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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 164

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  3. Capítulo 164 - 164 Todas as suas dúvidas se dissiparam 164 Todas as suas
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164: Todas as suas dúvidas se dissiparam 164: Todas as suas dúvidas se dissiparam Alexandre e Chuva sentaram-se silenciosamente no banco de trás de seu carro, com Rico ao volante. Tyron havia levado Tia Melanie em outro veículo, dando a eles algum espaço. O ar dentro do carro estava carregado de silêncio, quebrado apenas pelo som suave da respiração deles. Alexandre segurou a mão de Chuva firmemente, seus dedos entrelaçados, como se soltar fosse cortar algo mais profundo entre eles.

Após um longo e tenso momento, Chuva finalmente falou. “Hmm, acho que você pode soltar minha mão agora.”

“Eu não quero,” Alexandre respondeu, apertando mais a mão dela. Seu aperto parecia protetor, quase possessivo, como se ele tivesse medo de soltá-la.

Chuva ergueu uma sobrancelha, pronta para provocá-lo, mas Alexandre a antecipou. “Sobre esses artigos… eles são falsos. Eu não abracei Carla. Fui pego de surpresa. Um segundo estava lá, e no próximo, ela estava me abraçando,” ele explicou, com uma voz firme, mas quase suplicante.

Chuva conteve um sorriso, determinada a manter sua compostura. Com um tom sério, ela comentou, “Foi mesmo tão difícil desviar? Pensei que você pudesse facilmente evitar um golpe.”

Alexandre ficou tenso com as palavras dela, claramente levando o comentário a sério. “Me desculpe,” ele disse, com a voz agora mais suave. “Não vi chegando, mas serei mais cuidadoso da próxima vez. Na verdade, minha mente estava uma bagunça naquele dia. Eu estava com pressa de voltar para você, e… Acho que sempre fico com a guarda abaixada quando penso em você.”

As palavras dele eram suaves, desarmando a irritação que vinha fervendo dentro dela. Chuva sentiu seu coração amolecer, mesmo que momentos antes, o pensamento de ver Alexandre nos braços de outra pessoa a tivesse frustrado profundamente. Ele sabia exatamente como aliviar o clima, e apesar dos seus melhores esforços para manter a seriedade, ela se encontrou menos irritada e mais tranquilizada.

“Então, como você se sentiu vendo-a novamente depois de todo esse tempo?” Chuva perguntou, sabendo que estava navegando por águas perigosas, mas sua curiosidade prevaleceu.

A resposta de Alexandre foi calma, quase excessivamente calma. “É bom vê-la bem e saudável,” ele respondeu simplesmente, seu tom não revelando nada mais. Chuva virou-se ligeiramente para encará-lo, franzindo a testa na luz tênue do carro, tentando captar um vislumbre de sua expressão. Estava escuro demais para ler claramente seu rosto, e isso só aumentava a inquietação dentro dela.

“Você sentiu saudades dela?” A pergunta escapou antes que ela pudesse se conter.

“Não,” Alexandre disse, sua voz estável, como se a ideia nem tivesse passado pela sua cabeça.

“Por quê?” Chuva insistiu, um pouco surpresa com a rapidez com que estava indo mais a fundo, incapaz de resistir.

Alexandre hesitou por um momento antes de responder, “Porque eu não sinto,” Sua resposta foi firme, mas não deixou margem para dúvidas. Seu aperto em sua mão apertou um pouco, quase como se a tranquilizasse de sua resposta sem precisar explicar mais.

Chuva sentiu uma estranha mistura de alívio e confusão. Ela esperava alguma complexidade, alguma nostalgia em sua voz, mas em vez disso, sua resposta foi tão simples, tão absoluta.

Ela se moveu em seu assento, ainda segurando a mão de Alexandre enquanto uma mistura de alívio, mas dúvidas remanescentes girava em seu peito. Ela não conseguia se livrar da sensação de que havia mais nisso. Talvez estivesse pensando demais, mas algo nela não conseguia deixar o momento passar sem insistir um pouco mais.

“É só isso? Sem sentimentos, sem memórias?” ela perguntou suavemente, sua voz quase num sussurro, como se estivesse com medo de ouvir a resposta. ‘E ainda aqui estava eu perguntando,’ ela refletiu.

Alexandre suspirou, virando a cabeça levemente em sua direção. “Chuva,” ele começou, sua voz um pouco mais suave agora, “O passado é o que é—apenas passado. Eu não me agarro a coisas ou a pessoas que não importam mais.”

Suas palavras pairaram entre eles como uma ponte, conectando duas partes de uma conversa que parecia ao mesmo tempo pesada e leve. A mente de Chuva corria enquanto ela tentava digerir o que ele estava dizendo, ainda insegura se era o que ela queria ouvir.

“Eu não quero ser a segunda para ninguém,” ela murmurou, quase para si mesma, mas Alexandre ouviu claramente.

Ele levantou suas mãos entrelaçadas, trazendo os dedos dela aos seus lábios. Chuva sentiu o calor do seu beijo no dorso de sua mão. Sua voz estava firme, cheia de certeza ao dizer, “Você não é a segunda para ninguém. Você é minha esposa, Chuva. Isso é tudo o que importa para mim agora.”

O fôlego de Chuva prendeu em sua garganta com suas palavras. Por um momento, todas as suas dúvidas pareceram se dissipar, substituídas pelo calor de sua voz, seu toque e o peso inegável do que ele estava tentando dizer a ela.

Ela acenou com a cabeça, insegura se podia confiar em sua voz para responder sem revelar a extensão completa de suas emoções. Mas o silêncio entre eles não parecia mais tenso; parecia tranquilizador, estável. Talvez isso fosse suficiente por agora.

Chuva se permitiu recostar no assento, sentindo a mão de Alexandre ainda firmemente envolvendo a sua.

“Você está com ciúmes?” O sussurro de Alexandre era baixo, mas o peso de suas palavras pairava no ar. Chuva não pôde evitar o sorriso que surgia nos cantos de sua boca quando ela respondeu, “Estou…” Sua voz era suave, mas honesta, a admissão escapando antes que ela pudesse se conter.

Ela mal teve tempo de processar a vulnerabilidade de sua confissão quando sentiu Alexandre se mover ao seu lado. De repente, seu rosto estava a centímetros do dela, o calor de sua respiração roçando contra sua pele. Seu coração acelerou.

“Você não deveria estar,” ele murmurou, sua voz agora mais profunda, ressoando com uma intensidade silenciosa. Seus lábios pairavam tão perto dos dela que ela quase podia sentir as palavras enquanto elas escapavam.

Chuva abriu a boca para responder, mas antes que pudesse, seus lábios se encontraram nos dela em um beijo gentil, mas firme. O mundo ao redor deles parecia desaparecer. Não havia ruído, não havia tensão—apenas a suavidade de seus lábios e a conexão inegável entre eles. Sua mão se apertou em torno da dela, ancorando-a no momento, enquanto o beijo se aprofundava levemente.

Pela primeira vez em muito tempo, Chuva se permitiu parar de pensar demais. Ela se entregou ao beijo, permitindo-se confiar no momento, e naquele breve segundo roubado, todas as suas dúvidas desapareceram.

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