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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 262

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  3. Capítulo 262 - 262 Vou Tentar 262 Vou Tentar Alexandre respirou fundo com o
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262: Vou Tentar** 262: Vou Tentar** Alexandre respirou fundo, com o olhar fixo na água enquanto parecia reunir seus pensamentos. “Eu quase te perdi hoje, Chuva,” ele admitiu, com a voz mal acima de um sussurro. “Eu fiquei pensando… e se eu não tivesse te alcançado a tempo? Eu nunca senti medo assim.”

O coração de Chuva se apertou ao ouvir a vulnerabilidade em suas palavras. Ela nunca o tinha visto tão abalado antes. “Mas você me alcançou,” ela o tranquilizou, colocando a mão sobre a dele. “Estou aqui por sua causa.”

Ele a abraçou mais forte, seus olhos finalmente encontrando os dela, buscando. “Eu não quero jamais sentir isso novamente”, ele murmurou, com a voz baixa. “Você é tudo para mim agora, Chuva.”

Ela se inclinou para ele, sentindo a intensidade de suas palavras ressoar dentro dela. “Eu prometo, não vou me colocar em perigo assim novamente,” ela sussurrou, repousando a testa suavemente contra a dele. “Mas me prometa… não importa o que aconteça, você vai seguir em frente. Não faça de mim todo o seu mundo. Lembre-se, você era forte antes de eu entrar na sua vida.”

Alexandre não respondeu imediatamente, mas ela sentiu o tremor sutil em seu corpo enquanto ele a puxava para mais perto. Na calor da água, eles se seguraram em silêncio, ambos relutantes em soltar. “Me prometa,” ela repetiu suavemente, não querendo que ele se perdesse, mesmo que o pior acontecesse.

Após uma longa pausa, ele finalmente falou. “Eu vou tentar…” ele murmurou, com a voz baixa e cheia de emoção.

Ela sorriu, afastando uma mecha de cabelo molhada de seu rosto. “Isso é tudo que peço. Por favor… tente.”

Eles se sentaram juntos em compreensão silenciosa. Chuva delicadamente pegou uma esponja de banho e começou a limpar o rosto de Alexandre, com um toque terno enquanto removia as manchas de fumaça e fuligem. À medida que descia pelos braços dele, ela notou uma mancha avermelhada na pele dele e soltou um leve suspiro. “Você está com queimaduras?” ela sussurrou, com a preocupação aprofundando seu olhar.

Ele minimizou, murmurando, “Não é nada.” Mas suas mãos espelharam o cuidado dela enquanto ele começou a lavar os ombros dela, descendo pelos braços como se precisasse se assegurar de que ela estava segura.

“Nada?” ela repetiu, franzindo a testa levemente enquanto os dedos pairavam sobre a queimadura. “Você se jogou naquele fogo para me pegar.”

“Claro que eu fiz,” ele murmurou, encontrando seu olhar com uma intensidade tranquila. “Você é tudo para mim.”

Eles permaneceram no quieto, na calor reconfortante da presença um do outro. Quando finalmente terminaram de limpar, Chuva suavemente segurou o rosto de Alexandre, formando um leve bico nos lábios. “Vamos, saia da banheira,” ela murmurou, passando o polegar pela bochecha dele. “Eu preciso passar uma pomada nas suas queimaduras.”

Mas Alexandre tinha outros planos. Em vez de se mover, ele a puxou para perto, guiando-a para montar em seu colo, seus braços envolvendo-a firmemente enquanto ele repousava a cabeça contra o peito dela. Chuva suspirou suavemente, sentindo a vulnerabilidade dele se infiltrar nela. Gentle, ela acariciou seu cabelo, seus dedos pentenado os fios úmidos num ritmo calmante.

“Está tudo bem agora,” ela sussurrou, sentindo o batimento cardíaco dele gradualmente desacelerar contra ela. Eles ficaram assim, envoltos um no outro, encontrando conforto no silêncio.

A risada de Chuva quebrou a quietude, e ela mostrou um sorriso brincalhão, sentindo o comprimento ardente e necessitado dele pressionado contra ela. “Talvez eu deva ajudar a te distrair das coisas,” ela sussurrou provocante, mexendo os quadris apenas o suficiente para roçar nele.

A pegada de Alexandre ficou mais forte, e um baixo rugido escapou dele enquanto ele enterrava o rosto no pescoço dela, sua respiração quente contra a pele dela. “Você vai ser minha morte,” ele sussurou, sua voz espessa de desejo e alívio.

A risada de Chuva foi suave, seus movimentos lentos e deliberados enquanto ela se pressionava contra ele, seus lábios roçando a mandíbula dele. Ela sentiu a tensão dele começar a derreter.

Ela beijou o pescoço dele, com os lábios demorando enquanto sentia o calor da pele dele sob o toque dela. Alexandre delicadamente segurou a parte de trás do pescoço dela, inclinando a cabeça dela para cima para reivindicar seus lábios num beijo profundo e apaixonado. Sua outra mão encontrou o caminho para os quadris dela, guiando-a, instigando-a a assumir o controle.

Com um leve arfar, Chuva moveu os quadris para cima, e depois desceu lentamente, sentindo o pleno dele ao deslizar profundamente dentro dela. A sensação foi elétrica, enviando uma onda de calor através dela enquanto ela se ajustava a ele.

Chuva soltou um leve arfar, seus olhos se encontrando com uma intensidade compartilhada. Lentamente, ela começou a se mover, seus quadris encontrando um ritmo suave que mandava calor percorrendo ambos.

As mãos de Alexandre deslizaram ao longo da cintura dela, guiando seus movimentos enquanto ele pressionava beijos pelo pescoço e ombros dela, sua respiração quente contra a pele dela. Ela sentiu a força da pegada dele, firme e reconfortante, e se permitiu derreter no momento.

Eles se moviam juntos em perfeita harmonia, o som sutil da água preenchendo o espaço enquanto seus corpos se sintonizavam ao ritmo um do outro. Chuva arqueou as costas, um leve arfar escapando de seus lábios enquanto as mãos de Alexandre vagavam sobre ela, seu toque terno porém urgente.

Os dedos dele traçaram as curvas de seu corpo, trazendo um arrepio de prazer que se espalhou pelo peito dela e desceu pela coluna. Ela o cavalgou para frente e para trás, arqueando o corpo quando sentiu a mão dele acariciando um de seus seios enquanto sua língua e boca se ocupavam do outro.

Ela se moveu devagar, seus quadris circulando com um ritmo que o fez gemer o nome dela. Ela mordeu o lábio inferior e capturou a onda de prazer que percorria por ela, a sensação preenchendo cada parte de seu ser.

“Chuva, eu te amo tanto,” Alexandre gemeu contra a pele dela.

À medida que o ritmo deles se tornava mais intenso, Chuva se inclinou para frente, suas mãos envolvendo o pescoço dele enquanto suas respirações se misturavam. Ela sentiu ele pulsando dentro dela, forte e aliciante, e ela pôde sentir-se se aproximando do clímax. Seu músculo interno contraiu e logo seu corpo sacudiu. Logo após Alexandre grunhir. Juntos, eles alcançaram um ápice compartilhado, deixando-os sem fôlego e contentes nos braços um do outro.

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