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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 199

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  3. Capítulo 199 - 199 Uma Parte do Seu Passado 199 Uma Parte do Seu Passado
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199: Uma Parte do Seu Passado 199: Uma Parte do Seu Passado Chuva e Alexandre deixaram Malibu após o café da manhã. Chuva queria ir ao orfanato, mas decidiu parar primeiro no Shopping Mall Meta City, o maior shopping da cidade, para comprar alguns presentes para as crianças e a equipe.

“Tem certeza de que não vai trabalhar? Pode me deixar aqui e chamar o Rico para me buscar,” disse ela enquanto entravam na seção infantil, de mãos dadas.

Alexandre suspirou com um olhar brincalhão nos olhos. “Hmm, já está tentando se livrar de mim? Lembre-se, eu mesmo faço meu horário. A menos que tenha uma emergência, estou todo seu.”

Ela riu, puxando-o para perto para abraçar seu braço. A ideia de perambular pelo shopping juntos, escolhendo coisas para as crianças, a enchia de empolgação. Então, por um breve momento, ela se imaginou e Alexandre comprando itens para bebê juntos, e suas bochechas esquentaram.

A ideia de ter um bebê com Alexandre agora parecia mais leve, não mais tão intimidadora quanto antes. Ela podia dizer que ele tinha sentimentos reais por ela. Ele estava se apaixonando, e ela sentia confiança de que, com o tempo, o relacionamento deles se aprofundaria ainda mais. Alexandre estava comprometido com ela, e o pensamento de construir uma família juntos fazia seu coração palpitar de empolgação.

Chuva rapidamente afastou o pensamento antes que acabasse corando ainda mais forte, imaginando o futuro juntos. Se continuasse assim, ela seria um tomate maduro ambulante pelo resto do dia.

“Você já visitou o orfanato antes? Eu não me lembro de ter te visto por lá,” perguntou ela, quebrando o fluxo de pensamentos. Também estava curiosa sobre Carla, já que sua mãe era dona do orfanato, mas ela nunca a tinha visto lá. Chuva praticamente cresceu naquele lugar, vendo a Sra. Summer Cartier frequentemente e às vezes seu marido Arlan.

“Minha última visita foi quando tinha quinze anos,” Alexandre disse enquanto pegava um carrinho. “Não voltei mais desde então.”

Chuva olhou para ele, curiosa. “Por quê?”

Ele fez uma pausa, sua expressão escureceu. “Houve um incêndio na época. Eu quase não consegui sair… Eu estava meio consciente, e Carla teve que me puxar e até me carregar nas costas para a segurança.” Sua voz baixou para um murmúrio como se a memória ainda estivesse bem presa. “Depois disso, eu simplesmente não consegui me obrigar a voltar.”

As sobrancelhas de Chuva se levantaram em surpresa, as memórias agitando-se levemente. Ela devia ter uns oito anos quando o incêndio aconteceu, muito jovem para se lembrar de cada detalhe, mas ela ainda podia se lembrar de correr para frente e para trás, puxando e carregando crianças para a segurança. Sanya foi uma das crianças que ela resgatou, e desde então, Sanya a seguiu como uma sombra, quase como uma irmãzinha.

Ela acenou com a cabeça, entendendo sua hesitação. “Isso deve ter sido aterrorizante. Talvez seja por isso que a Carla também não visita o orfanato…”

Alexandre acenou com a cabeça. “É possível. Mas estou curioso, Chuva, o que te fez ficar tão próxima do orfanato?”

Chuva ficou quieta, hesitante em compartilhar as razões por trás de seu vínculo com o orfanato. Seu passado não era algo de que gostava de falar. Mas, olhando para Alexandre, o homem que amava, sentiu parte dessa hesitação se dissipar.

Chuva respirou fundo, sua voz suavizou. “Quando eu tinha oito anos, estava em um restaurante com Sylvia e Dina. Fui ao banheiro, e quando voltei… elas tinham ido embora. Eu esperei até que o restaurante estivesse prestes a fechar, na esperança de que elas voltassem. Foi quando uma mulher do orfanato se aproximou de mim. Naquela época, ela era só uma funcionária, mas agora foi promovida a Gerente.”

Um pequeno sorriso apareceu enquanto ela continuava, “A Gerente Wilma me levou à polícia, caso alguém tivesse me dado como desaparecida. Eu não queria que ela me deixasse, então ela decidiu me levar para o orfanato, dizendo ao policial que se minha família me procurasse, poderia me encontrar no Orfanato Haven.”

Chuva continuou a andar enquanto falava, sua voz suave. “Ninguém veio atrás de mim, então fiquei no orfanato por três dias até a Tia Melanie finalmente chegar…”

Ela mordeu o lábio, lembrando-se de como sua tia foi buscá-la. “Ela chorou tanto quando me viu brincando com as crianças. Ela ficava dizendo desculpa… desculpa que demorou tanto para me encontrar.”

Já fazia muito tempo, mas aquela memória permanecia em sua mente tão claramente quanto se tivesse acontecido ontem. A visão de sua Tia Melanie entrando apressada, com lágrimas escorrendo pelo rosto, ainda mexia com o coração dela de uma maneira que poucas coisas conseguiam.

Era apenas uma parte de seu passado, um capítulo trágico que uma vez definiu sua vida. Mas mesmo agora, pensar naquele momento com sua tia mexia algo profundo dentro dela, lembrando-a de quanto era amada, mesmo quando se sentiu completamente só.

Os olhos de Chuva se encheram de lágrimas, a memória ainda tão vívida. Por dias, ela esperou, pensando que ninguém a queria, que ela havia sido abandonada. Alguns das crianças no orfanato até a intimidavam, dizendo que ela era como eles e esperava por alguém que nunca viria. Ela chorou para dormir durante três noites.

Quando abaixou a cabeça para limpar suas lágrimas, ela sentiu os braços de Alexandre envolvendo-a. “Estou tão orgulhoso de você,” ele sussurrou, sua voz quente e firme. “E eu sei que a Tia Melanie também está. Você cresceu e se tornou uma mulher tão forte e incrível, mesmo sem o apoio que merece. Você está indo tão bem, Chuva. Você está indo tão bem…”

Chuva não conseguia se lembrar da última vez que tinha se permitido chorar assim. Era como se toda a dor que ela havia enterrado por tanto tempo finalmente estivesse se libertando. Ela se prometeu aos doze anos que nunca mais derramaria uma lágrima, não importasse o quanto doesse. No entanto, aqui estava ela, liberando anos de tristeza acumulada, e isso parecia estranhamente… bom.

Sentindo-se constrangida, tentou recompor-se, olhando ao redor no espaço público. Mas Alexandre a segurou perto, sussurrando, “Está tudo bem…”

Chuva riu, fungando enquanto olhava para ele. “Você se importa se eu usar sua camisa como um lenço?” Ela deu a ele um sorriso brincalhão, e ele sorriu de volta, gentilmente enxugando suas lágrimas.

“Aposto que todos aqui pensam que você é a razão de eu estar chorando,” ela brincou suavemente, e então se levantou na ponta dos pés para beijá-lo nos lábios, esperando tranquilizar qualquer um que pudesse estar observando. Envolvendo seus braços em torno do pescoço dele, ela sorriu, “Obrigada. Sou muito grata por você. Eu não poderia pedir mais.”

Alexandre riu, sua voz calorosa enquanto ele se inclinava perto do ouvido dela. “Eu acho que já esclarecemos qualquer confusão agora. Agora, que tal você esbanjar o dinheiro do seu marido?” ele murmurou, sorrindo. “Compre o que você quiser. Eu pago. Bem, tecnicamente, é seu dinheiro também, já que tudo que eu tenho é seu. Então, vá em frente, aproveite, esposa.”

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