Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 232
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232: A Noite Toda** 232: A Noite Toda** Sem qualquer inibição em seu corpo, Chuva puxou Alexandre para mais perto e o beijou profundamente. Enquanto seus lábios se fundiam, ela abriu as pernas, convidando-o a se posicionar confortavelmente entre elas, sinalizando o quão pronta ela estava para que ele a tomasse completamente.
A respiração de Alexandre ficou presa com seu entusiasmo, o calor irradiando de sua pele intensificando seu desejo. “Isso pode doer porque eu senti quão apertada você está,” ele murmurou, seus olhos procurando nos dela por qualquer sinal de hesitação.
“Está tudo bem. Tenho certeza que posso te receber bem,” ela respondeu, sua voz firme e cheia de anseio. “Eu quero você, Alexandre.”
Com um movimento lento e deliberado, ele se aconchegou mais perto, sentindo seus corpos se alinharem perfeitamente. Chuva moveu seus quadris, esfregando sua flor úmida contra a dureza dele, e um baixo rosnado de prazer escapou dele.
Ela imaginava como ele caberia dentro dela, mas o pensamento não a perturbava; ela se sentia pronta e confiante de que poderia receber todo ele. Bebês conseguem sair dessa abertura apertada, então ela tinha certeza de que também poderia recebê-lo!
“Chuva,” ele respirou, seu olhar fixo no dela enquanto gentilmente empurrava a ponta de seu comprimento para dentro dela. Um gás agudo escapou dos lábios dela quando uma onda de dor a invadiu, e ela instintivamente cravou suas unhas em suas costas. Ele enrijeceu com a sensação e imediatamente recuou um pouco, preocupação gravada em seu rosto. “Você está bem?”
“Estou bem. Apenas… não se contenha mais,” ela incitou, sua voz firme mas impregnada de desejo. Ela se inclinou, capturando seus lábios em um beijo apaixonado, tentando transmitir seu entusiasmo. Apesar do leve desconforto, ela moveu seus quadris, convidando-o a ir mais fundo.
Ele respirou fundo, se ancorando ao sentir o calor dela o envolver. Ele recuou um pouco para olhar nos olhos dela e murmurou, “Eu vou devagar.” Com um movimento gentil mas firme, ele foi mais fundo, seus corpos se fundindo enquanto ele a preenchia completamente.
Com cada impulso cuidadoso, ele avançava mais, a mistura de prazer e dor acendendo um fogo dentro dela. Chuva concentrava-se em seu olhar, que estava cheio de uma mistura de desejo e ternura, e ela se sentiu se rendendo ao momento. “Você é incrível,” ele murmurou, sua voz baixa e tensa.
Chuva mordeu seu lábio inferior enquanto a dor lentamente desaparecia com cada empurrão. Alexandre se inclinou, cobrindo seus lábios com beijos. Ela soltou gemidos abafados em sua boca enquanto ele continuava a impulsionar dentro dela. Agora estava tão bom que ela enrolou suas pernas em volta dele, puxando-o para mais perto enquanto se moviam juntos.
Chuva sentiu cada centímetro dele, cada batimento cardíaco, e cada respiração. Ele a preencheu com calor e amor, acendendo um fogo dentro dela.
“Eu te amo, Chuva,” ele sussurrou no ouvido dela, seus movimentos acelerando.
“Alexandre, ahhh,” ela gritou, oprimida pela sensação prazerosa e o atrito.
“Você é tão perfeita,” ele respirou, sua voz uma mistura de admiração e necessidade. “Eu nunca quero que isso acabe.”
Conforme ele continuava a se mover, seus corpos começaram a sincronizar em um belo ritmo. Chuva podia sentir a pressão dentro dela aumentar, uma deliciosa tensão que ameaçava transbordar. “Estou tão perto,” ela respirou, sua voz mal acima de um sussurro.
“Se entregue para mim, amor,” ele encorajou, seus movimentos se tornando mais urgentes. “Estou bem aqui com você.”
Com cada impulso, ela se sentia balançar na borda do êxtase. “Eu quero sentir você comigo,” ela ofegou, se rendendo às sensações avassaladoras.
“Então se entregue,” ele incitou, sua voz um rugido baixo de paixão.
Com um último empurrão, a tensão estourou. Chuva gritou, seu corpo arqueando enquanto ondas de prazer a invadiam. “Alexandre!”
Ao alcançar seu clímax, ela o sentiu se liberar dentro dela, preenchendo-a completamente. Seus corpos emaranhados juntos, uma perfeita harmonia de amor e desejo, e ela se deleitava no momento, sabendo que eles haviam cruzado um umbral juntos.
Alexandre permaneceu sobre ela, seu peso suportado em seus antebraços, ambos ofegantes após a paixão compartilhada. Ele se inclinou, roçando os lábios dele nos dela em um beijo terno que enviou calafrios pela espinha de Chuva.
“Você ainda está dentro de mim,” ela murmurou, sentindo o calor prolongado de sua conexão.
“Hmmm, por que eu não estaria?” ele respondeu, sua voz baixa e provocante enquanto ele beijava o pescoço dela. Chuva sentiu um arrepio com a brincadeira dele na sua pele, seguido por suaves sugadas que a fizeram ofegar. Suas mãos exploravam o corpo dela, acariciando seus seios como se memorizando cada curva.
“Porque foi tão bom estar dentro de você assim,” ele sussurrou, seu hálito quente contra o ouvido dela. “Mas se você quiser que eu pare, é só dizer.”
Ela franziu a testa com a sugestão, seu corpo instintivamente desejando ele enquanto ele se movimentava um pouco. Nesse instante, uma onda de prazer percorreu ela enquanto ele começava a se mover novamente. A sensação de sua dureza a preenchendo a fez ofegar, e ela mal podia acreditar o quanto estava bom.
“Alexandre…” ela respirou, sentindo o calor subir dentro dela novamente. Ele mordiscou o lóbulo da orelha dela, provocando-a enquanto seus dedos brincavam com seus mamilos inchados, enviando ondas de prazer irradiando por ela.
A resposta de Chuva foi uma série de gemidos suaves, incapaz de conter o prazer que se intensificava a cada um dos movimentos dele.
“Me desculpe, minha adorável esposa, mas está tão difícil me controlar agora,” ele murmurou, sua voz carregada de desejo enquanto continuava a impulsionar dentro dela. Ele gemeu de prazer, sua respiração ficando presa. “Você está me deixando louco. Você é tão boa que tudo o que eu quero é te ter e te devorar a noite inteira.”
Com cada movimento, o ritmo de Alexandre se tornava mais constante, seu toque mais possessivo, impulsionando-a rumo a outra onda de prazer. O corpo de Chuva arqueava e ela se agarrava a ele, sentindo a tensão crescer novamente, um calor se acumulando baixo em sua barriga.
“Alexandre…” ela respirou, sua voz tremendo com antecipação. O som do nome dele apenas parecia incitá-lo, seus movimentos profundos e rítmicos, perfeitamente sintonizados com sua própria necessidade crescente. Ele a beijou profundamente, seus dedos se enredando em seu cabelo enquanto ele murmurava, “Se entregue para mim, Chuva.”
Suas palavras a empurraram para além do limite, e ela gritou ao ser tomada por outro clímax, seu corpo se contraindo em volta dele em ondas. A sensação enviou Alexandre para seu próprio ápice, e com um gemido baixo, ele se deixou ir, segurando-a próxima enquanto a preenchia completamente.
Eles permaneceram assim, envolvidos juntos, os batimentos cardíacos diminuindo em sincronia conforme o quarto se assentava em um silêncio quente e contente.