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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 251

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  3. Capítulo 251 - 251 Apenas Respire 251 Apenas Respire O que está acontecendo
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251: Apenas Respire 251: Apenas Respire “O que está acontecendo, Chuva?” Sanya perguntou, despejando chá quente em duas xícaras na varanda. Ela acabara de acender a lareira portátil de mesa para afastar o frio.

Elas aproveitaram um momento para apreciar a paisagem urbana deste lado do par de prédios, que espelhava a cobertura de Alexandre do outro lado.

Chuva respirou fundo, aceitando o chá quente. “Eu senti falta deste chá de camomila. Você sempre acrescenta algo especial,” ela disse, sorrindo. Tinha um gosto calmante que ela amava, um que sempre a ajudava a dormir bem.

O rosto de Sanya se iluminou com um sorriso. “Bem, uma vez que você se mudar para o apartamento de Alexandre, eu vou fazer isso para você todas as noites!” Ela deu a Chuva um olhar travesso, aproveitando a surpresa de sua amiga.

Chuva riu quando os olhos de Sanya brilharam. “Desembucha!” ela provocou, sentindo que Sanya tinha mais para compartilhar.

“Ok, ok. Agora sou oficialmente a chef do William, então vou ficar aqui na cobertura dele para cozinhar para ele e ele está me pagando bem! Vou poder experimentar e desenvolver minhas habilidades antes de abrir meu próprio restaurante.” A empolgação de Sanya era contagiosa.

Chuva levantou uma sobrancelha. “Só isso?” ela perguntou, e Sanya riu, corando. “Claro! O que mais haveria?”

Chuva lhe lançou um olhar. “Você e ele, sob o mesmo teto…”
Sanya deu de ombros, ainda sorrindo. “É uma boa maneira de se conhecerem, e não se preocupe, vamos ficar em quartos separados. Eu posso parecer um pouco liberal, mas no fundo, sou bastante conservadora.”

Chuva assentiu, ainda meio sorrindo. “Você é adulta o suficiente para saber o que está fazendo, mas me mantenha informada se algo se complicar com o William, ok?”

Sanya assentiu, depois deu-lhe um empurrãozinho. “Mas chega de falar de mim. O que está realmente acontecendo? Seu marido parecia sério antes de nos tirar de lá.”

Chuva hesitou, olhando para dentro com uma expressão preocupada. Ela respirou fundo, decidindo confiar em Sanya. “Alexandre tem algumas notícias difíceis para compartilhar com o William esta noite. É sobre a saúde do pai deles.”

O rosto de Sanya se suavizou com preocupação. “Oh não… o que aconteceu?”

Chuva mordeu sua bochecha por dentro para conter a própria emoção. Ela respirou fundo novamente antes de continuar, “O sogro foi diagnosticado com um tumor cerebral. É grave, e os médicos não estão otimistas. Alexandre acha que William merece saber, embora vá ser difícil para ele.”

Sanya estendeu a mão, apertando a de Chuva. “Isso é… devastador. Não consigo imaginar como William vai reagir. O pai dele significa muito para ele.”

Chuva assentiu, com a voz carregada de emoção. “Eu não sei como ele vai lidar com notícias assim.”

Um silêncio pesado se estabeleceu entre elas antes de Sanya murmurar, “Ele vai precisar de alguém ao lado dele esta noite. Eu vou ficar aqui.”

Chuva assentiu agradecida, aliviada. “É uma boa ideia. Ele vai precisar de todo apoio que conseguir, e você sempre teve um jeito de confortar as pessoas… como você fez por mim quando as coisas pareciam insuportáveis.”

Sanya sorriu suavemente. “É para isso que servem os amigos.” Ela estendeu a mão, dando à de Chuva um aperto reconfortante.

*****
Enquanto isso, dentro do apartamento, Alexandre respirou fundo, se estabilizando. Ele olhou para William, que ainda estava sorrindo, alheio ao peso que pendia pesadamente no ar. Os punhos de Alexandre se cerraram ao seu lado enquanto ele procurava pelas palavras certas, sabendo que o que estava prestes a dizer destruiria aquele sorriso.

“William,” ele começou, sua voz constante, mas carregada de emoção, “há algo importante que precisamos discutir.”

William, apoiado no balcão da cozinha, perguntou “O que é?”

“É sobre o nosso pai…” Alexandre hesitou, em busca das palavras certas. “Ele vem sofrendo de dores de cabeça fortes e, após alguns exames, os médicos encontraram um tumor cerebral.”

O ar de repente ficou tenso com o peso das palavras de Alexandre, e os olhos de William se arregalaram em choque. “Um tumor cerebral?” ele ecoou, a incredulidade pintando seu rosto. “Você está falando sério?”

“Queria que não estivesse,” Alexander respondeu suavemente, se aproximando. “Eles dizem que é grave e precisamos falar sobre as opções de tratamento. Não podemos perder tempo.” Ele nem conseguia falar as palavras de que os dias de seu pai estavam contados.

William sentiu o mundo girar ao seu redor. Seu pai, a figura forte que sempre esteve lá para eles, agora enfrentava algo tão aterrorizante e inimaginável. Uma onda de emoções o atingiu… medo, tristeza e uma sensação roedora de impotência. “Não… isso não pode estar acontecendo. Deve haver algum engano!”

A cor drenou do rosto de William enquanto ele lutava para processar a notícia. “Em que estágio está? Eles podem operar? Há esperança?” Cada pergunta saía como um apelo desesperado.

Não havia como eles o perderem, certo? Seu pai tinha que sobreviver… havia tantos sobreviventes de câncer hoje em dia. Mas enquanto o corpo de William tremia, ele vislumbrou a expressão de Alexandre. Seu irmão não era de exagerar ou minimizar assuntos sérios. O desamparo nos olhos de Alexandre era suficiente para confirmar a gravidade da situação.

“Ainda não sei, mas precisamos nos preparar,” Alexander insistiu gentilmente. “Vamos resolver isso juntos.”

Mas William não conseguia ouvi-lo. A realidade da situação o atingiu como um trem de carga, e de repente, ele se sentiu instável nos pés. Ele tentou respirar fundo, mas parecia haver um torno ao redor de seu peito. “Não, não, não,” ele murmurou, balançando a cabeça.

Então, num instante, sua visão se turvou. “William!” Alexandre gritou quando as pernas de William falharam sob ele. Ele desabou no chão, caindo com força.

“William!” Alexandre correu ao seu lado, o pânico inundando suas veias enquanto verificava se havia resposta. O rosto de William estava pálido e ele estava inconsciente. “Fique comigo!” ele instou, sacudindo seu irmão suavemente. “Não ouse desmaiar em mim!”

Com o coração acelerado, Alexandre procurou seu telefone para pedir ajuda, mas seu foco estava inteiramente em William, que jazia imóvel no chão. “Por favor, apenas respire!” ele implorava, tentando desesperadamente manter a compostura.

Do lado de fora, Chuva e Sanya sentiram que algo estava errado. Os olhos de Sanya se arregalaram em alarme quando ela viu a expressão de pânico de Alexandre. “Chuva! Tem algo errado!” ela gritou, correndo para dentro.

Chuva seguiu de perto, seu coração batendo forte quando ela entrou na cozinha e viu William no chão. “Meu Deus! William!” ela exclamou, correndo para o lado dele.

“O que aconteceu?” Sanya perguntou, ajoelhando-se ao lado de Chuva.

“Eu não sei! Ele simplesmente desabou!” Alexandre gritou, sua voz estalando de medo.

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