Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 261
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- Capítulo 261 - 261 Ela está morta 261 Ela está morta As mãos de Sylvia
261: Ela está morta 261: Ela está morta As mãos de Sylvia tremiam enquanto ela apontava um dedo acusador para Chuva e Sanya, sua voz elevando-se em um grito angustiado. “Minha Dina nunca… ela era inocente! Você é a razão dela ter ido embora, você torceu tudo contra ela!” Sua dor era como uma tempestade, e a raiva crua em sua voz cortava o cômodo.
Alexandre deu um passo à frente, protegendo Chuva e Sanya instintivamente. “Sylvia, chega! Dina fez suas próprias escolhas,” ele disse firmemente, sua voz estável.
Chuva, de pé ao lado dele, encontrou sua própria voz, embora tremesse. “Dina fez isso consigo mesma. Ela sequestrou Sanya para me machucar, para se vingar.”
O rosto de Sylvia contorceu-se, sua dor insuportável. “Ela era minha única filha, meu tudo! E você a tirou de mim! Traga-a de volta, você está me ouvindo?!”
William aproximou-se para segurá-la enquanto ela ficava ainda mais histérica, seus soluços desesperados enchendo o cômodo. Naquele momento, Dion chegou com a segurança, e Chuva sentiu seu coração bater forte quando seu próprio pai, Tim, entrou atrás deles. Seu rosto estava tenso, os olhos alternando entre sua filha e Sylvia.
“Sylvia, chega!” A voz de Tim ecoou pelo cômodo enquanto ele fazia sinal para os guardas se afastarem. Ele foi até Sylvia e envolveu-a em seus braços, tentando acalmá-la. “Vamos para casa,” ele murmurou. “Vamos esperar pela investigação. Dina partiu, mas precisamos deixar isso ser tratado da maneira correta.”
Sylvia agarrou-se a ele, seus apelos agora mais suaves, mais quebrados. “Tim… nossa única filha… ela se foi. Ela está morta! Eu não consigo… Eu não aguento… por favor, faça alguma coisa!”
Vendo-a desmoronar, Tim discretamente sinalizou para o médico, que havia chegado com uma seringa de sedativo. Pegando-a em sua mão, Tim gentilmente, mas rapidamente, injetou-a em seu braço. Os gritos de Sylvia desaceleraram, sua cabeça pendendo à medida que o sedativo fazia efeito, e logo ela ficou mole em seus braços.
Com um suspiro profundo, Tim fez sinal para seus homens. “Levem-na para o carro,” ele instruiu silenciosamente, observando enquanto eles cuidadosamente levantavam Sylvia e a escoltavam para fora do cômodo. A tensão no ambiente aliviou, mas o peso do que havia acontecido ainda pesava pesadamente sobre todos os presentes.
Tim virou-se para Chuva, sua expressão suavizou ao perguntar, “Como você está?”
Chuva piscou, surpresa com sua preocupação. Não era frequente ele expressar algo diretamente a ela, muito menos preocupação. “Eu… Eu estou me virando,” ela respondeu, ainda tentando processar os eventos da noite. A pergunta inesperada a deixou um pouco abalada, suas sobrancelhas franzindo em surpresa.
Tim suspirou, uma vulnerabilidade rara passando por seu rosto. “Me desculpe por tudo isso…” Seu tom era tão contido quanto sua expressão, mas algo parecia genuíno.
William interveio, seu tom respeitoso, porém firme. “Sr. Clayton, vamos investigar isso a fundo. Precisaremos da sua cooperação. Não temos certeza se Dina orquestrou tudo isso sozinha, ou se havia alguém mais puxando as cordas.”
Tim assentiu, absorvendo as palavras de William. Após uma pausa, ele fez um pedido. “Entendo. Mas eu tenho uma condição… Gostaria que esta investigação permanecesse discreta. Este… escândalo, se torna público, poderia danificar não apenas a reputação da nossa família, mas o hospital e tudo o que construímos. E também afetaria Chuva e sua família.”
William trocou um olhar com Chuva, e então assentiu. “Podemos trabalhar nisso em silêncio, contanto que todos os envolvidos cooperem. Proteger nossas famílias é importante, mas a justiça também é.”
Chuva sentiu uma onda de emoções, olhando de volta para seu pai. Esta era um lado dele que raramente via, e ela não podia negar a esperança tênue de que talvez, só talvez, ele realmente se importasse com seu bem-estar à sua própria maneira.
Tim tomou um fôlego medido antes de assentir. “Vou te visitar em outro momento. Sylvia precisa de mim agora, e eu tenho um funeral para organizar,” ele disse, lançando um breve olhar para Chuva antes de sair do cômodo.
Conforme a porta se fechava, Sanya murmurou baixinho, “Isso é estranho.”
Chuva não precisava perguntar o que Sanya queria dizer… ela sabia. “Ele está de repente agindo como um pai. Desde quando? Desde que você casou com um Lancaster?” Sanya bufou, cruzando os braços.
Chuva suspirou. “Deixa pra lá, Sanya. Ele está de luto. Ele acabou de perder sua filha.”
Sanya zombou, sem conseguir se conter. “E de quem é a culpa, exatamente? Dina causou isso a si mesma. Se ela fosse uma irmã decente, nada disso teria acontecido. Mas honestamente, é tanto culpa de Tim e Sylvia por criá-la dessa forma…”
“Tudo bem, vamos pegar leve,” William acalmou gentilmente, acomodando Sanya no sofá enquanto ela fumegava.
Chuva deu um pequeno sorriso cansado, mexendo-se em sua cama. “Eu só quero ir para casa em breve. Prefiro estar lá do que aqui no hospital.”
Ela virou-se para Sanya, sua expressão suave, mas séria. “E você vai ficar comigo na mansão. De jeito nenhum vou deixar você sozinha naquele apartamento depois do que você passou. Ainda não sabemos se Dina tinha um cúmplice.”
Chuva franziu a testa, determinada a manter um olhar atento sobre Michael Astor. Sua obsessão estava crescendo, e ela não iria ignorá-la.
“Certo,” Alexandre respondeu, sentindo sua inquietação. “Eu vou pedir para o Dion organizar sua alta. Vamos para casa assim que o médico der o sinal verde.”
Logo o médico aprovou sua liberação, e eles estavam a caminho de volta para a mansão. Alexandre ficou perto, com Sanya ao seu lado, embora William tivesse que sair para cuidar da investigação.
Ao chegarem, Tia Melanie correu para recebê-los. “Graças a Deus vocês duas estão bem!” Ela abraçou Chuva e Sanya fortemente. “Vão, vocês duas, subam e tomem um banho.”
Com um toque gentil, Melanie levou Sanya para o quarto de hóspedes. Alexandre, por outro lado, nunca deixou o lado de Chuva, guiando-a para o quarto deles. Uma vez dentro, ele começou silenciosamente a preparar um banho quente, ajudando-a a tirar a roupa com mãos cuidadosas.
Chuva observava-o, o coração amolecendo enquanto ele a manuseava tão ternamente. Apesar do silêncio entre eles, ela podia ver a tensão em seus olhos, o peso de tudo que eles acabaram de suportar.
Ele pareceu quase surpreso com o toque dela, mas permitiu que ela o puxasse para mais perto, deixando-a guiá-lo para a banheira ao seu lado. Eles afundaram na água quente, seus braços envolvendo-a instintivamente, como se aterrasse a si mesmo.
Ela olhou para ele, seus dedos gentilmente traçando ao longo de sua linha da mandíbula. “O que há de errado?” ela perguntou suavemente, sentindo o peso do silêncio dele.