Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 202
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202: Um em um Milhão 202: Um em um Milhão As crianças cumprimentaram a Sra. Vera com entusiasmo, cercando-a com abraços e sorrisos animados.
—Parece que todos estão tendo um momento maravilhoso,— sorriu a Sra. Vera, aceitando o afeto das crianças com calor.
—Sim, senhora! O marido da Mana Linda nos trouxe tantos presentes!— exclamou uma das crianças, seu rosto iluminado pela alegria.
O coração de Chuva deu um salto, e ela rapidamente colocou um sorriso educado enquanto a Sra. Vera se virava para ela com um aceno gentil.
—Eu vejo… Faz tempo, Chuva,— disse a Sra. Vera gentilmente.
Chuva retribuiu a saudação com um aceno respeitoso. —É bom ver a senhora também, Sra. Vera.
—Que tal vocês dois se juntarem a mim para tomar um chá?— sugeriu a Sra. Vera, olhando entre Chuva, Alexandre e depois Sanya com um sorriso caloroso. —E Sanya, estou feliz que você também esteja aqui. Venha, junte-se a nós.
—Sim, senhora!— respondeu Sanya com entusiasmo, movendo-se para o lado da Sra. Vera. Chuva soltou um suspiro quieto de alívio, e então pegou a mão de Alexandre enquanto eles caminhavam atrás das duas mulheres.
Todos sabiam que a Sra. Vera tinha uma filha, embora tivessem se passado anos desde que alguém a tivesse visto ou ouvido falar dela. Dizia-se que ela tinha ido estudar no exterior aos dez anos, sem nunca mais voltar — mesmo durante eventos importantes no orfanato. Chuva juntou as peças de que provavelmente tinha algo a ver com o incidente do incêndio que assombrava a história do orfanato.
—Então… você também estudou no exterior?— sussurrou Chuva para Alexandre, sua curiosidade vencendo-a.
—Sim,— ele respondeu simplesmente.
Chuva mordeu a parte interna da bochecha, inconscientemente apertando a mão dele. *Então, ele e Carla devem ter estado juntos no exterior, talvez até na mesma escola*. Ela não pôde deixar de se perguntar se era apenas uma coincidência — ou se um tinha seguido o outro até lá.
Mas então, Alexandre levantou a mão dela, pressionando um beijo suave no dorso dela com um sorriso tranquilizador. Chuva sentiu seu coração saltar, e um sorriso tímido se espalhou por seu rosto. Ele sempre tinha uma maneira de a fazer sentir-se centrada no momento.
‘O passado é apenas isso,’ ela se lembrou, ‘o passado’. Carla pode ter tido seu tempo com Alexandre, mas Chuva estava determinada a ser o presente e o futuro dele também. Ela faria de tudo para garantir que eles tivessem muitos anos à frente… até mesmo uma vida inteira juntos.
Eles se acomodaram no aconchegante balcão do segundo andar, o local favorito da Sra. Vera com sua vista perfeita das crianças correndo lá embaixo, envolvidas em jogos e tarefas.
—Eu ouvi que você conheceu Arlan na exposição,— disse a Sra. Vera, servindo o chá com sua graça habitual. Cada movimento que ela fazia tinha uma elegância silenciosa que Chuva admirava. —Eu não sabia que você e Alexandre estavam casados. Se eu soubesse, teria trazido um presente.
Chuva olhou para baixo, de repente se sentindo tímida. Mesmo que ela não tivesse feito nada de errado, era difícil encontrar os olhos da Sra. Vera, sabendo que ela era a mãe de Carla.
—Chuva, não baixe a cabeça. Mantenha-a alta como você sempre faz,— incentivou gentilmente a Sra. Vera, sua voz calorosa.
Sanya entrou na conversa, indelicada como sempre, —Senhora, ela está apenas tímida porque recentemente descobriu que a ex-namorada do marido é sua filha, Carla. Quer dizer, quem teria pensado que o mundo fosse tão pequeno?
Chuva lançou um olhar para Sanya, mas no fundo, ela estava grata por sua amiga ter mencionado — era algo que ela mesma não ousaria mencionar.
A Sra. Vera riu, imperturbável. —Eu entendo. Isso deve ser constrangedor. Mas não se preocupe, Carla e Alexandre terminaram há cinco anos,— ela assegurou a eles, seu sorriso gentil.
Chuva finalmente olhou para cima, sentindo-se um pouco mais à vontade sob o olhar compreensivo da Sra. Vera.
—Aí sim, é assim que é,— disse a Sra. Vera aprovadoramente. Então ela deu de ombros de forma leve. —Embora eu admita, estou um pouco triste. Qualquer mãe teria sorte de ter este homem como seu genro.— Ela se virou para Alexandre, seus olhos cintilando calorosamente.
—Mas você também tem sorte, com a Chuva,— acrescentou a Sra. Vera calorosamente. —Esta mulher é verdadeiramente uma em um milhão. Eu sinceramente a admiro. — Ela deu a Chuva um sorriso orgulhoso. —Wilma me contou tantas coisas boas, e eu mesma vi como ela subiu na vida, alcançando onde está agora por conta própria.
Chuva sentiu as bochechas corarem ligeiramente com o elogio, embora ela tenha conseguido um sorriso grato. Parecia surreal ouvir palavras tão gentis de alguém que ela admirava há tanto tempo.
A mão de Alexandre encontrou a dela debaixo da mesa, dando uma apertadinha suave, como se dissesse que ele não poderia concordar mais.
Chuva sorriu e murmurou, —Foi seu incentivo que me manteve firme, Sra. Vera. Guardei suas palavras todas as vezes que me senti perto de desistir. A senhora me disse que todo mundo enfrenta lutas, mas a verdadeira força está em enfrentá-las de frente, com resiliência e propósito. Você disse que a única maneira de superar é seguir em frente, passo a passo, até alcançar os sonhos que estão do outro lado.—
O rosto da Sra. Vera amoleceu enquanto ela ouvia, seu sorriso caloroso. —Você fez mais do que eu poderia esperar, Chuva. Eu posso ter dado um pouco de incentivo, mas você alcançou isso por conta própria com resiliência e espírito de luta.—
As bochechas de Chuva aqueceram com o elogio, sentindo um orgulho e gratidão no coração.
Chuva só podia esperar que Carla Cartier compartilhasse a graça e compreensão de sua mãe. Ela se preparou ao pensar no retorno de Carla, desejando silenciosamente que não se tornasse uma fonte de tensão entre ela e Alexandre. A última coisa que ela queria era lidar com antigas chamas e sentimentos não resolvidos, especialmente com alguém tão digna e respeitada como a Sra. Vera.
A Sra. Vera continuou, —Alexandre, você realmente escolheu bem. Que a jornada de vocês juntos seja tão forte e determinada quanto ela é.—
Alexandre sorriu, seu olhar gentil enquanto ele olhava para Chuva. —Eu acredito que será.—
—O Evento de Caça está chegando. Estarei ansiosa para ver vocês lá,— disse a Sra. Vera com um sorriso caloroso. —Nossa família tem a honra de hospedá-lo este ano.—
—O Evento de Caça?— perguntou Sanya, intrigada.
Alexandre acenou com a cabeça, explicando, —Todo ano antes do outono terminar, temos um Evento de Caça de cinco dias. É uma tradição para o círculo de amigos próximos do meu pai se reunirem com suas famílias para uma espécie de reunião.—
A Sra. Vera deu uma risadinha. —Na verdade, é muito divertido, e todos esperam por isso a cada ano. E já que agora você é oficialmente uma Lancaster, Chuva, será esperado que você participe — a menos que você queira que o Rock pague a multa pela sua ausência.—
Chuva não pode evitar de rir. —Então é melhor eu começar a praticar, né!