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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 206

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  3. Capítulo 206 - 206 Liberdade 206 Liberdade Chuva sentiu seu pulso acelerar
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206: Liberdade 206: Liberdade Chuva sentiu seu pulso acelerar enquanto ela e Alexandre entravam na mansão, sabendo que seu pai a esperava. Justo quando se aproximavam da entrada, Alexandre recebeu uma ligação de William, informando-lhe que Tim havia chegado com Sylvia e Dina, todos pedindo para falar com ela.

Alexandre se voltou para ela, com uma expressão pensativa. “O que você quer fazer? Se não quiser vê-los, podemos voltar.”

Chuva sentiu uma pontada de tensão, mas sabia que não podia evitar isso. “Eu quero ver meu pai,” ela respondeu. Ela não tinha certeza do que ele queria desta vez, mas estava determinada a enfrentar.

Alexandre gentilmente apertou sua mão, e quando ela se virou para ele, ele ofereceu um sorriso macio e tranquilizador. Ela sorriu de volta. “Estou bem.”

Ao entrarem na sala de estar, seu pai, Sylvia e Dina estavam sentados, à espera. Rock, percebendo a chegada deles, acenou para Alexandre. “Vamos, filho. Vamos dar a eles um pouco de privacidade,” ele disse com um tom firme, mas gentil.

“Eu ficarei,” Tia Melanie interveio, acomodando-se em sua cadeira.

Chuva olhou para Alexandre, que parecia relutante em deixá-la sozinha. Ela lhe deu um sorriso encorajador e um aceno, deixando claro que ela ficaria bem. Com um suspiro, ele finalmente seguiu seu pai para fora, deixando-a enfrentar sua família.

“Chuva, viemos aqui para pedir desculpas…” seu pai começou, com uma voz incomumente suave. Ele se virou para Dina, incitando-a a dar um passo à frente. Dina baixou a cabeça, murmurando, “Desculpe, Chuva… por tudo. Eu não pretendia deixar as coisas chegarem tão longe. Eu estava apenas… consumida pela inveja, e sinto muito mesmo. Espero que você possa me perdoar.”

Chuva conseguia ver através do pedido de desculpas de Dina. A falta de sinceridade era evidente; Dina nem conseguia encarar o olhar de Chuva.

Enquanto estava distraída com a forma como aceitaria o pedido de desculpas de Dina, seu pai de repente se aproximou, envolvendo-a num abraço. Ela parou, pega de surpresa pela inesperada ternura. Por um breve momento, ela se permitiu sentir a coisa que ela havia ansiado por toda a sua vida… a sensação de verdadeiramente existir aos olhos dele.

“Desculpe,” Tim sussurrou. “Eu sinto muito, Chuva. Meu ódio pela sua mãe me cegou, e acabei descontando em você. Eu estava errado de tantas formas, e sei que tudo isso é minha culpa. As coisas nunca teriam chegado a este ponto se eu tivesse sido um pai melhor. Só espero que não seja tarde demais para acertarmos as coisas entre nós.”

A testa de Chuva se franziu com emoções mistas. Ela não podia deixar de questionar se o pedido de desculpas do pai era genuíno ou apenas motivado por sua nova posição na Família Lancaster.

Por anos, ele nunca a maltratou como Sylvia e Dina haviam feito, com palavras cruéis ou ferindo-a fisicamente. Mas seu tratamento havia sido igualmente doloroso. Ele a tratou como se ela não existisse, e essa negligência silenciosa, a sensação de ser invisível para o próprio pai, era uma ferida que havia cortado mais profundamente. O impacto emocional fora avassalador, e agora, ela não tinha certeza se essa mudança repentina de atitude dele era real ou apenas mais um movimento egoísta.

Olhou para Tia Melanie, endurecendo a expressão enquanto juntava sua resolução. “Se você está realmente arrependido e quer fazer as pazes,” ela respondeu, “então liberte Tia Melanie. Liberte-a da sua tutela completa para que ela finalmente possa ter sua liberdade. Ambos sabemos que ela é mais do que capaz de cuidar de si mesma. O que você fez com ela é errado, e precisa acabar.”

A máscara de Sylvia escorregou enquanto ela latiu, “Isso é absurdo, Tim!” Chuva sorriu ironicamente, finalmente vendo as verdadeiras cores de sua madrasta se revelarem, a fachada desmoronando sob o peso de seu próprio interesse.

Chuva ergueu uma sobrancelha, observando enquanto o rosto de seu pai caía diante de sua exigência firme. Ficou claro que ela havia atingido um nervo, mas ela não se importava. Se ele realmente queria fazer as pazes, ele precisava corrigir todos os erros, não apenas pedir desculpas.

Tim parecia surpreso, com a boca abrindo e fechando enquanto olhava para Sylvia, que estava visivelmente furiosa. “Chuva, eu… eu não havia considerado…” ele gaguejou, mas Sylvia o cortou bruscamente.

“De jeito nenhum!” Sylvia estalou, com os olhos ardendo. “Tim, nem pense nisso. Melanie precisa de estabilidade, e essa é a nossa responsabilidade!”

O sorriso de Chuva se aprofundou. “Ah, está aí,” ela murmurou, quase para si mesma. Chuva olhou novamente para o pai, sua voz firme e fria. “Viu? É essa a pessoa que você vem protegendo, aquela que você deixa ditar tudo, mesmo quando é contra o que é certo.”

O rosto de Tim ficou vermelho de vergonha, e ele tomou um fôlego trêmulo. “Chuva, sei que cometi erros. Eu só… quero acertar as coisas.”

“Então prove,” Chuva desafiou, seu tom intransigente. “Se você realmente quer mudar, liberte Tia Melanie. Ela merece ter sua própria vida, e você sabe disso. Ela sofreu tempo demais sob essa chamada tutela. Se você veio aqui para fazer as pazes, libertá-la é o primeiro passo.”

Tim hesitou, olhando para Sylvia, que parecia estar prestes a protestar novamente. O olhar de Chuva endureceu, sua voz resoluta. “Eu não estou interessada em desculpas vazias, Pai. Se você quer perdão, mostre que está disposto a agir de acordo.”

Tia Melanie, que havia permanecido calada, alcançou e gentilmente pegou a mão de Chuva. “Chuva, está tudo bem. Eu não quero que você lute minhas batalhas,” ela sussurrou, embora seu olhar estivesse cheio de gratidão.

Chuva apertou sua mão em reafirmação, sua voz firme. “Não, Tia Melanie. Você merece viver livremente.”

Um silêncio tenso se estabeleceu na sala. Chuva esperou, mantendo o olhar de seu pai, desafiando-o a provar que era sincero.

Sylvia abriu a boca para falar, mas Chuva a silenciou com um único olhar cortante. “Isso não é sobre você, Sylvia. Nem tudo gira em torno de você.”

Virando-se novamente para seu pai, a voz de Chuva estava firme quando ela disse, “Acho que nossa conversa termina aqui. Vocês todos podem ir embora agora.”

Seu tom não deixou espaço para argumentos, e pela primeira vez, ela sentiu uma sensação de controle sobre uma família que tantas vezes a fizera se sentir pequena.

Tim olhou entre Chuva e Sylvia, visivelmente dividido. Finalmente, ele acenou devagar. “Eu vou liberar Melanie da tutela, Chuva. Você tem razão… ela merece sua liberdade.”

O coração de Chuva deu um pulo, e uma mistura de surpresa e alívio cruzou o rosto de Tia Melanie. Pela primeira vez, parecia uma vitória para ambas… um momento de justiça duramente conquistado.

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