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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 170

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  3. Capítulo 170 - 170 Seja Meu Convidado 170 Seja Meu Convidado Assim que Chuva
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170: Seja Meu Convidado 170: Seja Meu Convidado Assim que Chuva terminou de se arrumar para o dia, ela rapidamente foi verificar como estava a sua Tia Melanie no outro quarto.

Seu rosto iluminou num sorriso ao ver que sua tia já estava acordada e devidamente vestida. “Minhas roupas ficaram perfeitas em você, Tia Melanie!” Chuva exclamou, seus olhos a examinando de cima a baixo com satisfação.

“Você está ótima!” ela acrescentou. Animada, agarrou o braço da tia e a levou escada abaixo para o café da manhã.

“Onde está seu marido?” Tia Melanie perguntou, com um brilho travesso nos olhos. Chuva sentiu o rosto corar enquanto respondia, “Bem, ele ainda está se arrumando.”

Chuva havia sido a primeira a usar o banheiro, e Alexandre logo depois. Honestamente, havia duas áreas de banho, então eles poderiam tê-los usado ao mesmo tempo, mas a ideia ainda a envergonhava.

Depois de tudo que aconteceu, mesmo depois de dar a ele uma masturbação, uma onda de timidez ainda a dominava por algum tempo.

“Estou tão feliz por ver você e o Alexandre se dando tão bem apesar de como as coisas começaram. Está claro que tudo está se encaixando suavemente. Estou realmente feliz por você, Chuva,” Tia Melanie disse, sua voz repleta de calor.

Chuva sorriu, sua empolgação borbulhando. “Ah, mais tarde… Vou tentar chegar cedo em casa, e nós podemos ir a alguns lugares que você adoraria ver!” ela lançou ansiosamente.

Sua tia deu uma risada. “Conhecer a Propriedade Lancaster já é mais do que suficiente. Tenho certeza que eles têm muitas facilidades para me manter ocupada, então não se preocupe comigo, tá bom?”

Chuva sorriu. “Bem, é verdade! Mesmo que eu ainda não tenha explorado toda a propriedade, tenho certeza que meu sogro e o Tio Ben garantirão que você se divirta enquanto eu estiver fora.”

Dentro da área de jantar, todos já estavam sentados. Chuva sorriu ao ver o Mordomo Ben rapidamente se levantar, puxando uma cadeira para sua Tia Melanie. “Aqui está, Senhorita Melanie,” ele murmurou, sua voz calorosa e educada.

Chuva não pode evitar rir por dentro ao ver a expressão no rosto de William, que estava impagável—ele olhou para o Mordomo Ben incrédulo, sua expressão um misto de divertido e perplexo.

“Ah, a propósito, por favor conheça meu filho mais novo, William,” Pai Rocha interveio. “Ele estava fora quando você chegou, então perdeu as apresentações.”

“Prazer em conhecê-la, Tia Melanie,” William saudou, seu tom brincalhão. “Sinta-se em casa.”

Melanie sorriu para ele e timidamente respondeu, “Obrigada.”

Então ela se virou e agradeceu a Ben por ter puxado a cadeira antes de se sentar. O Mordomo Ben até mesmo se sentou ao lado dela, deixando claro que estava mais do que feliz por estar em sua companhia.

Chuva estava gostando da cena toda. O Mordomo Ben não estava perdendo tempo expressando sua admiração pela Tia Melanie, e isso era difícil de não notar.

Justo quando as coisas estavam se aquietando, a voz séria de Alexandre cortou o ar. “Por que você ainda está aqui? Você não deveria estar voltando para o trabalho?” ele dirigiu diretamente a William assim que entrou.

William coçou a cabeça, resmungando, “Mas eu vou me casar em breve.”

“O quê?!” Chuva exclamou, genuinamente surpresa. Ela não podia acreditar que William usaria se casar como desculpa para evitar voltar ao trabalho. Ele realmente não gostava tanto do escritório assim?

Alexandre, por outro lado, permaneceu calmo. “Certo, quando vai acontecer? Faremos os arranjos e traremos sua noiva para cá em breve para conhecermos ela,” ele comentou de forma simples, sentando-se ao lado de Chuva.

Antes que as coisas pudessem ficar mais constrangedoras, Pai Rocha interveio, tentando aliviar a tensão. “Vamos parar com isso e tomar café da manhã primeiro. Temos uma convidada, e não é apropriado vocês dois discutirem por assuntos tão triviais.”

Chuva notou uma troca sutil de olhares cúmplices entre William e seu sogro. Algo parecia estranho, mas ela não conseguia deduzir o que era.

Assim que o café da manhã terminou, Chuva e Alexandre se despediram, ambos seguindo para o trabalho. Eles deslizaram para o banco de trás do carro, desta vez com Alexandre não dirigindo. Surpreendentemente, no momento em que ele se acomodou ao lado dela, alcançou a mão dela e a segurou firmemente.

Os olhos de Chuva se arregalaram quando Alexandre apertou um botão que fez a janela transparente que separava os bancos da frente do compartimento traseiro se tornar opaca. Ela piscou rapidamente, virando-se para olhá-lo confusa.

Ele respondeu com um sorriso safado, sua voz baixa e provocante. “Para privacidade,” ele disse descaradamente, deixando Chuva se perguntar o que ele tinha em mente. Antes que ela pudesse sequer processar, Alexandre a puxou para perto, manobrando-a para seu colo. Seus braços fortes a envolveram, segurando-a aconchegante.

“O que você está fazendo?” ela ofegou, a respiração presa quando sentiu a súbita mudança. Estar tão perto dele fez seu coração acelerar, e ela sentiu como se o ar tivesse sido sugado de seus pulmões.

“Apenas te abraçando,” ele murmurou, sua voz retumbante em seu ouvido enquanto pressionava seu queixo contra o ombro dela. Seu abraço era firme, mas terno, e ela podia sentir o calor dele se espalhando por suas roupas.

Chuva tentou protestar, empurrando contra seu peito sem muita convicção. “Estamos a caminho do trabalho,” ela o lembrou, embora sua voz não tivesse convicção.

Ele riu baixinho, sem afrouxar o abraço. “Eu sei. Mas eu só queria estar perto de você, mesmo que por um pouco. Mal temos tempo juntos.”

Apesar do choque inicial, Chuva se permitiu relaxar em seu abraço, a tensão em seus ombros diminuindo. Havia algo confortável na maneira como ele a segurava, e embora estivessem num carro a caminho do trabalho, parecia ser o próprio mundo privado deles.

“Isso é um pouco embaraçoso,” Chuva murmurou com um bico, embora não tenha feito nenhum movimento para se levantar do colo de Alexandre.

“Não, não é… Está perfeito assim,” ele respondeu suavemente, dando um beijo carinhoso em seu ombro.

Chuva suspirou, relaxando ainda mais, mas o momento de paz logo foi interrompido quando Alexandre começou a cobri-la de beijos, seus lábios trilhando por seu pescoço. Ela congelou quando sentiu a língua dele roçar sua pele, seus olhos se arregalando ao perceber.

Imediatamente, ela o empurrou gentilmente, dando-lhe um olhar brincalhão, mas sério. “Sem chupões!”

Alexandre riu, um brilho travesso nos olhos enquanto murmurava. “Mas os chupões ficam bons em você.”

“Não!” ela protestou, exasperação clara em sua voz. “Pelo amor de Deus, não consigo respirar usando golas altas o tempo todo!” Ela cruzou os braços, aprofundando o bico. “Quantos dias já fazem desde que tenho que usar o mesmo estilo? Golas altas nesse clima não são nada confortáveis, sabe.”

Alexandre se recostou, rindo de sua frustração. “Bem, eu acho que você fica incrível nelas.”

“Talvez,” ela resmungou, “mas não é inverno, e não estou tentando começar uma nova tendência de moda de esconder meu pescoço!”

Ele sorriu maliciosamente, claramente aproveitando o estado constrangido dela. “Tudo bem, tudo bem, sem mais chupões—por enquanto.”

Chuva revirou os olhos, mas um sorriso brincalhão se formou em seus lábios. Uma ideia surgiu em sua mente enquanto ela olhava para Alexandre. “Que tal eu fazer o mesmo com você,” ela desafiou, seu tom provocante. “Aí você vai ver como realmente é embaraçoso!”

Para surpresa dela, Alexandre não hesitou. Ele afrouxou a gravata, desabotoou sua camisa e inclinou a cabeça para o lado, expondo seu pescoço. Com um brilho malicioso nos olhos, ele murmurou, “Fique à vontade.”

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