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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 196

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  3. Capítulo 196 - 196 Vitaminas 196 Vitaminas Chuva praticamente correu para o
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196: Vitaminas 196: Vitaminas Chuva praticamente correu para o banheiro depois de ter quase engolido toda a essência de Alexander. Não tinha gosto ou cheiro ruim; era quente, um pouco salgada e doce ao mesmo tempo.

“Chuva, você está bem?” Alexandre chamou da porta, sua voz tingida de preocupação.

“Sim, vou só escovar os dentes,” ela respondeu, vermelha de vergonha ao lembrar do que acabara de acontecer. Quando saiu, Alexandre ainda estava de roupão, com uma expressão que misturava relaxamento e preocupação.

“Você tem certeza que está bem? Você… comeu?” ele perguntou, franzindo a testa enquanto analisava a reação dela.

Ela lhe deu um sorriso tímido e assentiu. “Não precisa,” ele murmurou, sua voz fraca, e ela piscou ao ver o rosto dele corado.

Seu semblante fez ela sorrir, e ela não resistiu a provocá-lo. “Tá tudo bem. Não era tão ruim assim. Ouvi dizer que esperma tem vitaminas…”

Suas bochechas ficaram ainda mais vermelhas quando ela percebeu o que tinha dito. ‘Meu Deus, eu realmente disse isso?’ ela pensou, cobrindo o rosto com as mãos, meio envergonhada e meio divertida com sua própria ousadia.

Os olhos de Alexandre brilharam com travessura enquanto ele dava um passo para perto, cruzando os braços com um sorriso maroto. “Vitaminas, é?” ele repetiu, com um tom provocativo na voz. “Bem, nesse caso, eu deveria te fornecer alguns ‘suplementos nutricionais’ com mais frequência.”

Os olhos de Chuva arregalaram, e ela deu um tapa brincalhão no ombro dele. “Para com isso! Não acredito que disse aquilo,” ela murmurou, mordendo o lábio enquanto tentava segurar o riso.

Ele riu, passando um braço pela cintura dela e puxando-a para perto. “Por que não? Eu meio que gosto desse seu lado ousado,” ele sussurrou, roçando os lábios no ouvido dela, fazendo-a estremecer. “É… sempre refrescante.”

“Ah, aposto que gosta,” ela respondeu, revirando os olhos embora ainda estivesse corada. Ela sentiu o coração acelerar enquanto os dedos dele traçavam um caminho suave pela coluna dela, seus olhos nunca deixando os dela.

Ele se inclinou, sua voz suave e quente. “Que bom. Porque você não vai se livrar de mim assim tão fácil, Chuva.”

“Nem sonharia com isso,” ela respondeu, com sua voz mal saindo num sussurro.

Chuva sentiu seu coração bater forte quando encontrou o olhar dele, se perdendo na intensidade de seus olhos. “Então me diga, quanto tempo costuma durar o seu período?” ele perguntou gentilmente.

“Geralmente entre três a cinco dias,” Chuva respondeu, suas bochechas se aquecendo ao perceber por que ele perguntou. Ele se inclinou para frente, depositando um beijo suave na testa dela. “Então acho que terei que ser paciente por cinco dias,” ele disse com um sorriso caloroso.

A maneira como ele lidou com a situação de forma tão considerada fez as bochechas dela ficarem ainda mais coradas. Então a campainha tocou, e as refeições deles chegaram, bem arranjadas no terraço, onde luzes suaves iluminavam a noite. Ela saiu, admirando a vista da lua crescente lançando um brilho prateado sobre o terraço.

“Vem aqui, Chuva; vamos comer,” Alexandre chamou, puxando a cadeira para ela com um sorriso acolhedor. Enquanto ela se sentava, ele colocou um roupão sobre os seus ombros, adicionando um toque de calor ao ar da noite. A atmosfera à luz de velas era íntima, e enquanto Alexandre cortava a carne em seu prato em pedaços, ela não podia deixar de pensar, ‘Ele está me mimando demais.’
Pequenos gestos como providenciar os absorventes íntimos ou trocar imediatamente os lençóis manchados por novos faziam o coração dela saltar.

Eles comeram em um silêncio confortável, e depois do jantar, eles cada um sorvia vinho enquanto Alexandre de repente se aproximou, pegando a mão dela na dele. Chuva observou enquanto ele deslizava um anel delicado em seu dedo.

“Este era o anel da minha mãe. É uma herança de família que tem sido passada aos filhos primogênitos. Eu gostaria que você o guardasse,” ele explicou, seu olhar amolecendo. Um sorriso satisfeito iluminou seu rosto quando o anel se ajustou perfeitamente em seu dedo.

“É lindo,” ela disse, maravilhada com o diamante rosa vívido em forma de oval no centro do anel. Ela engoliu, percebendo o quão valioso ele devia ser.

“Sim, e combina lindamente com você,” Alexandre respondeu, seu olhar intenso, mas caloroso quando encontrou os olhos dela. Com um sorriso brilhante e malicioso, ele acrescentou, “Assim como você me pertence.”

Chuva teve um sobressalto ao absorver a intensidade do olhar de Alexandre, o calor em seu sorriso derretendo qualquer timidez remanescente. Ela olhou para o anel, seus dedos deslizando sobre o diamante impecável. “Não acredito que está confiando algo tão precioso a mim,” ela sussurrou, sua voz mal audível diante do peso do gesto.

Alexandre se inclinou mais perto, encostando sua testa na dela. “Chuva, você já é preciosa para mim,” ele murmurou. “Este anel, é só um símbolo, uma promessa. Mas você… você é insubstituível.”

Seu coração acelerou, e ela não pôde evitar o pequeno sorriso tímido que se formou enquanto as palavras dele ecoavam. Ela apertou a mão dele, seus dedos entrelaçados. “Obrigada, Alexandre. Por tudo,” ela sussurrou, sua voz carregada de emoção.

Ele levantou a mão dela até seus lábios, depositando um beijo suave sobre suas juntas, o anel cintilando sob a luz suave. “Então me prometa que você vai mantê-lo seguro. E que vai ficar comigo,” ele murmurou.

“Eu prometo,” Chuva respondeu, sua voz firme enquanto olhava para ele, sentindo a sinceridade em suas próprias palavras.

“Além disso, quero deixar claro que nosso contrato de quatro meses agora está oficialmente sem efeito,” Alexandre disse com um sorriso.

O rosto de Chuva aqueceu enquanto ela respondia, timidamente, mas com firmeza, “Deveria ser para toda a vida agora.”

“Sim,” Alexandre concordou, seu olhar amolecendo. Ele queria se casar com ela de novo, mas desta vez, ele queria fazer do jeito certo. Tecnicamente, a certidão de casamento deles não passava de uma farsa, considerando que nem eram eles nas fotos ou nas assinaturas.

Ele ainda não havia compartilhado suas intenções, já que planejava surpreendê-la com uma cerimônia de casamento apropriada.

“Alexandre…” Chuva murmurou, olhando-o pensativa. Ele sorriu e disse, “Você sabia que eu sempre detestei ser chamado pelo meu nome completo? Eu peço a todos para me chamar de Xander. Ninguém usa ‘Alexandre’.”

Chuva piscou surpresa. “Então… você quer que eu te chame de Xander também?”

Ele riu, cutucando o nariz dela de leve. “Você é a exceção. Por algum motivo, adoro ouvir você dizer meu nome completo. Então, não… continue me chamando de Alexandre. É só para você.”

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