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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 179

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  3. Capítulo 179 - 179 Pareceu um Insulto 179 Pareceu um Insulto Sanya respirou
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179: Pareceu um Insulto 179: Pareceu um Insulto Sanya respirou fundo, decidindo finalmente que hoje seria o dia em que enfrentaria Chuva. Ela não poderia protelar mais, não importava quão profundamente estivesse afundando em sua própria vergonha.

Ela sentia falta de Chuva terrivelmente, e no fundo, sabia que sua amiga não ficaria com raiva para sempre, nem tomaria medidas extremas para puni-la. Reunindo sua coragem, ela pegou seu telefone para enviar uma mensagem para Chuva, mas justo quando estava prestes a digitar, o telefone de sua mesa tocou.

“Bom dia, Senhorita Sanya. Alguém está aqui para vê-la no saguão. Pode descer por um minuto?” a recepcionista disse. Antes que Sanya pudesse perguntar quem era, a chamada terminou.

Franzindo a testa, Sanya se levantou da cadeira, saiu de seu escritório e caminhou em direção ao saguão.

Quando chegou lá, dois homens a esperavam. Um deles se adiantou e perguntou, “Você é Senhorita Sanya Reed?”

“Sim, sou eu. Do que se trata?” ela respondeu, sua voz tingida de confusão.

Os homens mostraram suas identificações e um deles disse, com um tom firme, “Você está presa por furto de identidade, falsificação de documentos, fraude, perjúrio, conspiração criminosa e fraude matrimonial.”

O coração de Sanya caiu. Sua mente disparou, tentando processar o que estava acontecendo. “O quê? Não… isso tem que ser um engano,” ela gaguejou, sentindo as pernas enfraquecerem.

Mas os homens não se mexeram, suas expressões inabaláveis. “Temos evidências de que você se passou por Rain Clayton para registrar o casamento dela sem o consentimento dela. Você precisa vir conosco.”

“Não,” a face de Sanya empalideceu, suas mãos tremiam ao lado.

“Oh, por favor, apenas vá para a polícia e enfrente as consequências dos seus atos!” Uma voz zombeteira perfurou a tensão, e Sanya virou-se para ver Dina, a meia-irmã de Chuva, de pé com um sorriso que transbordava satisfação.

“Você… como você fez isso—” As palavras de Sanya falharam enquanto ela olhava entre Dina e os oficiais. Ela se virou para a polícia e com uma voz trêmula perguntou, “Quem fez essas acusações?”

Seu coração batia acelerado, cada batida ecoando o medo que se instalava. Por que Dina estava aqui, e como ela tinha descoberto?

“Quem mais?!” Dina cuspiu, seus olhos ardendo de maldade. “Claro que fomos nós! Como você se atreve a se passar por minha irmã bastarda e registrar aquele casamento em nome dela! Não vamos deixar isso barato!”

Sanya sentiu o estômago revirar. Ela nunca imaginou que as coisas escalariam tanto. “Você tem o direito de permanecer em silêncio…” um dos oficiais começou, sua voz um zumbido monótono enquanto ele prendia as algemas em seus pulsos.

A mente de Sanya girava, seu mundo desmoronando. As palavras do oficial mal registravam—apenas o som de “direito de permanecer em silêncio…” ecoava em seus ouvidos.

Então, uma lembrança inundou sua mente. Uma cena de anos atrás, quando ela, Clifford e Chuva celebravam a aceitação de Chuva na faculdade de direito. Eles estavam bebendo, rindo.

“Não importa o que aconteça, eu sempre salvarei vocês dois. Agora que estou estudando direito, lembre-se de me ligar se um de vocês se meter em problemas. Não diga uma palavra até eu aparecer para representá-los como advogada no futuro. Sempre lembre—você tem o direito de permanecer em silêncio, então espere por mim e não diga nada a menos que eu diga!”

Os olhos de Sanya se encheram de lágrimas. A empolgação e a paixão de Chuva pela justiça pareciam tão distantes, no entanto, a memória era dolorosamente clara. ‘Devo exercer esse direito e esperar que você me salve, Chuva?’ ela pensou, com o coração despedaçado enquanto os oficiais a arrastavam para longe, o peso de suas ações esmagando seu espírito.

Sanya se sentiu entorpecida enquanto a polícia a escoltava, a realidade de sua situação lentamente se instalando. Ela não tinha ideia do que fazer, nem forças para pensar claramente. Tudo ao seu redor parecia um borrão.

Enquanto isso, Dina assistia com um sorriso perverso, braços cruzados, satisfeita com a cena que se desenrolava. Finalmente, a amiga arrogante de Chuva estava recebendo a lição que merecia. Mas isso era apenas o começo.

A mente de Dina já voltava-se para o próximo passo—informar Liam Rock Lancaster, o chefe da família, sobre o casamento fraudulento.

Ela e sua mãe haviam arquitetado este plano sem consultar seu pai. Dina estava certa de que o velho Lancaster não fazia ideia da imprudência que seu filho mais novo, William, havia cometido.

Embora tivessem considerado a possibilidade de que o ancião Lancaster já soubesse do casamento, Dina e sua mãe ainda estavam dispostas a arriscar. Afinal, mesmo se ele soubesse, elas confiavam que poderiam virar esta situação a seu favor, disfarçando sua vingança como uma tentativa justa de expor um crime.

Não havia nada a perder por parte delas—se alguma coisa, elas tinham muito a ganhar uma vez que a situação escalasse. O escândalo não apenas humilharia Chuva, mas também poderia acirrar as tensões dentro da família Lancaster, favorecendo ainda mais as ambições de Dina. Um espetáculo público lhe daria vantagem, especialmente se a história ganhasse tração. Era uma oportunidade tentadora demais para resistir.

Na mente de Dina, isso não era apenas sobre expor uma fraude—era sobre tomar o controle e desmantelar a vida de Chuva pedaço por pedaço. Se tudo corresse conforme o planejado, a reputação de Chuva estaria em frangalhos, e, talvez, até mesmo seu lugar na família Lancaster enfraquecido.

“Você conseguiu uma boa cópia?” Dina perguntou, virando-se para o repórter que haviam pago para capturar o momento na câmera.

“Sim, Senhorita Dina. Eu postarei o artigo assim que possível,” o repórter respondeu, já ansioso para divulgar o escândalo.

“Bom,” Dina acenou com um sorriso satisfeito. Chuva não fazia ideia do que estava por vir. Os olhos de Dina escureceram com maldade enquanto ela rosnava em voz baixa, “Você realmente achou que eu deixaria passar depois que você arruinou minha festa de noivado?”

Ela ainda estava fervendo de raiva daquela noite, sua ira fervilhava logo abaixo da superfície. Ela queria vingança—mais do que isso, ela queria arruinar a vida de Chuva o máximo que pudesse.

“Por que Chuva sempre consegue o melhor sem nem tentar?” Dina sibilou frustrada, caminhando em direção ao seu carro. Toda vez que pensava em Chuva, parecia um insulto. Chuva tinha tudo o que ela queria—facilmente—e ela estava determinada a tirar tudo dela.

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