Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 219
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- Capítulo 219 - 219 Ela Era Tudo 219 Ela Era Tudo O corpo de Chuva respondeu
219: Ela Era Tudo* 219: Ela Era Tudo* O corpo de Chuva respondeu instintivamente ao toque de Alexandre, uma onda de calor percorrendo-a. Ela estremeceu, mas não de frio; era a antecipação, o anseio por mais. Sem perceber, ela envolveu os braços em volta do pescoço de Alexandre, aproximando-se mais, mostrando-lhe sem palavras a sua completa rendição.
Seus lábios exploraram a pele febril dela, provocando com cada lambida e sucção delicada. Ela sentiu seus fortes braços erguê-la sem esforço, colocando-a sobre a mesa central de seu closet espaçoso. A superfície fria sob ela contrastava com o calor ardente entre eles.
As mãos dele encontraram seus seios, amassando-os suavemente, enquanto seus lábios traçavam um caminho sem pressa sobre seu corpo, deixando um rastro de fogo em seu caminho.
Chuva suspirou, cada nervo vivo com a sensação. Seus dedos se enredaram em seus cabelos à medida que os lábios e as mãos dele continuavam sua exploração deliberada, intoxicante. O tempo parecia desfocar, seus pensamentos dissolvendo-se no desejo avassalador que Alexandre despertava a cada toque.
“Alexandre…” ela sussurrou, sua voz tremendo enquanto os lábios dele provocavam e sugavam o mamilo dela. A mão dele deslizou pelas coxas internas dela, gentilmente incitando-a a abrir-se para ele.
A cabeça de Chuva caiu para trás, seu corpo arqueando-se instintivamente, rendendo-se às sensações que percorriam por ela. Cada toque, cada beijo enviava ondas de calor através dela, tornando impossível pensar em mais nada.
À medida que os lábios de Alexandre desciam, a realização de sua intenção se fixou, sua mente voltou à realidade. Ela entrou em pânico, rapidamente o puxando para cima.
“Não, o que você está fazendo?” ela ofegou, suas bochechas coradas. “E se ainda houver sangue? Isso é… nojento.”
Alexandre sorriu, sua expressão calma e desinteressada. Ele se inclinou, beijando-a suavemente nos lábios, murmurando, “Mas eu quero beijá-la lá… Se você está desconfortável, então eu esperarei. Farei isso amanhã. Não é seu quinto dia? Tenho certeza que não haverá vestígio dele até então.”
Suas palavras eram tão casuais, mas cheias de desejo. O coração de Chuva acelerou, dividida entre o anseio de seu corpo e sua vergonha. Alexandre apagou sua vergonha com um beijo faminto, sua mão encontrando deliberadamente o lugar mais íntimo dela. Ela gemeu baixinho, enquanto os dedos dele percorriam habilidosamente seu sensível vaso de flor, acendendo uma nova onda de calor dentro dela.
“Por enquanto, vou apenas te tocar,” ele murmurou entre beijos, “mas quero fazer mais depois, uma vez que você se sinta confortável com isso.” Sua voz era baixa e provocante enquanto ele lambia sua orelha, sugando-a suavemente antes de sussurrar, “Céu, você está tão molhada, Chuva.”
O rosto dela se avermelhou profundamente, e ela mordeu o lábio, tentando suprimir os gemidos que se formavam em seu interior, enquanto os dedos dele deslizavam para dentro de sua abertura. A sensação era desconhecida, estranha, mas inegavelmente prazerosa.
O toque provocante de Alexandre a fez girar em um turbilhão de sensações. Chuva ofegou enquanto os dedos dele trabalhavam sua mágica, cada carícia fazendo seu corpo vibrar de antecipação. Sua respiração ficava irregular, seu coração batendo mais rápido à medida que o prazer crescia.
“Alexandre…” ela sussurrou suavemente, sua voz denotando o quanto ela estava perdida em seu toque. Ela tentou dizer mais, mas as palavras se desfizeram em outro gemido enquanto os dedos dele se moviam habilmente mais adentro dela. A outra mão dele segurava sua coxa, encorajando-a a abrir-se ainda mais, enquanto seus lábios retornavam ao seu pescoço, deixando um rastro de beijos que pareciam faíscas incendiando sua pele.
“Você é tão apertada,” Alexandre sussurrou contra seu ouvido, sua voz escura com desejo. “Você não sabe o quanto eu quero te fazer sentir ainda mais.”
O corpo inteiro de Chuva se tensionou com a intensidade de suas palavras, e ela não conseguiu conter o grito baixo que escapou de seus lábios. Seu toque, suas palavras, tudo nele a levava mais perto do limite. Ela nunca se sentiu tão vulnerável e tão incrivelmente excitada ao mesmo tempo.
Ela se agarrou aos ombros dele, suas unhas se cravando nele, tentando ancorar-se enquanto ondas de prazer começavam a dominar seus sentidos. Toda vez que os dedos dele se moviam dentro dela, eles encontravam novos lugares que a faziam tremer e ofegar.
“Alexandre, eu… Eu não acho que posso…” ela começou, mas sua voz foi cortada por outro ofegar quando ele acelerou o ritmo, seus dedos deslizando para dentro e para fora dela com intenção deliberada. Ela podia sentir-se apertando ao redor dele, seu corpo pulsando com um iminente clímax que ela não tinha certeza de como lidar.
“Você pode, Chuva,” ele sussurrou, seus lábios roçando seu ouvido enquanto seus dedos continuavam sua dança sensual. “Se entregue para mim. Eu quero sentir.”
Seu corpo estava traíndo sua mente, e apesar de sua hesitação, ela não conseguia parar a pressão crescente dentro dela de estourar. Ela contorceu-se contra a mão dele, seus quadris movendo-se por vontade própria, perseguindo a sensação enquanto ele a empurrava cada vez mais perto do limite.
O quarto pareceu girar ao redor dela, seus sentidos se concentrando apenas na sensação dos dedos de Alexandre dentro dela, sua boca em sua pele, e o calor concentrando-se em seu núcleo. A tensão se enrolava cada vez mais apertada, até que, de repente, estalou.
Chuva gritou enquanto o prazer a atingia como uma onda de maré, seu corpo se contorcendo conforme o clímax arrasava com ela. Ela jogou a cabeça para trás, os olhos fechados, o peito arfando enquanto cavalgava as intensas ondas de prazer que pulsavam através dela. Seu corpo inteiro parecia eletrificado, cada nervo vibrando com a sensação enquanto ela se agarrava a Alexandre.
Alexandre não parou, seus dedos ainda se movendo suavemente dentro dela, extraindo cada último vestígio de seu clímax. Ele beijou-a suavemente enquanto ela tremia em seus braços, sussurrando palavras de conforto enquanto ela descia do ápice.
Sua respiração estava ofegante, seu corpo tremendo, e ela se sentia completamente exausta, mas totalmente satisfeita. Ela desabou contra ele, sua testa descansando em seu ombro enquanto ela tentava recuperar o fôlego.
“Você se saiu tão bem,” ele murmurou, sua voz carinhosa enquanto a segurava perto, acariciando seus cabelos. Seu tom era uma mistura de orgulho e afeto, e Chuva se viu derretendo ainda mais em seu abraço.
Ela soltou uma risada suave, ainda ofegante pela intensidade de tudo. “Eu… Eu não esperava que fosse sentir assim,” ela sussurrou, sua voz ainda trêmula pelas ondas residuais.
Alexandre beijou sua testa e sorriu, seus olhos cheios de calor e desejo.
Chuva sorriu de volta para ele, sentindo um calor que não tinha nada a ver com o prazer físico que ela acabara de experimentar. Era a intimidade, a conexão e a maneira como Alexandre olhava para ela… como se ela fosse tudo o que ele sempre quis.