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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 255

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255: Aliviado 255: Aliviado Vendo que a situação tinha se acalmado um pouco e sabendo que os três homens precisariam de mais privacidade, Chuva saiu discretamente e foi direto para a Tia Melanie.

Seu sorriso apareceu enquanto se aproximava da varanda no segundo andar, onde Tio Ben compartilhava um café da manhã pensativo com sua tia.

“Oh, você finalmente chegou! Venha juntar-se à sua tia para o café da manhã,” Ben disse com um sorriso acolhedor. “Vou descer para verificar como estão os Mestres.”

Chuva acenou em sinal de agradecimento enquanto ele saía, acomodando-se na cadeira ao lado da Tia Melanie.

“Você já está sabendo?” Tia Melanie perguntou suavemente, as palavras quase escapando de seus lábios.

Chuva assentiu e murmurou, “Alexandre e eu descobrimos por acidente há três semanas.”

Tia Melanie gentilmente pegou sua mão, dando-lhe um aperto reconfortante. “Oh, querida… sinto muito.”

Chuva sentiu um turbilhão de emoções enquanto a simpatia de sua tia a envolvia. “Tem sido difícil,” ela admitiu, com a voz trêmula. “Eu só queria que as coisas pudessem ser diferentes. Não quero vê-los sofrer, especialmente meu marido. Ele tem carregado tanto peso.”

“Oh, querida,” Tia Melanie disse, com a voz cheia de compaixão. “Você sabe que não está sozinha nisso. Estamos todos aqui por você. Por eles. Está tudo bem se sentir sobrecarregada. Apenas lembre-se de que o amor pode ser uma força poderosa, especialmente em momentos como estes.”

Chuva assentiu, grata pela sabedoria e calor de sua tia. “Só queria poder tirar a dor deles. Quero ser forte por eles, mas às vezes parece demais para suportar.”

Essa nova família se tornou seu refúgio, um lugar de calor e conforto que ela tanto desejava. Mas agora, vendo-os sofrer e sabendo o que seu sogro iria enfrentar, seu coração estava pesado.

Ela e Alexandre estavam fazendo o melhor para se manterem fortes, buscando um no outro a força para seguir em frente. No entanto, ela não podia ignorar a dificuldade de tudo isso, especialmente enquanto esperavam, sem ouvir nenhuma boa notícia que pudesse oferecer esperança para seu sogro.

Tia Melanie se inclinou mais perto, “Está tudo bem se apoiar nos outros, querida. Você não precisa carregar esse peso sozinha. Às vezes apenas estarmos lá um pelo outro já é suficiente.”

“Obrigada, Tia Melanie,” Chuva disse calorosamente, sorrindo enquanto se acomodava para o café da manhã. Ela deu um gole no café antes de chegar à pergunta que tinha em mente. “Então… como foi seu encontro com o Tio Ben? Você aceitou o pedido dele?”

Como ela e Alexandre haviam chegado tarde nas últimas noites, ela ainda não tinha tido a chance de conversar com sua tia e ouvir as notícias. Ela esperava que Tia Melanie tivesse dito sim, mas a tristeza na expressão de sua tia a fez perder o ânimo.

“Você… recusou?” Chuva perguntou delicadamente, observando o aceno hesitante de sua tia.

“Mas por quê?” ela pressionou, franzindo a testa em confusão. Chuva sabia que os sentimentos da tia por Tio Ben eram reais, pela maneira como seus olhos brilhavam quando ele estava por perto, pelo jeito que ela falava dele. Ela podia dizer que Tia Melanie estava se apaixonando, então por que ela diria não?

Tia Melanie suspirou, com o olhar distante. “Eu me importo muito com o Ben,” ela admitiu, “mas… depois de tudo que passei, parece… complicado. Simplesmente não sei se posso dar a ele o que ele merece.”

Chuva deu de ombros e disse com sinceridade, “A vida é imprevisível, Tia. Se isso é por causa da sua doença, você não está sendo um pouco pessimista? Até a pessoa mais saudável pode partir amanhã, assim, de repente. Ninguém sabe quanto tempo tem. Quem pode dizer?”

Ela fez bico e acrescentou, “Você pode até viver mais do que eu!”

Os olhos de Tia Melanie se arregalaram ao repreender, “Não fale coisas assim!”

Chuva deu de ombros novamente, não se abalando. “Mas você vê o meu ponto? Estou lutando pela sua liberdade do Pai, mas de que adianta se você mesma não se liberta das limitações que está colocando em sua vida? Não deixe a hemofilia impedi-la de viver plenamente e seguir seu coração. Você merece amar e ser amada, Tia. Não deixe nada segurá-la.”

As palavras de Chuva ficaram no ar, e a expressão de Tia Melanie suavizou enquanto ela sussurrava, “Estou com medo, Chuva…”
Chuva alcançou a mão de sua tia, dando um aperto gentil. “Eu sei, Tia. Tudo bem ter medo. Mas às vezes, as coisas que mais tememos são as que precisamos enfrentar para encontrar a verdadeira felicidade.”

Tia Melanie olhou para baixo, com os olhos brilhando. “Só… eu não quero ser um fardo. E se algo acontecer comigo? Não quero que ele sofra por minha causa.”

O aperto de Chuva se intensificou, sua voz estável. “Mas não seria mais doloroso para ele não ter a chance de amá-la? Tio Ben vê algo lindo em você, Tia. Ele quer estar ao seu lado, aconteça o que acontecer. E você merece isso… alguém que a ame, plena e incondicionalmente.”

Uma lágrima desceu pela bochecha de Tia Melanie, e um sorriso suave apareceu. “Você está certa,” ela murmurou. “Talvez… talvez seja hora de eu permitir-me acreditar nisso.”

“Para ser honesta, não tenho dormido direito desde então por causa disso,” Tia Melanie confessou, com a voz trêmula. “Quero dizer ao Ben que quero estar com ele, mas toda vez que tento, essas preocupações voltam, e eu perco a coragem.”

Chuva assentiu pensativa. “Você tem que ser corajosa, Tia Melanie,” ela disse firmemente. “Se há um momento para lutar pelo que você quer, é agora. Comece defendendo seus sentimentos pelo Tio Ben.”

Chuva se inclinou para frente, seu olhar firme. “Prometa-me que não vai desistir. Prometa-me que falará com o Tio Ben em breve.”

Tia Melanie conseguiu um pequeno sorriso hesitante. “Está bem,” ela sussurrou, “Eu prometo.”

Chuva e Tia Melanie foram logo interrompidas pela chegada de Alexandre. Ele entrou com um sorriso caloroso. “Devemos ir agora,” ele disse gentilmente.

“Me atualize depois,” Chuva disse à tia, inclinando-se para beijar sua bochecha antes de se afastar.

“Hmm, você não quer ficar um pouco mais?” Chuva perguntou enquanto saíam.

Alexandre balançou a cabeça com uma risada suave. “Papai não quer. Ele insiste que William e eu mantenhamos nossa rotina usual. Ele praticamente nos expulsou, dizendo que precisava de um momento sozinho depois que nós o surpreendemos daquela maneira.”

Chuva riu, imaginando a reação do Pai Rocha. “Acho que foi um choque,” ela disse, sorrindo calorosamente. “Mas ele vai apreciar da maneira dele, mesmo que finja o contrário.”

“É, ele é teimoso,” Alexandre respondeu com um sorriso carinhoso. “Mas acho que ele também está aliviado. Mesmo que não admita…”

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