Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 246
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246: Minha** 246: Minha** Chuva acordou com um sorriso ao sentir o toque familiar de Alexandre e a suave pressão de seus lábios contra sua pele. Sua respiração quente enviou um arrepio por ela enquanto sua língua traçava delicados padrões ao longo de seu ombro.
“Alexandre,” ela murmurou, sua voz ainda espessa de sono.
Ele se imobilizou por um momento, seus lábios apenas acima da pele dela. “Desculpe. Te acordei?” ele sussurrou com um tom misto de desculpa e diversão.
Chuva soltou uma risada preguiçosa, passando os dedos por seu cabelo. “Não era exatamente isso que você queria?” ela brincou, encontrando seus olhos.
Conforme seus olhos se ajustavam à luz tênue do quarto, ela o viu olhando para ela, sua expressão terna, mas cheia de um desejo inegável. “Que horas são, marido?” ela perguntou preguiçosamente, saboreando a sensação de sua pele quente contra a dela.
“São cinco e meia,” ele murmurou, dando um beijo suave em seus lábios. “O sol vai nascer logo.”
Ela sorriu, notando a tensão em seu corpo, pressionando contra ela. Seu comprimento estava tão duro. “Então… você me acordou só para assistirmos o nascer do sol juntos, tomando café?” ela provocou, deslizando suas pernas abertas levemente, seu convite inconfundível.
A respiração de Alexandre falhou, e seu olhar escureceu, cheio de uma mistura de controle e desejo. “Bem, o café fazia parte do plano,” ele murmurou, sua voz espessa com um sorriso mal contido.
Chuva sentiu o coração acelerar conforme as mãos dele acariciavam suas laterais, seu toque persistente. Ela não tinha se incomodado em usar uma camisola, desfrutando da sensação de suas peles nuas entrelaçadas. Ela se sentiu relaxar sob seu toque, suas mãos traçando suas costas.
“Bom dia,” ela sussurrou, atraindo-o para mais perto. “Sinta-se à vontade para fazer o que tem em mente antes do nascer do sol,” ela murmurou sedutoramente puxando-o para um beijo profundo.
As mãos de Alexandre foram acolher os quadris dela, seus polegares fazendo círculos suaves em sua pele enquanto ele capturava seu lábio inferior com uma mordida provocativa, sua voz baixa e rouca. “Você está tornando tão difícil resistir, Chuva,” ele murmurou contra sua boca, antes de deixar beijos aquecidos descendo por seu pescoço, seus lábios roçando a pele sensível enquanto iam mais abaixo.
O toque dele a incendiou, cada beijo aumentando a antecipação que a deixava com o coração acelerado. Quando ele chegou ao seu peito, ele tomou um de seus botões tenros em sua boca, sua língua quente girando e batendo habilidosamente, enviando ondas de prazer através dela.
A sensação era avassaladora, cada movimento dele calculado, mas apaixonado, e ela se sentiu se desfazer sob ele.
“A-Alexandre…” ela ofegou, suas mãos instintivamente entrelaçando em seu cabelo enquanto ele continuava, sua boca deixando-a sem fôlego, sua mente embaçada com o êxtase.
Os beijos de Alexandre traçavam mais abaixo, saboreando cada centímetro dela, seu toque como uma marca em sua pele. Ele viajou para baixo, seus lábios escovando por seu estômago, se movendo com deliberada e terna atenção, até chegar à parte interna de suas coxas. A respiração de Chuva falhou à medida que a boca dele se aproximava, seu toque reverente ainda carregado.
Enquanto ele a beijava ali, sua língua traçava suas dobras sensíveis, mandando tremores de prazer por seu corpo. O calor de sua respiração e as leves lambidas de sua língua foram o suficiente para fazê-la derreter completamente. Ela agarrou os lençóis embaixo dela, mal capaz de conter o tumulto avassalador de sensações, sua mente perdida no feitiço que ele lançava com cada toque preciso e amoroso.
Alexandre sentiu o corpo dela responder a ele, cada tremor, cada ofegar o encorajando a trazê-la mais perto da liberação. Sua língua se aprofundou, traçando e explorando seu núcleo sensível em movimentos deliberados, suas mãos segurando firmemente seus quadris para mantê-la estável enquanto ela se contorcia sob ele.
Ele conhecia bem o corpo dela, sabia exatamente como provocar e construir até aquele cume de prazer que a deixaria completamente sem ar.
As mãos de Chuva encontraram seu caminho de volta ao cabelo dele, seus dedos se emaranhando e puxando enquanto ele continuava, sua voz se quebrando com gemidos suaves enquanto seus quadris se arqueavam instintivamente em sua boca. Ela estava perdida no momento, cada nervo aceso, e o mundo fora parecia se derreter enquanto ele a empurrava mais perto do seu ápice.
“Ah, Alexandre…” ela ofegou, sua voz tremendo. Sua respiração crescia superficial, suas coxas pressionando ao redor dele enquanto ele intensificava seu ritmo, sua língua mergulhando e recuando em um ritmo que a enviava girando para mais alto. A pressão se acumulava dentro dela, cada carícia, cada lambida, a aproximando mais.
E então, de uma vez, tudo a inundou. Ela sentiu a tensão estourar enquanto ondas de êxtase inundaram seus sentidos, seu corpo arcando enquanto ela gritava, agarrando-se a ele enquanto se desfazia. Alexandre a segurava durante isso, suas mãos estáveis e firmes, sua boca saboreando cada tremor, cada suspiro enquanto ele gentilmente a conduzia por seu clímax.
Ele se sentou na frente dela, puxando-a para mais perto até que seus corpos estivessem firmemente pressionados. Seu corpo ainda estava tremendo quando ele esfregou seu comprimento contra sua umidade, deslizando por suas dobras, um toque que fez com que ela estremecesse de prazer… uma reação que claramente o agradou.
Com cuidado, ele levantou o tornozelo dela e apoiou sua perna em seu ombro, suas mãos encontrando um apoio firme em sua cintura. Então, em um movimento suave, ele a penetrou totalmente. Chuva ofegou, um gemido de prazer escapou de seus lábios.
A respiração de Alexandre ficou mais pesada enquanto ele a penetrava, seu olhar fixo no rosto de Chuva, lendo cada ofego e expressão. Ele se inclinou para baixo, ainda segurando sua perna contra seu ombro, agarrando sua cintura com um toque firme, porém terno. Cada investida o levava mais fundo, aproximando-o mais dela.
“Alexandre,” ela gemeu, sua voz mal um sussurro, mas o suficiente para fazê-lo estremecer. Ouvi-la dizer seu nome parecia alimentar seus movimentos, seus olhos escurecendo enquanto ele pressionava mais forte, aproximando-os ambos do limite.
“Olhe para mim,” ele murmurou, sua voz rouca de necessidade. Ela abriu os olhos, encontrando seu olhar intenso enquanto ele se movia dentro dela. “Quero que você veja… que estou com você… dentro de você…” ele gemeu, perdido na sensação de seu calor. Seu ritmo tornou-se irregular, cada movimento mexendo com algo mais profundo em ambos.
Chuva agarrou-se a ele, seus dedos cavando em seus braços, precisando se segurar em algo enquanto ele a preenchia completamente. “Uh, uhh… Alexandre…” ela ofegou, a sensação crescendo até um pico. Seu corpo tremia enquanto ele pressionava mais forte, cada investida tocando aquele ponto sensível dentro dela, fazendo-a gemer descaradamente.
“Você é minha, Chuva… cada parte de você,” ele sussurrou roucamente, suas palavras possessivas enviando arrepios pela espinha dela enquanto ele continuava, cada centímetro dele a atraindo para aquela borda doce e avassaladora. Seu corpo começou a apertar ao redor dele, e ela podia sentir sua libertação se aproximando, suas respirações se tornando ofegantes.
Finalmente, com uma poderosa investida, ela se precipitou sobre o limite, seu corpo arcando enquanto ondas de prazer varriam por ela. “Alexandre!” ela gritou, sua voz se quebrando enquanto ela se agarrava a ele. A sensação de sua libertação o levou ao seu próprio clímax; ele cerrava os dentes, um gemido profundo escapando dele enquanto ele a segurava perto, ambos perdidos um no outro.
Eles ficaram assim por um momento, suas respirações pesadas e corações acelerando. As mãos de Alexandre se amansaram, acariciando sua cintura enquanto ele a puxava para perto, pressionando um beijo suave em sua testa.
“Chuva,” ele murmurou, sua voz cheia de ternura. “Você é tudo para mim.”
O olhar dela se amolecia enquanto ela olhava para ele, seus dedos traçando sua bochecha. “E eu te amo,” ela sussurrou com um sorriso amoroso.