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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 230

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  3. Capítulo 230 - 230 Criar Nossa Própria Constelação 230 Criar Nossa Própria
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230: Criar Nossa Própria Constelação 230: Criar Nossa Própria Constelação Tudo parecia perfeito. Alexandre e Chuva desfrutavam de um jantar romântico sob o céu iluminado pela lua, acompanhados pela bela música de um violinista tocando suavemente ao fundo.

“Que tal uma dança lenta?” Alexandre sugeriu, e Chuva concordou com entusiasmo. Eles se levantaram, e Alexandre a puxou para mais perto de si com braços entrelaçados em sua cintura enquanto ela envolvia seus braços em volta do pescoço dele. Eles balançavam juntos ao som da melodia suave.

Chuva repousou a cabeça contra o peito dele. Ela sentiu o ritmo erótico do coração dele espelhando o seu próprio.

Enquanto giravam sob o luar, Chuva brincou, “Eu não sabia que você era tão romântico. O que vem a seguir? Banhos de espuma à luz de velas?”

Ela se perguntava o que ele diria. Eles consumariam o casamento esta noite? Afinal, ela estava livre do seu período menstrual! Suas bochechas ardiam de vergonha, ganhando um tom profundo de vermelho.

Alexandre riu e deu um passo gentil para trás para encontrar o olhar dela. Seus olhos brilhavam enquanto ele falava com malícia, “Bem, eu não descartaria isso. Mas vamos salvar as bolhas para outra hora. Agora, tenho outra coisa em mente.”

“É mais dança?” Chuva perguntou, arqueando uma sobrancelha. “Porque eu posso ter que me opor a essa.”

“Na verdade,” ele disse com um sorriso, “Eu estava pensando na nossa galeria de arte privada. Ela tem um terraço com vista deslumbrante para as estrelas, e há telescópios montados para uma sessão de observação noturna das estrelas. Imagine só, arte, estrelas e nós dois…”

“Nossa, você realmente pensou em tudo, não é?” Chuva disse, seu sorriso brilhante de admiração. “Então guie o caminho, marido! Estou curiosa para ver como você planeja me impressionar em seguida.”

Alexandre riu, se inclinando e cantarolando brincalhão em seu ouvido, “Espere… há mais por vir do que apenas um banho de espuma…”

Chuva engoliu em seco, mordendo o lábio inferior enquanto uma onda de rubor a inundava. Ela sentia uma mistura de nervosismo e excitação borbulhando dentro dela.

Conforme caminhavam de mãos dadas em direção à galeria de arte, o suave brilho das lanternas iluminava seu caminho. A antecipação zumbia dentro dela enquanto alcançavam o ponto mais alto da propriedade. A galeria estava adornada com belíssimas peças.

Ela sabia que seu sogro amava colecionar arte, e imaginava que cada uma dessas peças devia ter custado uma fortuna. “Eu vejo algumas obras da Vernice!” ela exclamou com os olhos brilhando. No entanto, a peça que ela realmente adorava, a peça chamada Endurance, não estava entre elas, pois Vernice havia recusado vender.

Ele também a levou para a sala secreta, onde guardavam a maioria dos artefatos e relíquias preciosas. Enquanto estavam lá, ele começou a configurar sua biometria no sistema, concedendo-lhe acesso direto a tudo.

Conforme Alexandre levava Chuva para dentro da sala secreta, a empolgação dela crescia.

“Bem-vinda à verdadeira coleção da minha família,” Alexandre disse com um toque de orgulho. O quarto estava levemente iluminado, destacando os detalhes intrincados das peças expostas. “Aqui, guardamos nossas posses mais valiosas.”

Os olhos de Chuva brilhavam enquanto ela absorvia a visão. Ela se aproximou de um vaso lindamente trabalhado, sua superfície adornada com símbolos antigos. “Isso é deslumbrante! De onde veio?”

“Esse é um vaso da Dinastia Ming,” Alexandre respondeu. “Fazia parte de uma coleção que meu pai adquiriu em um leilão anos atrás. É uma das poucas peças que sobreviveu à história tumultuada daquela época.”

Ao admirar o vaso, Alexandre apontou para uma vitrine no lado oposto da sala. “E aqui,” ele continuou, “temos um manuscrito original do período da Renascença. Acredita-se que pertenceu a um dos artistas menos conhecidos da época.”

Chuva se aproximou da vitrine, inclinando-se para ler a elegante caligrafia. “Uau, isso é incrível! O detalhe é espantoso,” ela disse, com dedos ansiosos para tocar as páginas envelhecidas. “Eu não tinha ideia de que sua família tinha uma coleção tão impressionante.”

Ele sorriu, afastando uma mecha solta de cabelo atrás da orelha dela. “Nossa família… Lembre-se, você já é parte dela, Chuva. Tudo o que você vê aqui também é seu,” ele disse amorosamente, fazendo Chuva sorrir timidamente.

Após admirarem as impressionantes coleções da família, Alexandre rapidamente a levou para o terraço do prédio. “Você precisa experimentar isso! Não consigo acreditar o quão claras estão as estrelas esta noite,” ele disse, gesticulando em direção a um dos telescópios.

Ao se aproximarem do telescópio, os olhos de Chuva se arregalaram de curiosidade. “Uau, parece tão potente! Será que conseguimos ver Júpiter?” ela perguntou, olhando pela lente.

“Com certeza! Se você olhar com atenção, pode até ver algumas das luas dele,” Alexandre respondeu, inclinando-se ao lado dela. “Mas tenho que te avisar, a vista fica ainda melhor com um pouco de imaginação. As estrelas estão apenas esperando que a gente crie histórias sobre elas.”

Chuva riu, ajustando o foco do telescópio. “Ok, Sr. Astrofísico, qual é a sua história para aquele aglomerado ali?” Ela apontou para um grupo de estrelas cintilantes.

Alexandre se inclinou mais perto, o ombro dele roçando no dela, mandando um arrepio por sua espinha. “Eu diria que aquele é um príncipe cruzando o universo para encontrar sua princesa,” ele disse, com a voz baixa e brincalhona.

“E o que acontece quando ele a encontra?” Chuva perguntou, virando a cabeça para olhá-lo, o coração acelerado pela proximidade deles.

“Ele a arrebata dos pés e a leva para a estrela mais bela do céu,” ele respondeu, o olhar fixo nela. “Uma estrela onde eles podem dançar pelo cosmo para sempre.”

Sentindo um onda de calor no peito, Chuva sorriu suavemente. “Isso soa maravilhoso. Eu adoraria dançar entre as estrelas com você.”

“Então não vamos perder tempo,” ele disse, puxando-a para mais perto enquanto alcançava a mão dela. “Temos nosso próprio pequeno universo bem aqui.”

Antes que ela pudesse responder, Alexandre se inclinou e capturou os lábios dela com os seus, um beijo suave e doce que enviou borboletas girando no estômago dela. Chuva se entregou a ele, os dedos entrelaçados em seu cabelo enquanto ela o beijava de volta, sentindo o mundo ao redor desaparecer.

Ao se separarem, ambos sem fôlego, Alexandre passou o polegar suavemente por sua bochecha. “O que você acha de criarmos nossa própria constelação?” ele sussurrou, os olhos brilhando de travessura.

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