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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 175

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  3. Capítulo 175 - 175 Não é de fugir da raia 175 Não é de fugir da raia O
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175: Não é de fugir da raia 175: Não é de fugir da raia O coração de Chuva saltou uma batida. “Alexandre,” ela sussurrou, tentando manter a compostura. “Há quanto tempo você está aí?”

“Tempo suficiente,” ele respondeu, seu olhar fixo nela. “Tempo suficiente para ouvir o que aquele homem disse — e para me perguntar por que ele ousaria mencionar roubar algo que não é tão difícil quanto roubar você.”

Chuva ofereceu um sorriso suave, aproximando-se. “É só o Henry sendo ele mesmo. O homem é notório por seus altos e baixos e comentários malucos,” ela disse, seu sorriso se tornando constrangido.

Mas a mandíbula de Alexandre se apertou. Sem dizer uma palavra, ele simplesmente disse, “Vamos.”

Ele virou-se e caminhou à frente, deixando Chuva seguir em silêncio. Ao entrarem no carro, ela sentiu a tensão espessa entre eles. O humor de Alexandre estava claramente abalado, e isso a deixava inquieta. Pior, ela percebeu que eles não estavam indo na direção usual.

“Para onde estamos indo?” ela perguntou.

“Para a boutique. Tia Melanie vai nos encontrar lá. Eu imaginei que ela precisaria pegar algumas roupas e outras coisas já que não passamos na casa dos Clayton para pegar os pertences dela,” Alexandre disse, seu tom calmo, mas distante.

Chuva sentiu um nó de constrangimento apertar em seu peito. Ela não tinha feito nada de errado, então por que havia uma atmosfera tão estranha entre eles? Ela tentou ignorar, mas o silêncio era sufocante.

“Alexandre,” ela arriscou cautelosamente, “tem algo te incomodando?”

Por um momento, ele não respondeu. Ele respirou fundo antes de finalmente falar. “Não gosto quando as pessoas pensam que podem brincar com você. Ou tentar agir como se pudessem levá-la embora.”

O coração de Chuva palpitou ao ouvir suas palavras, sentindo uma mistura de calor e desconforto. Ela manteve sua voz leve ao responder, “Henry estava só brincando. Ele não quis dizer nada com isso.”

Alexandre olhou para ela brevemente, mas a severidade permaneceu. “Não me importa se é uma brincadeira. Eu levo isso a sério quando se trata de você.”

A intensidade de suas palavras deixou Chuva momentaneamente sem palavras. Ela estendeu a mão e gentilmente colocou-a em seu braço, esperando aliviar a tensão. “Você não precisa se preocupar. Eu sou sua, Alexandre. Ninguém pode mudar isso.”

Por um breve momento, a expressão de Alexandre suavizou, mas seu rosto permaneceu estoico. Chuva fez beicinho e disse, “Amanhã, eu atualizarei meu status para que eu seja tratada como Promotora Lancaster, em vez de Clayton.”

Ela preferia muito mais ser conhecida como Lancaster. O nome Clayton não carregava nada além de memórias dolorosas — seu pai a tratava como se ela não devesse ter nascido, e ela estava longe de se orgulhar de usar seu sobrenome.

O silêncio pairou entre eles. Chuva, sentindo a tensão no ar, apertou o botão para tornar o espelho que os separava dos bancos da frente opaco, dando-lhes privacidade. Sem hesitar, ela se ajoelhou no colo de Alexandre. Sua expressão mudou, e seus lábios se entreabriram em surpresa, claramente pego desprevenido.

Chuva inclinou-se e começou a depositar beijos suaves em diferentes partes de seu rosto. “Não sei por que você está emburrado, mas vou tentar isso…” ela murmurou antes de pressionar seus lábios contra os dele.

“Você se sente melhor agora?” ela perguntou, seu olhar se fixando no dele.

Alexandre engoliu em seco, mas seu rosto permaneceu sério. “Não… ainda não. Ainda me incomoda ver aquele homem tão perto do seu rosto. Um movimento errado e ele poderia tê-la beijado!” ele resmungou, sua irritação evidente.

Chuva piscou, agora entendendo por que ele estava tão chateado. “Então, você está com ciúmes…” ela murmurou, seus olhos se voltando para os lábios dele.

“Você não precisa estar,” ela disse suavemente. “Você é o único homem que já me beijou — e o único que planejo beijar.” Ela cantarolou a última parte antes de selar os lábios dele com os dela em um beijo profundo e apaixonado.

Alexandre não retribuiu imediatamente o beijo dela, mas ela pôde sentir seu corpo se tensionar e seu volume aumentar debaixo dela. Chuva continuou a sugar seus lábios, deslizando sua língua para dentro. Ele gemeu, e de repente ele estava tomando a liderança, aprofundando o beijo deles.

Chuva gemeu ao sentir suas mãos passearem pelas suas curvas. Uma mão habilmente desabotoou sua camisa e acariciou seus seios, e as coisas escalaram tão rapidamente que ela se encontrou quase despida diante dele.

Ela arqueou as costas ao sentir sua língua provocando um dos seus mamilos taut antes de começar a sugá-lo. Então, caiu a ficha — eles estavam dentro do carro e não estavam sozinhos. Sim, a divisória oferecia privacidade e era à prova de som, mas o veículo poderia parar a qualquer momento.

“Alexandre, vamos parar. O carro vai parar a qualquer minuto!” ela o lembrou, sua voz rouca de urgência.

Alexandre pausou, seus lábios ainda próximos à pele dela, seu hálito quente contra ela. Ele encontrou o olhar dela, seus olhos escuros com desejo, mas também preenchidos com um toque de preocupação. “Você tem razão,” ele murmurou, embora sua voz traísse sua relutância em se afastar.

“Eu me deixei levar demais; me desculpe,” ele disse suavemente enquanto rapidamente ajustava suas roupas, fechando seu sutiã e abotoando sua camisa novamente.

Chuva o observava, divertida com como ele se atrapalhava um pouco com os botões. “Hmm, como você desabotoou tão facilmente, mas está tendo dificuldade para abotoar de volta?” ela provocou, tentando aliviar o clima enquanto sentia suas bochechas corarem.

Com as bochechas coradas, Alexandre lhe lançou um sorriso envergonhado. “É difícil quando você está sentada no meu colo assim,” ele respondeu, sua voz baixa, mas brincalhona. “Eu preferiria que tudo fosse removido,” ele comentou descaradamente em seguida, fazendo Chuva engolir em seco diante da audácia de suas palavras.

Ele pareceu notar como ela de repente ficou tensa, e sem perder o ritmo, ele se inclinou e a beijou suavemente antes de puxá-la para um abraço caloroso. “Não se preocupe… Eu não vou me aproveitar de você, Chuva,” ele a tranquilizou, sua voz firme e confortadora.

Ela sentiu seu coração acelerar enquanto se derretia em seus braços, sua inquietação anterior se dissipando no calor de seu afeto. “Eu sei,” ela murmurou contra seu ombro, sentindo-se segura e valorizada. “Mas você realmente sabe como fazer uma garota se sentir confusa.”

Ele riu baixinho, o som retumbando em seu peito. “Ficar confusa é bom às vezes. Mantém as coisas emocionantes.”

Chuva recuou um pouco para encontrar seu olhar, seus olhos brilhando com travessura. “Às vezes a emoção vem com seus próprios riscos.”

Alexandre ergueu uma sobrancelha, sua expressão pensativa, mas brincalhona. “Riscos fazem parte da vida, Chuva. Eu não sou de fugir deles, especialmente quando envolve você.”

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