Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 156
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156: Confessar 156: Confessar No Instituto de Biotecnologia Elysium, Chuva finalmente conseguiu terminar tudo até as duas da tarde e foi direto para o aeroporto com Clifford, que precisaria ficar por mais alguns dias.
“Você não precisa ficar aqui comigo; você deveria voltar já,” Chuva murmurou enquanto Clifford a acompanhava para dentro do aeroporto.
“Bem, eu só vou me certificar de que você está no avião antes de ir embora,” Clifford respondeu com um sorriso, guiando-a para a área de espera. “Fique aqui, vou pegar um chá de bolhas para nós.”
Chuva observou enquanto Clifford saía para comprar as bebidas. Ela sorriu para si mesma, sentindo-se aquecida por dentro, graças à mensagem de texto anterior de Alexandre. Ele a tinha lembrado de comer antes da festa de noivado e de levar alguns chocolates, que ela embalaria caso ficasse com fome mais tarde.
A festa estava sendo realizada na propriedade da família de Paulo, e depois do que tinha acontecido durante a festa de aniversário da empresa — onde Paulo a havia drogado — Chuva estava determinada a não baixar a guarda. Ela confiava nos conselhos de Alexandre e planejava levar sua própria água engarrafada, evitando qualquer coisa oferecida no evento.
Clifford voltou logo, entregando-lhe um chá de bolhas antes de se sentar ao lado dela.
Chuva deu um gole e sorriu agradecidamente. “Você realmente vai ficar por aqui, né?” ela brincou, olhando para ele.
“Claro,” Clifford respondeu com uma risada. “Quero ter certeza de que você embarque segura no avião.”
“Obrigada,” Chuva disse, saboreando o gosto refrescante do chá.
“Ele vai à festa de noivado?” Clifford perguntou, referindo-se a Alexandre.
“Ele disse que vai chegar tarde, mas que virá,” ela respondeu com um sorriso.
“Hmm, posso te fazer uma pergunta?” Clifford murmurou, seu tom se tornando sério.
“Claro, pode perguntar,” ela respondeu.
“Como você nunca pensou em mim como um marido? Quero dizer… se precisasse de um, você me consideraria, Chuva?” Clifford perguntou, sua voz suave mas cheia de emoção.
Seus olhos se fixaram nos dela, intensos e inquisitivos. Chuva respirou fundo. Ela não era desatenta — ela sabia há anos que os sentimentos de Clifford por ela eram mais profundos do que amizade.
Na verdade, ela havia esperado por esse momento, para que ele reunisse coragem para confessar. Teria sido estranho se ela tivesse trazido isso à tona primeiro, especialmente quando ele não tinha expressado seus sentimentos. Agora que ele tinha, ela não podia deixar de se sentir orgulhosa por ele finalmente ter desabafado.
“Eu te amo, e estou disposto a fazer qualquer coisa por você,” Clifford continuou, sua confissão sincera e crua.
Chuva respirou fundo novamente, escolhendo suas palavras com cuidado.
Ela encontrou seu olhar, sua expressão suave, mas firme. “Clifford, você é incrivelmente especial para mim. Eu valorizo muito nosso laço. Para mim, você é como um irmão mais velho — alguém que quero valorizar e em quem quero confiar, assim como você sempre esteve lá para mim. Você sempre me apoiou, e eu sempre te apoiei. Isso é algo que quero preservar para sempre.”
Ela viu o rosto de Clifford mudar, suas feições suavizando, mas havia um vestígio de decepção em seus olhos. “Eu entendo,” ele disse calmamente, dando um pequeno aceno. “Eu só tinha que perguntar. Você significa muito para mim, Chuva.”
“E você significa muito para mim também,” Chuva o tranquilizou, estendendo a mão para apertar a dele gentilmente. “É por isso que quero ser honesta com você. Não quero que nada fique obscuro entre nós.”
Clifford conseguiu um pequeno sorriso, embora seu coração estivesse claramente pesado. “Sim, eu entendo. Eu sempre estarei aqui para você, não importa o quê.”
Chuva sorriu calorosamente para ele. “Eu sei que você estará, e estou orgulhosa de você por me dizer como se sente. Só queria que você tivesse feito isso um pouco mais cedo… Teria te dado mais tempo para seguir em frente.”
Clifford soltou uma risada suave, mas ainda havia curiosidade em seus olhos. “Se Alexandre não tivesse aparecido… realmente não há chance?”
Chuva inclinou a cabeça pensativamente, dando-lhe um sorriso gentil. “Clifford, você é família para mim. Um irmão, de verdade.”
“Acho que isso é um não…” Clifford murmurou, seus ombros caindo ligeiramente.
Chuva lhe deu um sorriso gentil. “Você é um bom homem, Clifford, e tenho certeza de que há alguém lá fora que é perfeito para você,” ela disse, esperando levantar seu ânimo.
Um momento de silêncio se seguiu, pesado, mas não desconfortável. O momento havia chegado para Chuva fazer o check-in para seu voo. Ela se levantou, alisando seu casaco. “Nos vemos em breve, tá? Me mantenha atualizado sobre tudo,” ela disse com um aceno.
Clifford conseguiu um sorriso e acenou em retorno. “Se cuida,” ele respondeu enquanto ela começava a caminhar em direção ao portão de embarque.
Uma vez dentro do avião, Chuva se acomodou em seu assento, se preparando confortavelmente. Ela estava prestes a trocar seu telefone para o modo avião quando ele apitou com uma nova notificação. Seu rosto se franziu ao ver que era uma mensagem privada em sua conta de mídia social — uma plataforma que ela raramente usava ou atualizava.
Curiosa, Chuva hesitou por um momento antes de abrir a mensagem. Era de um remetente desconhecido, na sua caixa de solicitações de mensagem. Ela podia sentir seu coração acelerar enquanto seu dedo pairava sobre a notificação.
Quando ela finalmente abriu, seu coração afundou. As fotos exibiam Alexandre, mas ele não estava sozinho. Uma mulher, sorrindo amplamente, o abraçava na foto. O peito de Chuva se apertou conforme ela reconhecia a mulher imediatamente — Carla Cartier.
Sua mente girava enquanto ela encarava as imagens, tentando processar o que estava vendo. Era claro que essas fotos haviam sido enviadas a ela deliberadamente, com a intenção de causar tumulto. Mas por quem? Isso não importava tanto quanto o motivo por trás delas, que era muito previsível. O objetivo era semear a dúvida, fazer com que ela questionasse a lealdade de Alexandre, abalar sua resolução.
Chuva respirou fundo, tentando manter a calma. Este não era o momento de tirar conclusões precipitadas, mas ela sabia que não podia ignorar isso também.
Assim que Chuva tentava processar as fotos, outra mensagem apareceu — um link para um artigo de notícias na internet. Seu pulso acelerou enquanto ela clicava nele.
A manchete a atingiu como um soco no estômago: Carla Cartier Reúne-se com Seu Ex-namorado Após Cinco Anos—Um Proeminente e Poderoso Magnata dos Negócios, O Magnata Mais Jovem do Mundo!
Os olhos de Chuva percorreram o artigo, e lá, o texto entusiasmava-se sobre como Carla Cartier, a famosa atriz, supostamente havia reacendido seu romance com seu ex, agora o magnata mais jovem e bem-sucedido do mundo. Havia até mesmo menções de eles terem sido vistos juntos no hotel, alimentando rumores de um reencontro romântico.
O bom humor de Chuva desapareceu num instante. A irritação a invadia enquanto ela rapidamente encaminhava as fotos e o artigo de notícias para Alexandre sem pensar duas vezes. Ela não se preocupou em adicionar uma mensagem; as imagens e as manchetes diziam tudo.
Com uma respiração profunda, ela desligou o telefone…