Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 234
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- Capítulo 234 - 234 Minha esposa 234 Minha esposa Chuva acordou se sentindo
234: Minha esposa 234: Minha esposa Chuva acordou se sentindo um pouco dolorida, mas sorriu, banhando-se na felicidade da noite anterior. Porém, seu sorriso desapareceu quando estendeu a mão e percebeu que o calor de Alexandre não estava ao seu lado. Ela franziu a testa, abrindo os olhos lentamente. “Hmm, onde ele está?” murmurou.
Estava sozinha no sofá-cama, ainda enrolada sob o edredom. A última coisa que se lembrava era Alexandre limpando-a gentilmente e a carregando de volta para a cama, aconchegando-a em seus braços enquanto ela adormecia. Isso foi por volta das dez da noite.
Olhou para o relógio e notou que já passava das quatro da manhã. Chuva se espreguiçou, sentando-se, e então viu um rastro de pétalas de flor espalhadas pelo chão.
“Alexandre?” ela chamou suavemente, olhando ao redor do ambiente. Sem resposta, ela vestiu uma camisola e seguiu o caminho das pétalas de rosa brancas. Seu sorriso cresceu quando percebeu que ele deveria estar planejando algo especial, e a curiosidade acelerou seus passos.
Quando chegou ao final do caminho de pétalas, encontrou-se diante de uma porta entreaberta. Ela a empurrou silenciosamente e parou ao ver a cena à sua frente. Lá estava Alexandre, junto com William e Tio Ben, todos enchendo balões com vários empregados decorando o quarto.
“Droga!” William murmurou, vendo-a primeiro.
Alexandre seguiu seu olhar, com os olhos arregalados ao notá-la ali, parada, observando a cena inesperada se desenrolar. Ele atravessou o quarto em poucas passadas largas, envolvendo-a em seus braços. “Todos para fora! Agora!” ele ordenou, fazendo com que todos se dispersassem rapidamente.
Respirando fundo, ele lhe deu um sorriso sem graça e murmurou, “Essa camisola não deixa muito para a imaginação.” Ele colocou o cabelo dela atrás da orelha e sussurrou, “Eu não pensei que você acordaria tão cedo. Era para ser uma surpresa.” Ele deu um beijo suave em sua testa, segurando-a perto.
Chuva olhou para ele, uma ponta de riso em seus olhos. Ele sorriu timidamente, passando a mão na parte de trás do pescoço, e finalmente disse, “Feliz aniversário, amor.”
Ela não tinha esperado nada disso. Raramente se preocupava com seu aniversário e frequentemente o esquecia a menos que Clifford ou Sanya a surpreendessem. Ela ficou com os olhos marejados enquanto murmurava, “Eu não pensei que você saberia.”
Alexandre deu uma risada, gentilmente enxugando suas lágrimas. “Por que eu não saberia? Você é minha esposa. Espere que eu saiba tudo sobre você. Até agora, eu sei até quantas pintas você tem e exatamente onde encontrá-las… como aquela no seu mamilo direito.” Ele brincou, fazendo-a fazer beicinho, porque, claro, ele estava certo.
Mas ela tinha certeza de uma pinta que ele ainda não havia encontrado!
“Então, essa é a minha surpresa de aniversário?” ela murmurou, olhando ao redor. Seus olhos se fixaram em uma grande caixa coberta com um pano. Apontando para ela, perguntou, “Aquilo é o meu presente?”
Alexandre pegou a mão dela, levando-a em direção a caixa. “Na verdade, eu que era para ser o presente. Eles iriam me embrulhar na caixa para você desembrulhar e me encontrar!”
Chuva riu, levantando uma sobrancelha. “Agora sim, isso sim seria o melhor presente, especialmente se você incluísse um striptease!”
Alexandre riu, levando-a para outra área coberta com um pano. Com um movimento ágil, ele retirou o pano, revelando a pintura por debaixo. Os olhos de Chuva se arregalaram enquanto ela soltava um gáspe, “Endurance…”
Era a obra-prima de Vernice, aquela que ela nunca havia querido vender. Tinha sido exatamente a peça que havia capturado o olhar de Chuva, a peça que ela desejava poder possuir.
“Como…?” ela murmurou, olhando para ela em admiração.
“Bem, não foi fácil,” Alexandre respondeu com um sorriso orgulhoso. “Eu fiz um acordo com Tia Vernice, e depois de um pouco de convencimento, ela concordou em deixá-la ir para mim.”
Chuva virou-se para ele, sem palavras, seu coração se enchendo. “Agora é sua, minha esposa. Você pode colocá-la onde quiser,” ele adicionou, sua voz cheia de calor.
Ela sorriu, os olhos brilhando enquanto olhava de volta para a pintura. “Eu adoraria colocá-la em nosso escritório aqui,” ela murmurou, imaginando-a perfeitamente em seu espaço compartilhado.
Chuva sorriu travessamente enquanto olhava para a grande caixa vazia nas proximidades, ainda meio embrulhada em fita. “Então… que tal?” ela provocou, cutucando Alexandre com o cotovelo. “Por que você não entra lá e me dá esse striptease de aniversário? Seria um presente que eu jamais esqueceria.”
Alexandre levantou uma sobrancelha, rindo enquanto olhava para a caixa. “Você realmente quer que eu entre aí, né?” ele perguntou, fingindo relutância, mas claramente divertido.
“Ah, com certeza,” Chuva riu, cruzando os braços com um sorriso brincalhão. “A menos que você não esteja à altura do desafio?”
O sorriso maroto de Alexandre se aprofundou, incapaz de resistir ao desafio brincalhão. “Tudo bem, mas lembre-se, você pediu por isso,” ele provocou. “Eu deveria estar lá dentro como um presente, mas um striptease? Você está abusando da sorte… Eu nem mesmo sei se consigo dançar!”
Ele entrou na caixa com uma seriedade exagerada, fechando a tampa atrás dele. Momentos depois, Chuva a abriu com um grande sorriso, encontrando Alexandre sorrindo para ela, pronto para se apresentar.
Ele começou a desabotoar sua camisa lentamente, botão por botão, seu olhar fixo no dela com uma intensidade ardente. “Feliz aniversário, minha ousada esposa,” ele murmurou, voz baixa enquanto deixava a camisa cair de seus ombros.
Chuva riu, completamente divertida, mas claramente esperando por mais. “Vamos lá! Você está apenas se desvestindo… isso não é um striptease!” ela provocou, batendo palmas para dar efeito.
“Ah, então você é a música agora?” ele rebateu, rindo enquanto entrava na brincadeira. Com uma expressão seriamente brincalhona, ele começou a balançar os quadris, dando a ela uma dancinha travessa com movimentos exagerados e desajeitados, seus olhos cintilando de diversão.
A risada de Chuva encheu o quarto, alta e desinibida. Ela não conseguia lembrar a última vez que riu tanto. Assistir Alexandre, seu marido geralmente composto, fazer um esforço tão brincalhão aqueceu seu coração e a fez amá-lo ainda mais. Ele era simplesmente o melhor.
Alexandre a circulou dramaticamente, jogando sua camisa para o lado. “Vamos lá, cadê o meu ritmo?” ele provocou enquanto sua palmas diminuíam por causa do riso.
“Oh, venha aqui!” Chuva murmurou, estendendo a mão.
Ele pegou a mão dela com um sorriso brincalhão. “Ou talvez eu deva praticar e te dar um bis esta noite?” ele murmurou, sua própria risada suavizando enquanto a puxava para perto, olhos nos olhos dela.
Chuva envolveu os braços em volta do pescoço dele, seu coração cheio. “Melhor performance de aniversário de todos os tempos,” ela sussurrou, sua voz preenchida de calor.
Alexandre inclinou-se e beijou a sua testa. “Feliz aniversário, minha esposa. Eu te amo,” ele murmurou, segurando-a perto.