Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 204
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204: A Melhor Versão de Mim Mesmo 204: A Melhor Versão de Mim Mesmo O plano da Chuva de trabalhar um pouco depois de deixar o orfanato rapidamente se desfez quando Alexandre foi direto para o parque temático e parou o carro. Ele saiu e, sem pensar duas vezes, a puxou junto com ele.
“Você já tirou sua folga, então por que se preocupar com o trabalho?” ele disse com um sorriso. “Vamos nos divertir um pouco. Você não queria experimentar todos os brinquedos daqui?”
Os olhos de Chuva se arregalaram de surpresa. “Espera, como você sabia disso?”
Ela sempre sonhou em vir aqui quando criança, mas nunca teve a oportunidade. Escola e trabalhos de meio período a mantinham ocupada, sem tempo para coisas assim. Até mesmo relacionamentos românticos nunca foram uma prioridade, então conhecer Paulo no estágio foi apenas uma coincidência.
Na época, ele a fez se sentir especial, mas Chuva rapidamente afastou o pensamento, lembrando a si mesma que a atenção de Paulo era superficial. Tudo o que ele queria era possuí-la.
“Papai me deu um caderno com praticamente todos os detalhes que ele coletou sobre você,” Alexandre comentou com um sorriso.
Chuva parou de andar e se virou para ele, com os olhos arregalados. “Sério?” ela exclamou.
“Sim, ele fez,” Alexandre confirmou, ainda sorrindo.
“Posso dar uma olhada mais tarde? Eu poderia adicionar alguns detalhes meus, talvez até uma lista de desejos!” ela disse animada. Alexandre riu. “Por que não? Vamos trocar os cadernos.”
“Sogro nunca deixa de me surpreender. Ele está realmente se esforçando para nos ajudar a fazer este casamento dar certo, não é?” Chuva disse com um sorriso.
“Acho que ele está determinado a ter um neto,” Alexandre murmurou.
Seus sorrisos desapareceram enquanto trocavam um olhar silencioso, seguido por um suspiro pesado. Chuva gentilmente apertou a mão de Alexandre enquanto ambos pensavam em seu pai e sua batalha contra o tumor.
Esse pensamento puxava dolorosamente seu coração. Ela mordeu o lábio enquanto continuavam andando pelo parque temático. Quanto mais isso deveria pesar para Alexandre. Tentando levantar o ânimo, Chuva se posicionou na frente de Alexandre, pegando a outra mão dele.
“Ei, não se preocupe. Vamos começar a ter esses bebês o mais rápido possível,” ela brincou, tentando trazer de volta alguma leveza. Afinal, realizar os desejos de seu pai era uma das poucas coisas que eles podiam fazer agora.
Alexandre sorriu, provocando-a de volta, “Bebês, é? Gêmeos ou trigêmeos, talvez? Eu deveria perguntar ao médico se isso é possível e descobrir como podemos fazer isso acontecer.”
Os lábios de Chuva se entreabriram e ela olhou para ele com incredulidade. Ela realmente havia dito ‘bebês’… e não ‘bebê’?
Chuva engoliu em seco enquanto Alexandre ria, puxando-a para mais perto com o braço ao redor de seus ombros. “Agora, vamos nos divertir, como você sempre quis. Vamos nos concentrar em fazer bebês assim que a sua menstruação acabar,” ele sussurrou em seu ouvido.
Seu rosto corou, e uma excitação nervosa borbulhou com o pensamento de finalmente consumar o casamento deles.
“Vamos tentar alguns brinquedos mais leves primeiro antes de irmos para os mais radicais,” Alexandre sugeriu com um sorriso, e Chuva concordou, feliz por ele ter mudado de assunto.
Enquanto percorriam o parque colorido, Chuva sentiu sua emoção aumentar. A mão de Alexandre estava quente e firme na dela desta vez, e ela não conseguia se livrar da sensação surreal de realmente estar ali com ele, fazendo algo com que ela sonhava desde criança.
“Certo, vamos começar com a Roda Gigante,” Alexandre sugeriu, guiando-a em direção ao brinquedo imponente. “Um clássico,” ele disse com um sorriso brincalhão.
Chuva sorriu de volta, a visão da roda gigante despertando uma emoção infantil. “Boa escolha,” ela respondeu, apertando a mão dele. Quando eles subiram na pequena gôndola e a roda começou sua lenta ascensão, a cidade se estendia abaixo deles em luzes cintilantes, e Chuva não pôde deixar de ofegar.
“Olha essa vista,” ela murmurou, se inclinando para ele enquanto ele passava um braço ao redor de seus ombros.
“É incrível,” Alexandre concordou, mas seu olhar estava nela em vez do horizonte. “Embora honestamente, eu acho que essa vista é melhor.”
Chuva corou, sentindo as borboletas em seu estômago. Eles se sentaram em silêncio enquanto chegavam ao topo, e o mundo ao redor deles pareceu parar, como se fosse apenas os dois lá em cima, flutuando acima de tudo o mais. Ela olhou para ele e, por impulso, ergueu-se para beijá-lo, suave e lentamente, saboreando a proximidade.
Quando se afastaram, os olhos de Alexandre brilharam. “Eu poderia me acostumar com isso,” ele disse suavemente, passando o polegar ao longo da bochecha dela. “Você traz à tona um lado meu que eu nem sabia que tinha.”
“Como o que?” Chuva perguntou, embora ela tivesse a sensação de já saber.
“Adivinhe,” Alexandre respondeu, com um traço de brincadeira nos olhos.
Ela riu baixinho. “Sendo brincalhão e um pouco constrangedor, talvez? Com a sua cara sempre séria, eu nunca adivinharia que você tinha esse lado!”
Alexandre riu, concordando. “É verdade. Até eu estou surpreso. De alguma forma, com você, isso acontece naturalmente. Eu acho… eu só quero ser a melhor versão de mim mesmo.”
As palavras dele a aqueceram, enviando um frenesi pelo seu peito. Corando, ela se aninhou mais perto dele, apoiando a cabeça contra o peito enquanto eles desfrutavam do balanço suave da Roda Gigante. Seus braços se enrolaram nele, buscando o conforto de seu calor.
“Eu me sinto da mesma maneira,” ela sussurrou, sua voz suave, mas cheia de sinceridade. “Eu quero ser a melhor versão de mim mesma quando estou com você.”
Em resposta, Alexandre pressionou um beijo carinhoso no topo da cabeça dela, segurando-a um pouco mais apertado. O mundo pareceu pausar, deixando apenas a emoção silenciosa de estar nos braços um do outro enquanto flutuavam acima.
Conforme passavam de brinquedo em brinquedo, Alexandre ria e torcia com ela, surpreendendo-a com seu lado brincalhão. Ele segurou a mão dela na montanha-russa, mesmo quando ela gritava e se agarrava nele, e então deixou que ela o arrastasse para os xícaras giratórias, ambos tontos de riso no final.
Quando finalmente fizeram uma pausa, compartilhando algodão doce em um banco do parque, Chuva apoiou a cabeça no ombro dele, sentindo uma mistura de felicidade e antecipação. Foi um dia perfeito, mas com ele, tudo parecia tão memorável.
“Eu acho que nunca tive um dia como este,” ela admitiu, olhando para ele. “Obrigada, Alexandre.”
Ele se inclinou para baixo, roçando os lábios contra a testa dela. “Há uma primeira vez para tudo,” ele murmurou, puxando-a para perto.