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Coração Amaldiçoado - Capítulo 206

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206: Tão bom 206: Tão bom Este capítulo bônus é dedicado a @Ivette_M11!!! Muito obrigada pelo superpresente!!!

____
O batimento cardíaco de Elle acelerou enquanto ela esperava pelo consentimento dele.

Ele lambeu os lábios secos e se acomodou mais no fundo do sofá. Esse gesto foi tudo que Elle precisava dele. Ele estava dando a permissão! Seu nervosismo ficou completamente em segundo plano mais uma vez.

Ela se acomodou e sentou confortavelmente em seu colo. A sensação de estarem nus deixava o fogo entre eles ainda mais intenso.

“Obrigada…” ela sussurrou roucamente. Ela pensava que havia uma grande possibilidade de ele não querer fazer aquilo.

“Eu já te dei a minha palavra, Iza.” Ele respondeu. Sua voz estava rouca de desejo. “Farei qualquer coisa que você quiser esta noite.”

“Mas… isso está realmente bem para você, certo?” ela perguntou um pouco hesitante. Sabendo dos limites dele, Elle tinha pensado nas possibilidades de Sebastian não estar bem com a mulher no comando. De fato, ela acreditava que ele poderia até ser realmente contra isso. Foi por isso que ela tinha sido tão cuidadosa o tempo todo. Ela sabia que era arriscado, mas essa era a única maneira de fazer o que estava planejando. Fazer algo por ele. Dar prazer a ele. Colocá-lo em primeiro lugar.

Entretanto, ela também estava pronta para recuar a qualquer momento. Ela não queria forçá-lo a fazer algo que despertasse aquela cicatriz dentro dele. Ela não queria fazer nada que pudesse chateá-lo. Ela só queria que ele fosse feliz.

“Merda…” ele respirou, um sorriso sexy se formando em seu belo rosto. “Você não faz ideia do quão sedutora está sendo ousada assim, Izabelle. Então não se preocupe… Estou mais empolgado do que qualquer outra coisa agora, bebê menina.”

Extremamente feliz com sua resposta, Elle estendeu a mão para acariciar seu rosto e afastar seus cabelos, penteando-os com os dedos. Ela aproveitou cada momento para saborear o que estava acontecendo entre eles. Mesmo tendo concordado que ela estaria no comando, ele ainda exalava uma vibração perigosa enquanto descansava assim. Lembrando-a de que esse homem era um macho indomável que poderia se atirar sobre ela a qualquer momento, assim que ela o permitisse.

Então, ela acariciou cada contorno do rosto com os olhos, demorando-se nos lábios dele até sua visão descer para o peito e abdômen esculpidos. Ela o olhava como se ele fosse uma obra de arte inestimável e ela, uma apreciadora meticulosa.

Enquanto ele mantinha o olhar fixo nela, ele se deliciava com a sensação do carinho dos olhos dela, fazendo com que sua língua deslizasse lentamente sobre o lábio. Ele não sentia desconforto, mesmo com seu corpo respondendo àquele carinho invisível por todo o tronco. E, para sua surpresa, ele se perguntou como seria se ela o tocasse ali. Merda… ele se amaldiçoou em pensamento. Ele não conseguia acreditar no que acabara de pensar. Ele pensou em pedir a ela que tentasse. Talvez, Iza não o desencadeasse? Porque era ela. Mas a hesitação o manteve imobilizado e ele mordeu o lábio para não falar. Ele não queria arriscar. Ele não queria estragar aquele momento caso acabasse sendo afetado assim que ela o tocasse.

Quando ela abaixou a cabeça até a clavícula dele e seus lábios morderam-no ali, ele fechou os olhos. Seus lábios eram tão macios contra a sua pele. Tão malditamente quentes! Cada mordida inocente mas ousada enviava eletricidade pelo seu corpo.

Quando ela começou a lamber a caminho da garganta dele, Sebastian quase estremeceu. Merda. Sentia-se tão, tão bem…
Embora ela já tivesse beijado seu pescoço algumas vezes, isso era diferente. Ela estava ousadamente demorando, sendo tão lenta e sedutora como se estivesse se divertindo e saboreando-o de uma forma chocante. E o lamber dela… merda… o excitava tanto que seu pau começava a doer um pouco.

Logo, ela começou a se prender a um pedaço de pele na garganta dele, beijando-o ali apaixonadamente. Sua língua e seus lábios pareciam divinos e Sebastian se perguntou como seria possuir aquela boca inocente e ousada.

Surpresas continuavam invadindo-o. Ele tinha pensado nisso antes. Imaginou como seria o gosto da boca daquela garota. Ela foi a primeira a fazê-lo pensar em beijar e a imaginação em sua cabeça era tentadora. Mas, quando tentou no jardim, não correu bem. Mas agora era diferente.

No entanto, ele não podia esquecer o fato de que o que mais temia não aconteceu.

Seus pensamentos desapareceram quando ela se inclinou e pressionou o corpo contra o dele. Seus mamilos duros roçavam no peito dele e ele gemeu baixo, cerrando os punhos para se impedir de tocá-la. Ele ainda queria ver o que mais ela tinha reservado para ele. Ele sabia que não seria capaz de parar de fazer mais uma vez que começasse a tocá-la. Mesmo com sua promessa, ele sabia que, com Iza, tudo era mais fácil dizer do que fazer. Então, se ele realmente quisesse cumprir sua palavra, não deveria tocar nela. Pelo menos até que ela terminasse. E se ele ainda estivesse são e vivo até lá. Porque, agora, ele duvidava um pouco se conseguiria mesmo aguentar tudo isso.

Finalmente, ela alcançou seu pau pulsante que estava enlouquecendo e clamando por atenção entre eles. Ele sentiu os dedos dela hesitando, fazendo-o sorrir um pouco.

“Não me diga que é o meu pau que a sua audácia não pode conquistar esta noite, hein, Iza?” ele provocou.

Ela se afastou e olhou para ele em silêncio por alguns momentos e, em seguida, baixou o olhar entre eles.

Encarando o membro longo e pulsante que estava em atenção, ela engoliu em seco antes de estender as duas mãos. Segurando-o com firmeza, porém cuidado, seu movimento fez com que ele soltasse um gemido profundo antes de jogar a cabeça para trás.

“Ah, merda… bebê!!”

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