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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 301

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  3. Capítulo 301 - 301 O Trauma 301 O Trauma Alexandre assentiu rigidamente
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301: O Trauma 301: O Trauma Alexandre assentiu rigidamente, embora não relaxasse completamente. Ele se voltou para Dion, que acabara de voltar. “Certifique-se de que tudo está pronto para a transferência. Não quero atrasos quando chegar a hora.”

Dion deu uma rápida concordância. “Já está tudo resolvido, Chefe.”

Sanya se aproximou de Alexandre, colocando uma mão tranquilizadora em seu braço. “Ela está fora de perigo, Alexandre. Isso é o mais importante agora.”

William interveio, “Ficaremos aqui com você até ela acordar.”

Alexandre não respondeu imediatamente, seus olhos fixos nas portas que levavam à sala de recuperação. “Não vou deixar o lado dela,” ele disse baixinho, quase para si mesmo.

Então ele olhou para Tim e exigiu, “Quero vê-la agora mesmo.”

Tim permitiu que Alexandre entrasse na sala de recuperação, onde ele caminhou imediatamente até o leito de Chuva. Seu comportamento usualmente composto se desfez enquanto ele olhava para sua forma pálida e inconsciente. Pegando sua mão gentilmente, ele a pressionou contra seus lábios, seus olhos marejando.

“Graças a Deus você está bem,” ele sussurrou, sua voz carregada de emoção. “Eu estava tão preocupado, Chuva. Eu pensei que iria perder você, e parecia que o mundo estava desmoronando ao meu redor.”

Ele afastou uma mecha de cabelo do rosto dela e sentou-se ao lado dela, segurando sua mão como se soltá-la pudesse de alguma forma machucá-la. O contínuo bip dos monitores era o único som no quarto, mas Alexandre não se movia.

Minutos se transformaram em horas enquanto ele permanecia enraizado em seu lugar, o polegar acariciando levemente o dorso da mão dela. Quando Tim voltou para informá-lo que Chuva seria transferida para o seu quarto particular, Alexandre apenas assentiu, nunca soltando sua mão enquanto a equipe médica cuidadosamente a transferia.

Uma vez acomodada em seu quarto, Alexandre permaneceu alerta ao lado de sua cama, sua ansiedade se recusando a desaparecer. Ela ainda não tinha acordado, e a visão dela deitada ali, tão imóvel, roía sua alma.

Ele se inclinou mais para perto, sua testa tocando levemente o dorso da mão dela. “Não vou te deixar, Chuva. Estarei aqui quando você acordar. Por favor, abra seus olhos logo. Eu só preciso ouvir você dizer meu nome… então saberei que você realmente está bem.”

Logo Chuva se mexeu, e o coração de Alexandre quase pulou uma batida. William, que também estava dentro do quarto particular com Sanya, imediatamente chamou pelo médico.

Ela lentamente abriu os olhos e olhou ao redor. “Chuva, estou aqui… Você está segura agora,” Alexandre murmurou, mas Chuva apenas franziu a testa para ele.

“O que há de errado? Você está sentindo dor em algum lugar?” ele perguntou. Tim logo chegou com sua equipe e começou a examinar Chuva. “Pai,” Chuva finalmente falou.

“Sim, Chuva. O que há de errado? Você está com dor?” Tim perguntou, preocupação em sua voz. “O que aconteceu?” ela perguntou, e de repente agarrou a cabeça. “Sinto como se minha cabeça estivesse explodindo.”

Alexandre entrou em pânico enquanto exigia, “O que há de errado com ela? Você a examinou direito?!” Ele ainda estava segurando a mão dela, mas Chuva de repente puxou sua mão dele. Ela olhou para Tim e perguntou, “Pai, quem é esse homem? Eu não o conheço. Por que ele está segurando minha mão?!”

As palavras de Chuva atingiram Alexandre como um trovão. Ele congelou, sua mão ainda estendida em direção a dela, enquanto uma onda gelada de incredulidade percorria por ele. “Chuva… sou eu, Alexandre,” ele disse baixinho, sua voz trêmula.

As sobrancelhas de Chuva se aprofundaram enquanto ela olhava para ele, sua expressão nublada com confusão e um ligeiro desconforto. “Eu não te conheço,” ela repetiu, sua voz incerta mas firme. “Por que você está aqui?”

Sanya soltou um suspiro abafado, cobrindo a boca, enquanto William avançava, seu rosto pálido. “Sanya, é o Alexandre. Seu marido,” Sanya disse gentilmente, tentando despertar sua memória.

Tim interveio imediatamente, colocando uma mão calmante no ombro de Alexandre. “Alexandre, preciso que você se afaste por um momento,” ele disse firmemente. “Precisamos avaliar a condição dela.”

“Não!” Alexandre estalou, sua voz quebrando sob o peso de suas emoções. “Algo está errado. Ela me conhece! Ela tem que me conhecer!”

Chuva estremeceu com sua voz alta, e Tim gesticulou para enfermeiras escoltarem Alexandre até a porta. Sanya colocou uma mão no braço de Alexandre, seus olhos cheios de preocupação. “Deixe ele verificar primeiro,” ela sussurrou.

Relutantemente, Alexandre recuou, suas mãos tremendo enquanto assistia Tim examinar Chuva.

“Chuva,” Tim começou suavemente, sentando na beira da cama, “você se lembra do que aconteceu antes de ser trazida para cá?”

Chuva hesitou, sua mão instintivamente indo para a cabeça. “Eu… Eu não sei. Minha cabeça dói, e tudo parece… em branco,” ela admitiu, sua voz trêmula.

Os joelhos de Alexandre quase dobraram com suas palavras. Ele se agarrou à parte de trás de uma cadeira para se apoiar, seu coração batendo forte no peito.

“Isso… isso é temporário?” ele exigiu, seus olhos fixos em Tim. “Diga-me que isso é apenas temporário!”

Tim suspirou profundamente, “Pode ser amnésia causada pelo trauma do acidente. Precisamos fazer mais alguns testes para entender o alcance da perda de memória dela. Por enquanto, devemos evitar sobrecarregá-la.”

Chuva olhou entre eles, confusão e desconforto evidentes em seu rosto. “Pai… por que ele está tão abalado?”

Alexandre cerrou o punho, sua mandíbula se apertando de frustração. “Vou transferi-la agora mesmo,” ele disse, sua voz baixa e tensa.

“Não, Pai, por favor! Não me deixe ir com esse homem. Eu não o conheço! Pai, por favor!” A voz de Chuva tremia de medo enquanto ela estendia a mão em direção a Tim, desesperada por seu conforto.

O sangue de Alexandre gelou quando as palavras de Chuva o atingiram como um soco no estômago. Sua voz, cheia de desespero, ecoava em seus ouvidos, e por um momento, ele não conseguiu se mover.

Ele queria alcançá-la, lembrá-la de que ele era o marido dela, o homem que tinha prometido amá-la e protegê-la. Mas seus olhos suplicantes lhe diziam que ela não se lembrava dele… de jeito nenhum.

“Chuva,” ele sussurrou, dando um passo cauteloso em direção a ela. “Sou eu… Alexandre. Por favor, me escute. Sou seu marido. Você me conhece.”

Mas Chuva recuou, seus olhos arregalados de medo enquanto olhava para cima, para Tim. “Pai, por favor!” ela gritou, sua voz trêmula. “Por favor, não deixe ele me levar. Eu não o conheço. Eu não quero ir com ele.”

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