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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 160

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160: Sem sorte 160: Sem sorte Alexandre praguejou baixinho, a ansiedade aumentando ao perceber o quão tarde era. Ele temia não chegar a tempo na festa para estar ao lado de Chuva antes que terminasse. Pior, ele precisava explicar aquelas fotos — imagens de Carla abraçando-o, com um link para um artigo que Chuva havia enviado. Desde então, o telefone dela estava inacessível, e isso o roía por dentro.

“Relaxa, Chefe. Estamos pousando logo,” Tyron tentou acalmá-lo, mas Alexandre estava longe de relaxado.

“Droga… só garanta que nenhuma dessas fotos vaze! E eu não quero ver mais nenhum daqueles artigos absurdos e sem sentido na mídia!” ele exclamou irritado.

Tyron coçou a cabeça, lançando um olhar para Alexandre. “Não tem nenhuma foto online, Chefe. Tenho certeza que foram enviadas diretamente só para a Sra. Lancaster. O artigo já foi removido, e estamos monitorando caso algo apareça.”

“Estaremos lá em quinze minutos, Chefe, então não se preocupe!” Tyron tranquilizou Alexandre. Mas Alexandre não podia se acalmar. Sua mente estava acelerada — ele precisava chegar até Chuva e explicar aquelas fotos antes que as coisas piorassem.

Justo quando eles se aproximavam de um cruzamento, uma criança de repente correu para a estrada. Tyron desviou para evitar a criança, e o carro girou fora de controle. Eles bateram em uma parede de tijolos com um solavanco. O impacto não foi severo, mas foi o suficiente para parar o carro imediatamente.

“Droga!” Alexandre praguejou baixinho, sentindo o peso de tudo se acumulando. Primeiro as fotos, depois perdendo a maior parte do tempo para estar com Chuva na festa para protegê-la pessoalmente, e agora isso. O carro não ia a lugar nenhum.

Tyron checou seu telefone e disse, “Chefe, o reforço chegará aqui em dez minutos, mas não tem táxi por perto.”

“Não temos dez minutos,” Alexandre rosnou, tirando seu casaco e retirando sua gravata em frustração. Ele saiu do carro, levantou o capô e rapidamente encontrou o problema, mas não era algo que ele pudesse consertar ali mesmo.

“Vamos,” ele disse a Tyron, sua voz tensa. “Corremos se for preciso.”

Sem esperar, Alexandre começou a caminhar rapidamente, determinação marcada em seu rosto. Nada iria impedi-lo de chegar até Chuva — nem o carro, nem o acidente, nem mesmo o tempo.

“Chefe, como podemos ser tão azarados? Nem um carro nessa hora para pegarmos carona e por que a propriedade dos Smith tem que ficar no alto de uma colina!!!” Tyron reclamou. Ambos estavam suados, mas estavam quase no portão.

“Cala a boca, Tyron, e se mexa. Você não era o melhor da sua turma na tropa? Não me diga que está enferrujando,” Alexandre provocou, aumentando o passo enquanto praticamente corria em direção ao portão.

“Chefe, espera! Estou fora de ação há anos. Ambos atrás de mesas!” Tyron resmungou, lutando para acompanhar o ritmo.

No portão, os guardas hesitaram, olhando para Alexandre e Tyron com ceticismo.

“Vocês tem certeza que são convidados?” um dos guardas perguntou.

Tyron lançou um olhar para Alexandre, depois seus olhos se arregalaram de surpresa. “Chefe! O que aconteceu com seu rosto? Está cheio de graxa!”

Alexandre praguejou interiormente, olhando para suas mãos. Ele não tinha notado depois de verificar o carro. Ele limpou o rosto com o dorso da mão, mas não ajudou muito.

“Você basicamente parece um mendigo na rua agora!” Tyron exclamou, tentando conter uma risada.

“Tudo bem. Os outros vão chegar logo, e eu me trocarei então,” Alexandre respondeu, referindo-se à equipe de apoio a caminho da propriedade dos Smith.

Tyron rapidamente explicou a situação para os guardas e fez uma ligação. Após confirmação, os guardas finalmente os deixaram entrar.

Assim que Alexandre chegou ao local, ele vasculhou a multidão por Chuva. O jardim estava fervilhando de convidados, mas tudo o que ele queria era encontrá-la. Quando ele finalmente a viu em pé, graciosa na extremidade oposta. Ele sorriu, aliviado… e virou apenas para ver um garçom indo direto para ela, carregando uma bandeja cheia de taças de vinho.

Um rápido olhar entre o garçom e Dina deixou Alexandre inquieto; ele pressentiu que problemas estavam se formando. Sem pensar, ele correu pela multidão, determinado a alcançar Chuva antes que qualquer coisa acontecesse.

Justo quando o garçom se aproximou demais, Alexandre avançou. Ele envolveu seu braço em volta da cintura de Chuva e a puxou para longe bem na hora, enquanto a bandeja de copos despencava no chão, estilhaçando com um barulho alto.

Enquanto os convidados suspiravam, todos os olhares se voltaram para Chuva e Alexandre. O rosto de Dina se contorceu de raiva, amaldiçoando silenciosamente o garçom que ela havia subornado para derramar vinho em Chuva. Seu plano havia falhado miseravelmente — seu marido havia chegado justo a tempo de tirar Chuva do perigo.

“Me desculpe… Eu sinto muito,” o garçom estressado gaguejou antes de se apressar para sair, provavelmente sob as ordens de Dina.

Dina, que não perdia uma oportunidade, zombou enquanto se dirigia a todos, sua voz pingando de sarcasmo. “Ah, parece que o marido da Chuva finalmente decidiu aparecer. Embora um tanto tarde. O que o terá retido? Talvez consertando carros?” ela caçoou, os olhos brilhando com prazer malicioso. “Chuva não lhe informou que este evento é estritamente formal?” Ela olhou para a aparência de Alexandre, sua camisa polo branca, as mãos e o rosto manchados de graxa.

Apesar de sua aparência desgrenhada, Chuva ficou ao lado dele confiante, o queixo erguido. A visão de Chuva, orgulhosa como sempre, com seu belo, embora desarrumado, marido ao lado só alimentou o rancor de Dina.

“Veja, todos? Este é o marido da Chuva,” Dina anunciou em voz alta, gesticulando em direção a Alexandre. “Um ninguém, como eu disse desde sempre. Juiz Darwin, eu acredito que o Senior Lancaster deve ser informado deste desastre. Seu filho merece mais do que ser enganado por minha irmã ilegítima.”

A voz de Dina era suave, mas suas palavras cortavam como uma navalha. “Tenho certeza que nem os Lancasters sabem desse casamento precipitado — quanto tempo faz? Três semanas? Logo depois que ela rejeitou a proposta de casamento de Michael Astor?”

Ela sorriu enquanto sussurros se espalhavam pela multidão, se alastrando como fogo selvagem.

“A filha de Tim Clayton é tão sem vergonha quanto sua mãe,” uma pessoa na multidão comentou, sua voz repleta de desprezo.

“Não é à toa que ela enganou um Lancaster — beleza e um corpo como o dela? Qualquer homem seria seduzido por isso,” outra pessoa zombou, incapaz de esconder seu desprezo.

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