Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 228
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228: Uma Segunda Chance 228: Uma Segunda Chance Greg rapidamente pressionou os lábios, percebendo sua gafe, enquanto Ava o repreendia em voz baixa. Chuva não conseguia afastar a onda de curiosidade e preocupação. Será que Tio Ben estava realmente envolvido em algo tão perigoso?
“Chuva, querida… se você tem perguntas, acredito que você possa perguntar a Alexandre sobre isso mais tarde,” Tia Ava a tranquilizou, percebendo sua inquietação. “Mas não se preocupe; garanto-lhe que Ben é apenas uma vítima nisso tudo. Ele é um bom homem.”
Ela não estava julgando Tio Ben, mas Chuva não conseguia deixar de querer saber mais sobre a situação. Sua Tia Melanie já tinha sofrido o suficiente, e a segurança dela era uma prioridade para ela.
Felizmente, Alexandre se aproximou deles e depois entregou o pequeno Sean a Greg. Ele pegou a mão de Chuva e, com um sorriso casual, anunciou, “Agora que todos conheceram formalmente minha esposa, vou levá-la comigo. Ainda temos muito o que explorar.”
“Espera!” William interrompeu. “Não deveríamos aproveitar essa chance para discutir a escalação para o evento de caça?”
Alexandre o dispensou. “Eu estarei em todas as escalas com minha esposa desta vez. Cuida disso,” ele disse firme antes de puxar Chuva em direção ao carrinho motorizado.
Uma vez sentados, Chuva olhou para ele, preocupada. “Isso é realmente ok? Não estamos sendo desrespeitosos saindo assim?”
Alexandre andou até o lado do motorista, acomodando-se com facilidade. “Eles não vão se importar,” ele a tranquilizou enquanto dava partida no carrinho. “Eles estarão ocupados discutindo a situação da Alyssa e outros assuntos de família. Além disso, eles entendem que estamos em nossa fase de lua de mel.”
Corada, Chuva sorriu para a atitude despreocupada dele, mas não pôde evitar sua curiosidade. “Para onde estamos indo agora?”
“Adivinha?” Alexandre riu, mas seu divertimento desvaneceu ao ver Chuva apoiar a cabeça no ombro dele e suspirar. “O que foi?” ele perguntou, com a voz suave.
“Tio Greg teve um lapso antes, mencionando algo sobre Tio Ben ser um assassino. Você pode me contar mais sobre isso mais tarde? Isso só me deixou preocupada,” disse ela, seu tom direto mas tingido de preocupação.
A expressão de Alexandre ficou mais séria, e ele assentiu, apertando gentilmente a mão dela. “Eu explicarei tudo depois.”
Chuva decidiu não insistir mais no assunto, confiando que Alexandre lhe contaria tudo no momento certo. Eles pararam em frente ao labirinto da propriedade, um complexo labirinto de sebes sobre o qual ela tinha ouvido falar.
“Você sabia que William e eu nos perdemos aqui por um dia inteiro uma vez?” Alexandre comentou com um sorriso nostálgico enquanto a ajudava a sair do carrinho motorizado. “Eu tinha dez anos e William tinha oito.”
Chuva arqueou uma sobrancelha, intrigada. “Tenho certeza de que não nos perderemos agora, certo?”
Alexandre riu baixinho, seus olhos brilhando com travessura. “Hmm, isso depende. Você estará liderando o caminho, esposa,” ele provocou.
Chuva deu de ombros, um sorriso se formando em seus lábios, mas ela aceitou o desafio. “Certo então, vamos ver se consigo nos tirar daqui.”
Chuva confiantemente pegou a mão de Alexandre, conduzindo-os para mais fundo no labirinto. Enquanto caminhavam, Alexandre começou a compartilhar mais sobre o passado do Tio Ben.
“Eu ainda não tinha nascido quando Tio Ben chegou à mansão pela primeira vez. Ele começou a trabalhar para Papai como um mordomo, mas na verdade ele era mais um assistente pessoal,” Alexandre explicou, sua voz calma. “Eu só ouvi a história completa dele quando eu tinha por volta de quinze anos.”
Chuva ouviu atentamente, sua curiosidade aumentando a cada passo. Eles se moviam lentamente pelo labirinto intricado, as sebes elevando-se ao redor deles.
“Tio Ben cresceu em um ambiente muito difícil. Quando tinha dez anos, foi forçado a entrar para o submundo e treinado para matar,” Alexandre prosseguiu. “Ele teve que fazer isso apenas para proteger seus pais e irmãos. Eles estavam todos presos, servindo a uma figura poderosa em uma organização criminosa. Naquela época, meu pai era um general encarregado de derrubar esse grupo criminoso.”
Chuva parou, incerta de qual direção tomar. “Tio Ben foi enviado para matar meu pai,” disse Alexandre.
Chuva virou-se para ele com um sorriso provocante. “Bem, está claro que ele falhou, né?”
Alexandre assentiu com um sorriso. “Sim, ele falhou. Meu pai o pegou mas não o jogou na prisão. Em vez disso, ele o manteve em uma casa segura.”
A curiosidade de Chuva só aumentava. “O que aconteceu depois? Como eles se tornaram tão próximos?”
Quando eles chegaram a mais uma bifurcação no labirinto, Alexandre perguntou brincando, “Então, esposa, qual caminho agora? Direita ou esquerda?”
Chuva olhou para ele, fingindo ponderar as opções. “Esquerda… não, espera. Vamos pela direita!” ela declarou com um sorriso.
Eles viraram à direita, e Alexandre continuou a história. “Esse sindicato do crime imediatamente viu Tio Ben como uma ameaça depois que ele foi capturado. Eles queriam eliminá-lo antes que ele pudesse revelar segredos.”
“Eles enviaram mais assassinos atrás do Tio Ben, e eles eventualmente localizaram a casa segura,” Alexandre continuou, sua voz cheia de orgulho. “Tio Ben lutou arduamente, mas meu pai chegou a tempo para ajudá-lo. O que realmente mudou tudo foi que meu pai salvoTio Ben ao se jogar na frente de uma bala destinada a ele.”
Os olhos de Chuva se arregalaram. “Ele o salvou?”
Alexandre assentiu com um sorriso orgulhoso no rosto. “Sim, e aquele momento teve um grande impacto no Tio Ben. Ele ficou em choque. Quando ele me contou a história, ele estava praticamente soluçando, dizendo que nunca imaginou que o homem que ele tentou matar arriscaria a própria vida para salvá-lo. Ele disse que meu pai até sorriu enquanto Ben o xingava, perguntando por que ele fez algo tão tolo.”
Chuva estava cativada pela história. “O que o Sogro disse?”
O sorriso de Alexandre suavizou-se enquanto ele lembrava das palavras. “Papai disse a ele, ‘Não é melhor salvar vidas do que tirá-las? Eu prefiro morrer salvando uma vida porque toda vida é preciosa. Seu passado não importa mais, Ben. O que importa é quem você escolhe ser agora e no futuro. Se eu morrer agora porque te salvei, certifique-se de não desperdiçar essa vida. Você sempre tem uma escolha: Viver para expiar e encontrar um propósito, ou morrer pesado pelos pecados que nunca buscou redimir.”
Chuva ficou em silêncio por um momento, absorvendo o peso daquelas palavras. “Isso é poderoso,” ela sussurrou.
“Foi,” Alexandre concordou. “Tio Ben disse que essas palavras o mudaram. Ele não conseguia esquecê-las, e é por isso que ele tem sido leal a meu pai desde então. Meu pai deu a ele uma segunda chance quando mais ninguém daria.”