Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 162
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- Capítulo 162 - 162 Vamos para Casa 162 Vamos para Casa Um silêncio tenso
162: Vamos para Casa 162: Vamos para Casa Um silêncio tenso pairou no ar apesar da declaração confiante de Alexandre. A dúvida ondulou pela multidão, e murmúrios céticos se espalharam como fogo selvagem.
“Isso não pode ser Alexander Lancaster. Olhe para ele!” uma mulher sussurrou severamente.
“Nós realmente devemos acreditar que ele é filho de Liam Rock Lancaster?” outro murmurou, examinando Alexandre de cima a baixo.
“Mas olhe para as roupas dele… Apesar da sujeira, não é aquela polo e aquelas calças de uma marca de luxo? E aqueles sapatos…”
“Você não sabe que há muitas falsificações agora?”
Chuva lutou para conter outra risada diante da ridicularidade dos comentários, achando graça no absurdo da situação.
Dina mais uma vez aproveitou a oportunidade, seu sorriso sarcástico retornando rapidamente. “Não sejam ridículos. O juiz Darwin nem consegue enxergar direito sem seus óculos, e Sebastião também não está confirmando nada,” ela cuspiu, se agarrando à sua negação. “Esse homem não pode ser Alexander Lancaster.”
Chuva, imperturbável pela tentativa desesperada de Dina de virar a multidão contra eles, soltou um suspiro. Seus olhos brilharam com uma determinação calma enquanto ela gentilmente agarrava o braço de Alexandre.
Antes, Chuva não tinha intenção de gastar energia com essas pessoas. Tudo o que ela queria era sair quietamente com Alexandre e sua Tia Melanie. Mas algo mudou — ela de repente se viu de humor travesso. Seu ânimo foi elevado no momento em que Alexandre se impôs e declarou não apenas seu verdadeiro nome, mas orgulhosamente anunciou para todos que ela era sua esposa.
“E Chuva Clayton é minha esposa.”
Essas palavras ecoaram em sua mente, se repetindo na voz de Alexandre, como uma melodia que fez seu coração palpitar. Era como se a declaração dele tivesse acendido uma centelha dentro dela, e agora ela estava totalmente pronta para se envolver, não se segurando mais.
Erguendo as sobrancelhas, ela questionou, “Vocês ainda têm dúvidas?”
Naquele momento, um dos garçons se aproximou discretamente e entregou a Chuva um pacote de lenços umedecidos. “Vamos esclarecer as coisas então,” Chuva disse suavemente com um sorriso.
Ela se aproximou de Alexandre e começou a limpar seu rosto, a sujeira e graxa manchando o pano a cada passada. A multidão assistia, sua expectativa crescendo à medida que as camadas de sujeira desapareciam, revelando as características inconfundíveis do herdeiro Lancaster.
Suspiros ecoaram pelo jardim à medida que os traços distintos e afiados de Alexandre foram expostos. Seus olhos penetrantes e o maxilar ciselado não deixavam espaço para dúvida. Chuva limpou o último traço de graxa de seu rosto e recuou, segurando sua mão com um sorriso gentil.
O juiz Darwin, que estivera míope o tempo todo, de repente se endireitou, sua expressão mudando de confusão para reconhecimento. “Alexandre! Oh, é realmente você!” ele exclamou, sua voz preenchida de espanto.
Alexandre permaneceu estoico como sempre.
Mas Dina, ainda se agarrando à sua ilusão, balançou deliberadamente a cabeça. “Não! O juiz Darwin deve estar enganado. Isso tudo é algum truque!”
Sebastião cruzou os braços, um sorriso brincando em seus lábios enquanto observava o drama se desenrolar. “Isso é interessante,” ele disse, seu tom pingando de diversão. Chuva lançou-lhe um olhar irritado, frustrada por seu aparente prazer na situação. Ele simplesmente deu de ombros, claramente deleitando-se com o espetáculo diante dele, indiferente ao caos ao seu redor.
“Chefe!” Tyron chamou, avançando justo quando Dina estava prestes a falar novamente. A chegada do assistente executivo de Alexandre desviou a atenção da multidão. Sussurros irromperam entre os convidados.
“Ele não é o assistente executivo do CEO do Grupo Lancaster, Sr. Tyron Han?” alguém comentou, reconhecimento amanhecendo em muitas faces.
Tyron era uma figura familiar em cada evento onde Alexander Lancaster era convidado, sempre representando-o na sua ausência. A visão dele só intensificou a tensão no ar, fazendo o rosto de Dina empalidecer enquanto ela o reconhecia, a cor drenando de suas bochechas.
“Chefe, eu trouxe um terno novo para você. Vamos trocá-lo,” Tyron sugeriu, seu tom profissional ainda que urgente.
Alexandre olhou para o seu relógio de pulso, irritação passando por suas feições. “Não acho que isso seja necessário agora. Já me diverti o bastante por essa noite. É hora de eu partir — com minha esposa e Tia Melanie.”
Voltando seu foco para Paulo, a voz de Alexandre abaixou, afiada com ameaça. “Eu não vim aqui de mãos vazias, especialmente não depois da sua pequena artimanha no aniversário do seu escritório. Você tentou drogar minha esposa e raptá-la. Você realmente achou que eu deixaria isso passar?”
Os murmurinhos entre os repórteres intensificaram-se, câmeras clicando à medida que capturavam cada momento. “O quê? Paulo Smith drogou sua esposa?” um jornalista gritou, ávido por respostas.
“Sr. Lancaster, o que você quer dizer com isso?” outro repórter pressionou.
Antes de Paulo poder se recompor para retaliar, um grupo de policiais abriu caminho através da multidão, sua presença autoritária comandando atenção imediata.
“Sr. Paulo Smith, você está preso por administrar uma substância controlada sem consentimento, assédio sexual, tentativa de sequestro e conspiração para subornar o advogado de defesa durante um julgamento em andamento,” um oficial declarou, avançando com confiança inabalável. “Adicionalmente, você está sendo acusado de obstrução da justiça e manipulação de evidências sob a supervisão do seu escritório.”
Suspiros ondularam pela multidão, a gravidade das palavras do oficial se instalando. O ambiente mudou dramaticamente, enquanto sussurros de incredulidade preenchiam o ar. O rosto de Paulo se contorceu de raiva, o ceticismo piscando em seus olhos. “Vocês não podem estar falando sério! Isso é absurdo! Eu não fiz nada de errado!” ele protestou, sua voz subindo enquanto ele lutava contra a pegada dos oficiais.
Ele olhou para Alexandre, rosnando, “Você vai se arrepender disso! Você acha que pode simplesmente—”
Mas Alexandre o interrompeu, sua voz cortante e mortal. “Eu posso!”
Os oficiais apertaram sua pegada, deixando Paulo sem escolha a não ser olhar para Alexandre enquanto o conduziam para longe. Murmurinhos de choque e intriga ondularam pelo jardim.
Alexandre ignorou todos enquanto segurava firmemente a mão de Chuva e virou-se para ela. “Vamos para casa.”
Então ele olhou para seu pai, acrescentando, “Nós levaremos a Tia Melanie conosco por agora. Você concorda em deixá-la tirar férias conosco por um tempo? Se não, nós a deixaremos na Mansão Clayton, já que presumo que você e sua família estarão ocupados a partir de agora…”
Chuva prendeu a respiração, olhando para seu pai, esperando que ele concordasse apesar de sua expressão atônita. “Pai, deixe a Tia Melanie vir comigo por agora,” ela murmurou.