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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 177

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  3. Capítulo 177 - 177 O Momento Mágico 177 O Momento Mágico Depois do jantar
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177: O Momento Mágico 177: O Momento Mágico Depois do jantar, retornaram diretamente à Mansão Ancestral, onde Mordomo Ben assumiu o comando rapidamente, dizendo, “Eu vou ajudar você a organizar tudo, Melanie.”

Chuva se esforçou ao máximo para não provocar sua tia e simplesmente disse, “Tudo bem, Tio Ben, deixarei a Tia Melanie sob seus cuidados. Tenho algo para discutir com Alexandre.”

Sem esperar que sua tia respondesse, Chuva pegou a mão de Alexandre e saiu.

“Eu estava planejando te convidar para sair de qualquer maneira depois de levar a Tia Melanie para o quarto dela,” comentou Alexandre enquanto saíam.

“Sério?” ela perguntou, um pouco surpresa. Havia sido apenas uma desculpa para dar um tempo privativo a sua tia e ao Tio Ben.

Entrelaçando os dedos, Alexandre a guiou enquanto caminhavam pela propriedade. As luzes ao longo do pavimento iluminavam o caminho, e embora Chuva se perguntasse para onde estavam indo, optou por não perguntar — ela não queria estragar a surpresa. Às vezes ela adorava surpresas, especialmente se fossem maravilhosas.

“Você venceu seu primeiro julgamento, então pensei que deveríamos ter uma celebração simples e privada juntos,” murmurou Alexandre. Eles pararam ao lado de um dos carrinhos motorizados, e Alexandre a guiou para o assento do passageiro antes de se sentar para dirigir.

“É minha primeira vez percorrendo parte desta propriedade,” disse Chuva, cantarolando de empolgação.

“Eu te darei um tour adequado no Sábado durante o dia, mas por enquanto, estamos indo para um local especial que eu gosto,” Alexandre respondeu com um sorriso quieto, e Chuva mal podia esperar para ver o que ele havia preparado. À medida que se aproximavam, ela deu um gás em realização.

“Chegamos.”

Os lábios de Chuva se entreabriram em admiração ao absorver a visão — um teatro ao ar livre montado num jardim tranquilo. Camas de sofá aconchegantes estavam organizadas sob as estrelas, com cobertores macios, travesseiros fofos e luzes de fada penduradas por cima, lançando um brilho mágico sobre o espaço.

“Papai costumava trazer William e eu aqui para assistir filmes clássicos atemporais sob as estrelas,” Alexandre explicou enquanto suavemente a levava pela mão até uma das camas de sofá. “Nós beberíamos vinho e beliscaríamos sobremesas — apenas nós três.”

Ele se acomodou ao lado dela, as luzinhas cintilantes adicionando calor ao ambiente já íntimo. Uma brisa leve varreu o local, trazendo consigo o perfume suave de flores em floração.

Alexandre lhe entregou uma taça de vinho, e ela a aceitou com um sorriso. “Isso é… perfeito,” ela sussurrou, tomando um pequeno gole, saboreando o gosto e o momento. Então ela mordeu a parte interna da bochecha, pensando, ‘Quem não se apaixonaria por esse homem?’ A cada momento que passava, ela sentia-se afundando cada vez mais nele.

“Eu pensei que você gostaria,” disse Alexandre, sua voz suave, quase como se ele não quisesse perturbar a calma ao redor deles. Ele estendeu a mão até uma pequena bandeja de petiscos — doces delicados, frutas e chocolates — e lhe ofereceu um pedaço.

Chuva o olhou com um brilho travesso nos olhos. “Eu nunca teria adivinhado que você fosse sentimental em relação a coisas assim,” ela provocou levemente. “É meio… doce.”

Um pequeno sorriso apareceu no canto dos lábios de Alexandre. “Eu suponho que há muito que você ainda não sabe sobre mim,” ele murmurou, encontrando o olhar dela, seus olhos refletindo o brilho suave das luzes.

“Bem,” disse Chuva, recostando-se nas almofadas, “estou ansiosa para aprender mais.” Ela olhou para a tela à frente, onde a cena de abertura do filme começou a ser exibida. “Esta é uma maneira tão linda de comemorar.”

Ela começou a se servir mais vinho porque estava tão emocionada naquele momento. Eles assistiram em silêncio confortável por alguns minutos. Depois de um tempo, Chuva se moveu inconscientemente para mais perto de Alexandre, sentindo o calor de seu corpo ao lado do dela.

“Você sabe,” ela começou, sua voz baixa, “para um cara que não fala muito, você certamente sabe como fazer alguém se sentir especial.”

Alexandre virou-se para olhá-la. “Você nem sempre precisa de palavras para mostrar o que sente,” ele disse em voz baixa. “Às vezes, as ações falam mais alto.”

O coração de Chuva acelerou com suas palavras. Era bom experimentar esse lado dele — um homem que podia ser tão sério e reservado, mas terno nos momentos que contavam. Ele sempre a surpreendia de maneiras que ela não poderia ter imaginado, aprofundando sua admiração por ele a cada momento.

Ela descansou a cabeça em seu ombro, sentindo o peso de tudo que tinham passado juntos. Se ela estava certa, já faziam quase quatro semanas, no entanto, parecia que ela e Alexandre tinham compartilhado anos de experiências e emoções. O calor da presença dele a envolvia, fazendo-a desejar que esse momento durasse para sempre.

“Eu acho que esta pode ser uma das melhores noites que tive em muito tempo,” ela sussurrou.

O braço de Alexandre deslizou ao redor dela, puxando-a um pouco mais para perto. “Então, vamos fazer desta uma de muitas que virão.”

Chuva tinha muitas perguntas, mas ela não queria estragar o momento mágico que estavam compartilhando.

O filme que estava sendo exibido era um thriller de horror zumbi eletrizante, cheio de suspense — o tipo de gênero que Chuva amava. Ainda assim, sua curiosidade venceu. “Por que você escolheu este filme?” ela perguntou, olhando para Alexandre.

De acordo com as anotações que seu sogro lhe dera sobre Alexandre, ele preferia assistir a dramas históricos e peças de época. Essa escolha parecia fora do comum para ele, e ela estava intrigada.

“Hmmm, descobri que você gosta desse tipo de filme e queria que você aproveitasse e relaxasse depois de trabalhar tanto,” Alexandre respondeu, seu tom casual.

Então, com um sorriso descarado, ele acrescentou, “Além disso, estou esperando que seja assustador o suficiente para você se aproximar um pouco mais de mim.”

Chuva riu, dando-lhe um empurrãozinho brincalhão. “Você é terrível,” ela provocou, embora não pudesse deixar de sentir seu coração acelerar novamente com suas palavras. Sem perceber, ela se viu bebendo mais, seu humor mudando um pouco enquanto a tensão se insinuava por algum motivo desconhecido.

“Hmm, não fique muito bêbada,” Alexandre alertou, seu tom gentil.

Mas Chuva o dispensou, com um sorriso travesso em seus lábios. “Tudo bem. Estou com você, então é seguro relaxar.” Com isso, ela deu outro gole, tentando concentrar sua atenção de volta ao filme.

A expressão de Alexandre escureceu um pouco enquanto ele murmurou, “Mas eu não sou sempre seguro para estar por perto. Eu posso ser perigoso… Eu poderia me aproveitar de você.”

Ela engoliu em seco e pensou, ‘Eu não me importaria nem um pouco.’ Percebendo a implicação de seus pensamentos, sentiu calor subir às suas bochechas.

Notando sua súbita tensão, Alexandre se inclinou um pouco e disse, “Relaxa, Chuva, só assista ao filme. Eu estou só brincando… Eu não vou me aproveitar de você enquanto você estiver bêbada, mas talvez quando você estiver sóbria…”

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