ardeu tão brilhantemente dentro dela começava a tremular.

Uma a uma, as outras vítimas que uma vez estiveram ao lado de Phoebe começaram a fraquejar.

O telefone dela vibrou. Uma companheira vítima ligou, sua voz trêmula de emoção. “Phoebe, me desculpe”, ela disse, mal conseguindo expressar as palavras. “Não consigo mais lutar esta batalha. Eu aguento o cyberbullying, mas minha família não. Eu tenho que pedir desculpas ao Jovan.”

Uma mensagem de texto seguiu logo depois: “Minha avó foi comprar mantimentos hoje, e quando ela voltou, havia quatro coroas de flores e pilhas de dinheiro falso na nossa porta, enviados por cidadãos irritados. Ela desmaiou. Eu não consigo mais fazer isso.”

Outra ligação chegou, cheia de soluços. “Eles fizeram meus pais perderem os empregos. Meu irmão também. Minha cunhada está me culpando por tudo. Eu não aguento mais. O que devo fazer?”

Outra vítima atualizou suas redes sociais com uma postagem enigmática: “Talvez nós estivéssemos errados desde o começo. É hora de deixar para lá.”

À medida que essas vozes silenciavam, uma após a outra, Phoebe se sentia cada vez mais sozinha. Seus aliados estavam desaparecendo, seus perfis escurecendo ou ficando completamente offline. Lágrimas embaçaram sua visão enquanto ela olhava para a tela, com o peso do mundo pressionando sobre ela.

Ela tentou ir em frente, vasculhando as redes sociais em busca de novas vítimas ou qualquer pedaço de evidência que pudesse virar a maré a seu favor. Mas, em vez de apoio, ela encontrou apenas mais ódio.

——Senhorita Phoebe, espero que sua família seja atropelada por um carro.

——Não acredito que eu já defendi você.

——Você não vale nada. Deixe o senhor Moran em paz, sua mentirosa.

——Você é tão feia que nem o meu cachorro te queria.

——Não é à toa que seu pai é deficiente e sua mãe está no hospital.

Cada mensagem era como uma adaga, esfaqueando mais fundo em sua alma. Ela continuou rolando, desesperada por uma palavra amável, um vislumbre de esperança, mas não havia nada. Nada além de ódio.

Seus dedos tremiam enquanto ela sussurrava: “Nem sequer um…”

Lágrimas escorreram pelas bochechas enquanto ela sorria amargamente, o peso de tudo finalmente a quebrando.

“Toc, toc.”

A mãe de Phoebe bateu gentilmente em sua porta, sua voz suave de preocupação. “Phoebe, querida, você está bem? Você não comeu nada hoje.”

Phoebe se levantou lentamente e abriu a porta, seu rosto maquiado com sua maquiagem favorita, seu cabelo cuidadosamente trançado. Ela vestia o vestido que mais amava, seu sorriso brilhante apesar da tristeza em seus olhos.

“Mãe”, ela disse suavemente.

Sua mãe piscou surpresa. “Você… vai sair?”

“Sim.” Phoebe assentiu. “Não é bom ficar dentro de casa o dia todo. Pensei em sair para tomar um chá ou comer um bolo.”

“Você quer que eu vá com você?”

“Não, está tudo bem. Eu fiz planos com uma amiga,” disse Phoebe enquanto colocava sua bolsa sobre o ombro.

Ao sair de casa, a neve caía pesadamente ao seu redor. Ela parou e olhou para trás, para sua mãe, de pé sob a beirada do telhado.

“O que foi, querida?” sua mãe perguntou, sua testa franzida de preocupação.

Phoebe sorriu docemente, seus olhos brilhando com lágrimas não derramadas. “Está frio. Não se esqueça de se agasalhar.”

Enquanto isso, Kendall estava em uma casa noturna de propriedade de Hunter, esperando encontrar evidências contra Jovan. Quando Steven chegou, ele trouxe consigo um laptop e uma pista — uma série de vídeos de vigilância.

Nas imagens granuladas, Jovan podia ser visto conversando com uma mulher estrangeira loira. Embora o áudio estivesse faltando, Steven tinha analisado seus movimentos labiais. Eles estavam discutindo algo chamado “Projeto Diamante.”

O coração de Kendall deu um salto. O Projeto Diamante… seu pai havia passado décadas trabalhando em um projeto secreto com o mesmo nome. Será que essa era a conexão que ela estava procurando?

“Quem é ela?” Kendall perguntou, sua voz baixa.

“Seu alias atual é Anna, mas seu verdadeiro nome é Zoe,” Steven respondeu. “Ela costumava ser uma agente de inteligência com o Sétimo Departamento de Inteligência Militar no País A. Agora, ela é uma professora estrangeira em uma universidade.”

Uma descoberta, Kendall pensou. Finalmente.

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