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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 312

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312: Minha Prioridade 312: Minha Prioridade Chuva cerrou os dentes, tentando se soltar de seu agarrão. Ela chutou a perna para trás, mirando a canela do homem, mas estava lenta demais. A dor em sua perna aumentava a cada movimento, e ela respirou com esforço.

Ela sabia que tinha que agir rápido. Não conseguiria se livrar deles na força bruta, não em sua condição. Mas antes que pudesse sequer considerar seu próximo movimento, o som de passos ecoou pelo corredor. Os guardas olharam para cima, sua atenção momentaneamente desviada, dando a Chuva o segundo dividido de que precisava para avançar.

Ela se jogou contra os guardas, usando o peso do corpo para se libertar de suas mãos.

Cambaleou alguns passos antes de um dos guardas agarrá-la pelo braço novamente, mas sua força estava se esvaindo. Ela caiu no chão e estava prestes a desistir quando uma voz familiar soou, forte e comandante.

“Soltem-na!”

Antes que os guardas pudessem reagir, uma figura emergiu das sombras, movendo-se com uma presença imponente. O homem era alto, sua silhueta inconfundível mesmo na luz fraca.

Alexandre.

Ele era um borrão de movimento, seus músculos ondulando enquanto rapidamente incapacitava os dois guardas. Seu primeiro ataque foi rápido como um raio, fazendo um dos guardas cair no chão, desacordado.

O segundo guarda mal teve tempo de reagir antes de Alexandre estar sobre ele, desarmando-o com facilidade e nocauteando-o num movimento fluido.

Chuva piscou, ainda deitada no chão, tentando processar o que acabara de acontecer. Ela pensou que era o fim… achou que estava acabada. Mas lá estava ele, de pé sobre ela, um escudo entre ela e o perigo. Seu olhar encontrou o dela, e sem dizer mais uma palavra, ele se abaixou, puxando-a gentil mas firmemente para se levantar.

“Você está bem?” Alexandre perguntou, sua voz baixa, mas preenchida de urgência.

Chuva se contorceu ao testar sua perna machucada, ainda fraca pelo ataque de antes. “Eu… estou bem,” ela mentiu, embora doesse até para ficar de pé. Seus olhos estavam fixos nele, tentando processar o fato de que ele tinha vindo salvá-la.

“Você não está,” ele disse suavemente, olhando para a perna dela. “Precisamos tirar você daqui.”

Sem hesitar, ele a levantou nos braços, segurando-a com uma ternura surpreendente enquanto começava a se mover rapidamente em direção à saída.

Chuva instintivamente envolveu seus braços ao redor dele, ainda chocada pelo modo como ele apareceu justo quando ela mais precisava.

“Eu a tenho!” Alexandre anunciou, sua voz firme enquanto Chuva notava o pequeno aparelho em seu ouvido.

“Vamos sair primeiro. Uma vez lá fora, a equipe e a polícia vão entrar para derrubar o Michael e todos com ele. Mas agora, minha prioridade é levar você em segurança,” ele disse a ela enquanto se movia rapidamente pelos caminhos escuros.

“Eles estão nos cercando,” Chuva alertou, olhando para trás para as luzes piscantes que os perseguiam. O som de tiros ecoou atrás deles, acompanhado pelo latido distante de cães.

Alexandre xingou baixo.

“O que houve?” Chuva perguntou, sua voz baixa, mas carregada de urgência.

“Clifford está demorando demais para desativar a barreira,” Alexandre admitiu, seu tom agudo de frustração. “É a única coisa que impede a polícia e meus homens de invadir o local. Conseguir entrar usando a identidade de um guarda que saiu, mas o cartão de acesso que usei era válido para uma única entrada. Se eu fizer um movimento errado, vamos acionar o sistema e alertar toda a rede de segurança do Michael.”

O coração de Chuva afundou com a explicação dele. “E essa barreira?” ela perguntou.

“É letal,” Alexandre explicou sombriamente. “É um perímetro elétrico. Um toque e vai fritar qualquer um até a morte.”

Chuva assentiu, entendendo a gravidade da situação deles. Enquanto isso, o zumbido tênue da perseguição ficava mais alto.

O foco de Alexandre se aguçou. “Clifford vai conseguir. Até lá, temos que ficar na frente. No segundo em que a barreira cair, minha equipe e a polícia vão invadir e acabar com isso.”

Chuva apertou sua pegada em volta do pescoço de Alexandre, seu rosto pressionando contra seu peito enquanto ele manobrava pelo caos. Os sons de tiros e gritos ecoavam ao redor deles, mas ela se concentrava no ritmo estável de seu coração, sua única âncora na tempestade.

“Desculpe,” ela sussurrou, sua voz tremendo. “Só estou te atrasando.”

Alexandre olhou para ela, sua expressão suave apesar da urgência em seus movimentos.

“Você não é um fardo, Chuva,” ele disse firmemente, sua voz estável e tranquilizadora. “Você é minha prioridade. Você sempre foi.”

A garganta dela apertou com as palavras dele. Ela odiava se sentir impotente, especialmente agora quando o perigo os cercava. Ela deveria ter sido capaz de lutar ao lado dele, se proteger, mas sua perna machucada e o cansaço tinham tirado isso dela.

“Eu só… deveria estar lutando com você,” ela murmurou, sua voz cheia de frustração e culpa.

“Você já lutou o suficiente,” Alexandre disse, seu tom carregando uma mistura de admiração e determinação. “Você sobreviveu até aqui, Chuva. Isso é mais do que suficiente. Agora deixe-me cuidar do resto.”

Os dedos de Chuva se agarraram à camisa dele enquanto ela assentia, embora a culpa não se dissipasse por completo. O calor do abraço dele a fazia se sentir segura apesar do caos, e por um breve momento, ela se permitiu se entregar àquela segurança.

**
A fúria de Alexandre fervilhava enquanto ele carregava Chuva em seus braços, as lesões dela alimentando uma raiva protetora que quase o consumia. A culpa o corroía por não ter chegado mais cedo. Invadir a propriedade fortemente protegida do Michael tinha sido uma jogada arriscada, e se não fosse por um golpe de sorte, ele poderia não ter chegado a tempo.

A oportunidade veio quando um dos guardas do Michael saiu do local fechado. Alexandre o neutralizou silenciosamente, pegando o cartão-chave que precisava para entrar. Mesmo assim, encontrar Chuva na vasta e extensa propriedade era como encontrar uma agulha no palheiro.

Seu coração quase parou quando ele ouviu o rádio do guarda estalar com a voz de Michael, dando ordens para encontrar Chuva imediatamente. A urgência maníaca no tom de Michael congelou Alexandre até os ossos, mas também lhe deu as informações de que precisava. Ouvindo atentamente as comunicações dos guardas, ele juntou a localização dela e correu em sua direção, cada segundo parecendo uma eternidade.

Quando ele finalmente a encontrou, imobilizada por dois homens do Michael, seu coração trovejou com alívio e fúria. A visão dela lutando, machucada e exausta, despertou algo primal dentro dele. Ele faria Michael pagar, mas por agora, a segurança de Chuva vem primeiro.

Assim que chegaram a um corredor que parecia sem saída, a mandíbula de Alexandre se apertou em frustração. “Clifford, qual é o problema?” ele rosnou no aparelho, sua voz baixa mas tensa.

“Estou trabalhando nisso! O sistema é mais complexo do que antecipamos. Me dê mais dois minutos,” Clifford retrucou do outro lado da linha.

Alexandre olhou para Chuva, cuja respiração estava superficial. Ela estava tentando se manter calma, mas a tensão em seus olhos era inconfundível. “Vamos conseguir passar por isso,” ele prometeu, seu tom firme, embora seus olhos vasculhassem os arredores em busca de alguma rota de fuga.

Então uma voz familiar e arrepiante cortou a tensão.

“Bem, bem. O que temos aqui?”

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