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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 221

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  3. Capítulo 221 - 221 Ao Cavalgar em Você 221 Ao Cavalgar em Você Chuva havia
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221: Ao Cavalgar em Você 221: Ao Cavalgar em Você Chuva havia passado a manhã aprendendo a montar, e o tempo passou mais rápido do que ela esperava. Agora, ela e Alexandre estavam cavalgando juntos no cavalo que ele lhe dera. Ela o havia batizado de Neve, adequado para seu puro pelo branco, tão brilhante e imaculado quanto a neve recém-caída.

Os dois se moviam em sincronia com o ritmo gracioso do cavalo, aproveitando os momentos tranquilos na companhia um do outro.

“Não é melhor cavalgar comigo?” Alexandre provocou em seu ouvido, com voz baixa e brincalhona enquanto se sentava atrás dela, seus braços firmemente envoltos em sua cintura.

“Tarado!” Chuva respondeu, seu rosto se contorcendo em uma carranca falsa, embora o sorriso que puxava seus lábios a traísse. Alexandre riu, claramente se divertindo com as provocações. Ela não podia negar… ele tinha se tornado muito confortável provocando-a assim. Mas a verdade era que ela adorava isso. As trocas brincalhonas deles, mesmo quando desviavam para território íntimo, sempre a deixavam sorrindo.

“Você provavelmente está imaginando eu montando você agora, considerando o quanto você está duro,” ela zombou, sentindo a evidência de seu desejo pressionando contra ela por trás.

Alexandre suspirou profundamente, seu hálito quente contra o pescoço dela. “Não posso evitar,” ele murmurou. “Não é como se isso acontecesse o tempo todo, mas com você… você é a única mulher que sempre consegue me distrair.”

Chuva riu, um murmúrio brincalhão escapando de seus lábios. “Acho que agora eu peguei o jeito,” ela disse, olhando para trás em direção a ele. “Você pode me deixar cavalgar sozinha.”

Alexandre apertou seu abraço em volta da cintura dela, inclinando-se mais perto para que seu hálito fizesse cócegas em sua orelha. “Por que eu deixaria você cavalgar sozinha quando estou me divertindo tanto?” ele provocou, com voz baixa e brincalhona.

Chuva revirou os olhos, mas o sorriso em seu rosto era inegável. “Diversão? Você quer dizer me torturar com todo esse seu flerte?” ela brincou, embora seu coração palpitasse com a proximidade dele. Ela passou a gostar de quão natural era estar em seus braços, mesmo que seus comentários sempre a deixassem corada.

“Você chama isso de tortura, eu chamo de motivação.” Seus lábios roçaram o topo de sua orelha, enviando um calafrio pela espinha dela.

Chuva riu, balançando a cabeça. “Motivação? Acho que você apenas está se divertindo demais, Alexandre.”

Seu abraço em sua cintura se apertou levemente enquanto ele a puxava um pouco mais para perto. “Talvez. Mas você fica linda nesse cavalo. Muito linda.” Seu tom estava impregnado de admiração, embora a intensidade por trás das palavras sugerisse mais do que simples apreciação de suas habilidades de montaria.

“Você é impossível,” ela murmurou, embora não pudesse evitar sentir um turbilhão de excitação com as palavras dele.

Eles trotaram pelos amplos campos da propriedade, o vento brincando suavemente com o cabelo dela enquanto o sol tênue banhava a paisagem de calor. Chuva sempre achou algo pacífico em cavalgar, mas agora, com Alexandre atrás dela, a experiência era completamente diferente… emocionante, ainda que íntima de uma maneira que ela não esperava.

Ao chegarem a uma pequena clareira, ela puxou as rédeas suavemente, fazendo o cavalo parar. “Acho que por hoje é o suficiente,” Chuva disse, sua voz falhando levemente enquanto sentia o peito de Alexandre pressionar firmemente contra suas costas.

Ele exalou pesadamente, claramente relutante em terminar o passeio. “Já acabou? Eu pensei que estávamos apenas começando,” ele murmurou, seu tom sugestivo.

Chuva lançou-lhe um olhar brincalhão por cima do ombro. “Oh, tenho certeza de que você adoraria continuar, mas alguns de nós realmente precisam aprender a montar direito. Sabe, sem distrações.” Ela enfatizou a última palavra, ciente bem do tipo de distração que ele era.

Alexandre sorriu maliciosamente, inclinando-se novamente. “Você está certa. Vou me comportar… por enquanto.”

Ela sentiu que ele aliviou o abraço levemente, dando-lhe mais espaço. Chuva desmontou com graça, tomando um momento para esticar as pernas enquanto olhava em volta. O dia estava lindo, e a vista de onde estavam na propriedade era de tirar o fôlego… campos verdes intermináveis e um céu azul perfeito se estendendo acima deles.

Alexandre fez o mesmo, desmontando com uma graça sem esforço, embora seus olhos nunca a deixassem. “Você é uma aprendiz rápida, sabia? Você vai estar mais do que pronta para o evento de caça.”

Chuva lhe deu um sorriso malicioso. “Bem, eu tive um professor muito persistente. Não conseguia realmente ignorar suas… aulas.”

Ele sorriu, dando um passo mais perto. “Persistente? É assim que você chama?”

“Persistentemente irritante,” ela corrigiu, seus olhos cintilando.

Alexandre riu, então alcançou e afastou uma mecha de cabelo de seu rosto. “Você gostou de cada segundo, admita.”

Ela inclinou a cabeça, um sorriso brincalhão em seus lábios. “Talvez. Mas isso não significa que eu vou facilitar para você na próxima vez.”

Seus olhos escureceram levemente com diversão, como se aceitando o desafio. “Eu não gostaria de outra maneira.”

Chuva virou-se, tentando esconder o sorriso que puxava seus lábios, mas ela não podia negar o calor que se espalhava em seu peito.

Alexandre sinalizou para o pajem de longe, carregando seu cavalo. “Vamos ver agora como você se sai sozinha. ” ele comentou.

O pajem rapidamente trocou a sela dupla por uma única, e Alexandre ajudou Chuva a montar Neve sozinha desta vez. Ela sentiu uma pequena onda de excitação ao se acomodar na sela, sabendo que agora estava cavalgando sozinha.

Os olhos de Chuva então se voltaram para o marido enquanto ele montava seu cavalo preto, Cavaleiro. A visão dele, tão despretensiosamente charmoso e comandante, a fez parar. Ela não pôde resistir à vontade de capturar o momento. Sorrindo, ela pegou seu celular e tirou uma foto dele.

Alexandre notou e riu, tirando seu próprio celular. “Retribuição é um jogo justo,” disse ele, tirando uma foto dela em cima de Neve, seu sorriso tão radiante quanto o cavalo embaixo dela.

“Deveríamos ter tirado essas fotos enquanto estávamos cavalgando juntos,” Alexandre comentou com um suspiro.

Chuva riu enquanto segurava as rédeas de seu cavalo. “Bem, ainda há tempo! Vamos ver primeiro se consigo lidar com isso sozinha.”

“Seja cuidadosa e comece devagar,” Alexandre a lembrou, cavalgando ao lado dela.

Um sorriso brincalhão se desenhou em seus lábios, e ela atirou-lhe um olhar travesso. “Certo, começarei devagar… quando estiver cavalgando você,” ela provocou ousadamente.

Alexandre piscou, momentaneamente sem palavras antes de uma risada profunda escapar dele. “Vai se arrepender de ter dito isso,” ele murmurou, os olhos brilhando de antecipação.

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