Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 214
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214: Sonhos Compartilhados 214: Sonhos Compartilhados Chuva entreabriu os lábios, completamente sem palavras.
“O quê? Você não esperava algo assim de mim?” Alexandre brincou enquanto chegavam à margem. Ele a ajudou a sair do barco, guiando-a em direção ao gazebo.
Dentro dele, uma mesa estava posta com requintada atenção aos detalhes. Uma música suave preencheu o ar, criando uma atmosfera íntima. Alexandre puxou a cadeira para ela, e Chuva tomou seu assento, sorrindo radiante enquanto ele se juntava a ela.
“Você realmente nunca deixa de me surpreender,” ela disse, seu sorriso largo refletindo o quão especial ela se sentia naquele momento. Significava muito que Alexandre tinha se esforçado tanto por ela.
O jantar começou com uma variedade dos pratos favoritos deles, escolhidos com cuidado para agradar a ambos. Eles saborearam cada prato sob as estrelas, as lanternas ao longe lançando um brilho suave sobre o lago. Entre mordidas, Alexandre compartilhava pequenas memórias de sua infância, revelando detalhes encantadores que ela não conhecia antes. Suas histórias a faziam rir e a preenchiam com uma sensação de calor.
“Então este lugar pertencia ao Sebastião?” ela perguntou, intrigada.
“Sim, ele é o mais velho do nosso círculo e age como nosso irmão mais velho. Este lago era um bom ponto para pescar, mas William e meu pai preferiam o lago perto da nossa vinícola para que pudessem visitar o vinhedo depois.”
“Então, por que aqui?” Chuva perguntou.
Alexandre riu. “Bem, este lugar tem um gazebo privado onde podemos comer e relaxar. Não se preocupe; eu vou instruir para que façam renovações para que o nosso lago seja tão convidativo quanto este. Nunca pensamos nisso antes, mas vendo o quanto você ama esta configuração, me faz querer criar o lugar perfeito, ainda melhor do que este.”
“Então, como foi o seu dia hoje?” Alexandre perguntou, seu tom leve. Tinha se tornado uma rotina confortante para eles compartilhar trechos de seus dias, geralmente durante suas viagens para casa.
Chuva sorriu. Sendo honesta, ela sentiu um pontada de desânimo depois de sua conversa com Ivan um tempo atrás, antes de encontrar com Alexandre. Ivan ainda não tinha nenhum progresso no caso de seu pai, e isso pesava muito sobre ela. Mas Alexandre sempre tinha um jeito de elevar seu ânimo, e a surpresa que ele tinha planejado para ela naquela noite fez seu coração palpitar.
Ela o observou amorosamente, admirando como ele podia alegrar seu humor tão facilmente. Ainda havia tanto que ela não tinha dito a ele sobre sua instalação e instituto de pesquisa; ela não queria dar falsas esperanças ainda. Ela esperaria até que Ivan trouxesse algumas boas notícias. Isso seria uma ótima surpresa para Alexandre quando a hora fosse certa.
Chuva recostou-se na cadeira, considerando sua resposta. “Ah, certo! Sebastião mencionou o caso da Alyssa para você? Eu tive café com ele depois do almoço. Nos encontramos no Supremo Tribunal…” ela explicou, ansiosa para compartilhar seus pensamentos.
“Sim, ele falou. Ele disse que cuidaria disso, então vou deixá-lo lidar com isso. Afinal, Alyssa é responsabilidade dele,” Alexandre respondeu casualmente, um traço de confiança em sua voz.
A curiosidade de Chuva foi aguçada. “Como assim?!” ela exclamou, olhando para ele intensamente. Ela precisava saber mais sobre como Sebastião planejava abordar a situação de Alyssa.
“Hmm, isso é um pouco complexo. Para ser honesto, eu não sei toda a história, mas pelo que eu ouvi, Alyssa está prometida a Sebastião há muito tempo. Ela ainda não está ciente disso, no entanto; é uma decisão feita pelo Tio Mark. Mas eles darão a Alyssa a liberdade de escolher quando chegar a hora,” Alexandre explicou.
Chuva simplesmente assentiu, reconhecendo que não era seu lugar se intrometer nos assuntos familiares deles. No entanto, uma preocupação persistente permanecia em sua mente. Ela se lembrou de ter ouvido falar do namorado traidor de Alyssa enquanto estava no café com Sebastião, e ela não conseguia se livrar da sensação de que não queria que a família de Alexandre fosse tirada vantagem de tal maneira.
À medida que terminavam o jantar, o brilho suave das lanternas refletido nos olhos de Chuva criava uma atmosfera quase mágica. Alexandre sorriu para ela, seu olhar caloroso e encorajador. “Está pronta para soltarmos nossas lanternas?” ele perguntou, sua voz cheia de excitação.
Chuva assentiu, seu coração palpitando de antecipação. “Mal posso esperar!”
Eles se levantaram da mesa e caminharam de mãos dadas em direção à beira do lago, onde as lanternas flutuavam suavemente sobre a superfície da água. A noite estava tranquila, e o ar estava repleto de paz.
Alexandre pegou uma das lanternas, segurando-a com cuidado. “Antes de deixá-las ir, vamos fazer um desejo juntos. Algo que ambos esperamos,” ele sugeriu, seus olhos brilhando sob o céu estrelado.
“O que devemos desejar?” Chuva perguntou, imaginando o que Alexandre tinha em mente naquele momento.
Ele virou-se para ela, seu olhar sério, mas suave. “Vamos desejar que nossos sonhos se realizem juntos. Por felicidade, saúde e tudo o que desejarmos.”
Chuva sentiu seu coração se encher com as palavras dele. “Eu adoro essa ideia,” ela respondeu, sua voz mal mais do que um sussurro. A palavra “juntos” ressoou profundamente dentro dela.
Eles fecharam os olhos, tomando um momento para pensar profundamente sobre seus desejos.
Quando abriram os olhos, Alexandre cuidadosamente entregou a lanterna a ela. “Na contagem de três,” ele disse, seu tom cheio de antecipação. “Um… dois… três!”
Juntos, eles lançaram a lanterna no céu noturno. Ela flutuou para cima, sua luz suave iluminando a escuridão. Chuva observou em admiração enquanto ela subia mais alto, carregando os desejos deles.
“Olha como ela sobe!” ela exclamou, seu rosto irradiando alegria. Ela se sentia como se fossem crianças de novo, e ela realmente apreciava esses momentos com Alexandre.
“É linda, assim como você,” Alexandre disse, olhando para ela com admiração genuína.
Chuva sentiu suas bochechas esquentarem com o elogio, e rapidamente desviou o olhar de volta para a lanterna, brincando, “Essa é uma fala tão clichê, marido.”
Alexandre riu, um sorriso brincalhão se espalhando pelo seu rosto. “Eu sei, né? Eu nunca imaginei que seria capaz de dizer frases cafonas assim até você entrar na minha vida. Honestamente, estou surpreso que essas palavras tenham saído da minha boca!”
Chuva riu, o som leve e aéreo. “Bem, está funcionando para você. Só lembre de manter os elogios cafonas vindo. Eu sou fã.”
“Vou anotar isso,” ele respondeu com seriedade fingida. “Mais frases cafonas para a minha linda esposa.”
“Bom,” ela gargalhou. “Mas não exagere, ou eu posso começar a esperar poemas.”
“Isso seria um desafio,” ele brincou. “Vou ter que pensar em algo realmente especial para isso.”
Ela sentiu os braços quentes de Alexandre envolvendo-a por trás enquanto eles assistiam as lanternas se elevarem cada vez mais no céu noturno. Uma onda de calor preencheu Chuva por dentro, envolvendo-a em conforto e felicidade.
Momentos como esses, cheios de risadas e conversas descontraídas, faziam seu coração se sentir pleno. Por um breve momento, o mundo ao redor deles desapareceu, deixando apenas os dois e seus sonhos compartilhados.