Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 215
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215: Overdose 215: Overdose Já que era Sábado e seu dia de folga, Chuva acordou cedo para se juntar a Alexandre na corrida matinal dele.
“Não vai ser desconfortável? Você não sente cólicas durante a sua menstruação? Eu ouvi que algumas mulheres sentem,” Alexandre perguntou enquanto desciam as escadas. Ainda estava escuro lá fora, apenas cinco e meia da manhã.
Ela olhou para ele, um pequeno sorriso dançando em seus lábios. “Estou bem. Minha menstruação está quase no fim… só restos leves agora,” ela respondeu com uma piscadela.
“É mesmo?” O olhar de Alexandre tornou-se intenso, seus olhos demorando um pouco mais do que o habitual. Percebendo o que poderia estar passando pela mente dele, Chuva sentiu suas bochechas corarem.
Ela agora estava usando apenas um protetor diário. Era o quarto dia do seu ciclo, e até amanhã, provavelmente teria terminado completamente.
“Pare de me encarar assim!” ela murmurou, de repente sentindo-se autoconsciente sob o olhar dele.
“O quê?” Alexandre riu, fingindo inocência. “O que tem de errado com o meu olhar?”
“Você parece que está pronto para me atacar!” ela retrucou, sem conseguir conter um sorriso.
Ele explodiu em risos, balançando a cabeça. “Não percebi que estava tão transparente assim!” Alexandre respirou fundo, e então murmurou, “Nunca pensei que eu tivesse tanto autocontrole, honestamente… mas acho que a espera logo vai acabar.”
Com um sorriso, ele pegou a mão dela enquanto saíam para a rua. “Vamos andar assim por enquanto,” disse ele, entrelaçando os dedos nos dela enquanto caminhavam pelo caminho do pátio. Ele roçou os lábios nos nós de seus dedos, enviando um arrepio pela espinha dela. “É melhor estar preparada,” ele sussurrou, “porque logo eu vou te devorar.”
As bochechas de Chuva queimaram, e ela murmurou, “Sério…
Ele deu uma risada suave, olhando para ela. “Quer saber quantas noites eu fui torturado?” ele continuou, imperturbável pela expressão envergonhada dela. “Eu quero te beijar inteira, provar cada parte de você. Aquela noite, quando eu provei só uma amostra disso… foi angustiante não poder ir além.”
Sentindo seu coração acelerar, Chuva gaguejou, “V-vamos correr agora,” e rapidamente soltou a mão dele para começar a correr.
A risada de Alexandre ecoou atrás dela enquanto ele a seguia, claramente divertido. Ela não podia negar o quanto gostava da audácia dele, mesmo que a deixasse tímida. Esse homem estava ficando mais ousado a cada dia… mas de alguma forma, ela adorava isso.
“Estou me apaixonando cada vez mais,” ela murmurou suavemente debaixo da respiração enquanto corria, diminuindo um pouco o ritmo.
Alexandre era tão naturalmente charmoso, deixando-a perdidamente encantada. Um pequeno bico se formou em seus lábios enquanto pensava em como as coisas haviam se desenrolado. Seu plano tinha sido fazer com que ele caísse de cabeça. E, no entanto, de alguma maneira, parecia que era ela que estava caindo de cabeça mais fundo no amor.
Como se ele percebesse seus pensamentos, Alexandre alcançou-a, olhando para ela com um sorriso travesso. “Qual é o motivo desse bico?” ele perguntou. Chuva parou para recuperar o fôlego, virando-se para encará-lo com um sorrisinho, mesmo ainda ofegante. Alexandre afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, seu toque demorando enquanto ele a olhava com um brilho divertido nos olhos.
“Hmm, ainda fazendo bico? Me pergunto por quê…” ele murmurou, sua voz baixa e provocante.
Chuva sorriu, balançando a cabeça levemente. “Ah, nada… só percebendo como o meu plano de conquistar você parece ter saído pela culatra.”
Os olhos de Alexandre brilharam enquanto ele se aproximava, sua voz em um sussurro baixo, “Bem, se serve de consolo, seu plano parece estar funcionando muito bem comigo. E eu aqui pensando que era o único perdendo o controle por sua causa.”
Enquanto Alexandre se inclinava para capturar seus lábios, Chuva envolveu os braços em volta do pescoço dele, beijando-o de volta com igual fervor. Mas ela recuou apenas um pouco, sorrindo. “Supostamente estamos aqui para correr, não para beijar,” ela murmurou.
Alexandre riu, passando um dedo pela bochecha dela. “Certo, então vamos continuar.”
Eles continuaram correndo em um ritmo tranquilo, passando por uma característica impressionante após a outra. A propriedade parecia interminável, com amenidades espalhadas ao longo do caminho: uma área de jantar ao ar livre completa com uma cozinha gourmet, uma estufa gigante repleta de plantas raras, trilhas na natureza sinuosas e espaços de recreação tranquilos.
Casas de hóspedes e charmosas casinhas pontilhavam a paisagem, enquanto um complexo de piscinas luxuoso brilhava sob a luz da manhã precoce. Eles corriam por jardins formais adornados com estátuas e fontes, flores sazonais adicionando cores vibrantes em cada canto.
Alexandre até apontou para os pomares e vinhedos à distância, seguidos por quadras poliesportivas e gramados bem cuidados.
À medida que os primeiros raios de luz do sol começaram a surgir no horizonte, eles pausaram nas instalações equestres privadas da propriedade, onde um banco oferecia uma vista deslumbrante do nascer do sol. Aguardando por eles estavam garrafas de água e toalhas arrumadamente colocadas.
Chuva deu um gole d’água, seu olhar vagando pela vasta propriedade enquanto brilhava sob o sol da manhã. Ela não podia deixar de se sentir um pouco impressionada e talvez um pouco sobrecarregada. Isto não era apenas riqueza; era um legado. E eles nem tinham visto metade disso. Ela ouvira dizer que também havia um campo de tiro privado em algum lugar na propriedade e uma galeria de arte privada de seu sogro.
“Tudo bem?” Alexandre perguntou, observando-a atentamente.
Chuva olhou para ele, um sorriso brincalhão surgindo em seus lábios. “Só percebendo… que sorte a minha, casar com uma família tão carregada. Este lugar é… incrível.”
Alexandre riu, dando um apertão brincalhão na mão dela. “Bem, você realmente teve sorte, então é melhor me valorizar! Você nunca vai encontrar uma peça rara como eu de novo!” ele gabou-se, sorrindo.
Chuva riu, beliscando carinhosamente o nariz dele. “Eu sei, né? Então não se arrependa se eu me tornar grudenta e possessiva,” ela provocou, abaixando a voz para um sussurro brincalhão. “Não tem mais volta para você agora… você é todo meu!”
Ele sorriu malicioso, enrolando um braço em volta da cintura dela enquanto a levantava para sentá-la em seu colo, permitindo que ela o montasse. Chuva olhou ao redor, baixando a voz. “Ei, estamos ao ar livre!” Ela estava quase certa de que alguns dos trabalhadores da propriedade já estavam acordados e poderiam estar por perto.
“E daí? Deixe eles verem o quanto o chefe adora sua esposa.” Ele sorriu, claramente despreocupado. “Eu pensei que era você quem ia ser grudenta e possessiva?” ele provocou, escondendo o rosto contra o ombro dela.
Chuva rolou os olhos com um sorriso, tentando aliviar o momento enquanto suas bochechas coravam. “Você está cheirando o meu suor?” ela brincou, embora pudesse sentir seu pulso acelerar só de estar perto dele, aquecida por seu abraço.
Alexandre riu, segurando-a perto enquanto sua respiração quente roçava contra a pele dela. “Talvez eu esteja,” ele murmurou, fingindo inocência. “Sabe, só saboreando esse seu lado ‘grudento e possessivo’.”
Chuva deu uma risada baixa, suas bochechas corando. “Tudo bem, vou permitir só desta vez,” ela provocou, bagunçando o cabelo dele. Mas sentindo a força do abraço dele, ela não pôde deixar de relaxar ainda mais, saboreando a conexão silenciosa entre eles.
Alexandre sorriu para ela, seus olhos amolecendo. “Bom, porque eu não pretendo te deixar ir a lugar algum,” ele murmurou, seu olhar cheio daquela faísca familiar, fazendo o coração dela acelerar mais uma vez.
Esse homem ia fazê-la ter uma overdose de açúcar!