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Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 154

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  3. Capítulo 154 - 154 Eu Sinto Sua Falta 154 Eu Sinto Sua Falta O dia da Chuva
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154: Eu Sinto Sua Falta 154: Eu Sinto Sua Falta O dia da Chuva estava praticamente lotado de documentos e cheques que exigiam sua assinatura. Além disso, ela e Clifford tinham que organizar diversas reuniões fora do escritório para avançar com os testes em humanos. Eles precisavam visitar pessoalmente casos na ilha semelhantes ao do pai dela, buscando indivíduos que estivessem dispostos a participar dos testes.

Eles fizeram chamadas para vários locais e montaram uma agenda apertada para suas reuniões. Quando ela e Clifford fizeram o check-in em seu hotel na cidade, ela estava completamente esgotada. Felizmente, era outono, e o sol não estava mais ardente, tornando o trabalho de campo um pouco mais tolerável com a brisa fresca do lado de fora.

Chuva desabou na cama assim que entrou no quarto, soltando um longo suspiro. Olhando para o teto, ela murmurou, “Ainda bem que ele não veio”, referindo-se a Alexandre. Por mais que ela quisesse ele por perto, ela sabia que se sentiria culpada por estar ocupada demais para passar tempo com ele.

Pegando o telefone do bolso, ela verificou as horas — já eram cinco da tarde. O dia havia passado voando. “Como será que ele está agora?” ela sussurrou, debatendo se deveria ligar ou mandar uma mensagem para ele.

Chuva tinha planos para jantar com Ivan e Clifford mais tarde naquela noite no hotel, mas a ideia de tirar um cochilo rápido antes disso parecia irresistível. Após o longo dia exaustivo, ela imaginou que um breve descanso a deixaria revigorada e pronta para a noite que a aguardava.

Ela não sabia há quanto tempo estava dormindo, mas acordou sentindo beijos suaves em seu pescoço. Ela despertou lentamente, seu corpo ainda pesado com os vestígios remanescentes do sono.

Então ela percebeu uma presença pairando sobre ela. Ela piscou, assustada ao encontrar Alexandre olhando para ela, seus olhos intensos e preenchidos com algo que ela nunca havia visto antes.

“Alexandre?” ela sussurrou, ainda meio sonhando, confusa sobre como ele havia chegado ali. Antes que pudesse dizer mais, os lábios dele estavam nos dela — macios, insistentes e cheios de uma paixão que a surpreendeu.

O corpo de Chuva respondeu instintivamente, derretendo-se no beijo enquanto ele o aprofundava, suas mãos percorrendo sua pele com uma fome que a fez perder o fôlego.

Os dedos dele acariciaram seu colar, descendo para desabotoar sua camisa, cada movimento lento e deliberado. O coração de Chuva acelerou, sua surpresa se transformando em desejo enquanto os beijos dele iam para seu pescoço, e então mais baixo, traçando o caminho que suas mãos faziam. Cada toque enviava ondas de calor pelo seu corpo, os lábios dele explorando cada centímetro de sua pele.

Sua respiração ficou ofegante, seus sentidos sobrecarregados pela intensidade do toque dele enquanto ele continuava, desvestindo-a com uma ternura que contrastava com a paixão em seus movimentos. Ele a beijou profundamente, depois suavemente, repetidamente, cobrindo cada parte de seu corpo com atenção que a fazia se sentir querida, desejada e completamente dele.

Era assustadoramente semelhante àquela noite em que ela estava sob o efeito da Erototoxina — intenso, avassalador, deixando-a sem fôlego sob o toque de Alexandre. Os lábios dele reivindicaram os dela em um beijo aquecido que a deixou ofegante por ar quando ele finalmente se afastou, apenas para seguir com sua boca ao longo de sua mandíbula e descendo pelo seu pescoço, fazendo-a gemer suavemente.

Chuva mordeu o lábio enquanto uma onda familiar de desejo percorria por ela. A língua de Alexandre passava pela ponta sensível de um de seus mamilos, enquanto sua mão amassava gentilmente o outro seio, seu toque cuidadoso, contudo eletrizante, não deixando nenhuma parte dela intocada. Cada sensação a deixava ansiando por mais…
*Ding* *Ding* *Ding*
Os olhos da Chuva se abriram. “Alexandre?” ela chamou, ofegante. Seu coração acelerado enquanto ela se sentava na cama, sua pele úmida de suor.

*Ding* *Ding*
Seus olhos arregalaram quando a realização a atingiu. Era tudo um sonho — um sonho vívido e intoxicante que a deixou atordoada e envergonhada. ‘Será que foi… um sonho molhado?’ ela pensou, suas bochechas corando de vermelho.

*Ring*
Ela olhou para o relógio — seis da noite. “Oh não!” ela murmurou, levantando-se rapidamente da cama. O toque insistente do telefone e da campainha ecoava no quarto. Ela correu até a porta, espiando pelo olho mágico para ver Clifford parado ali, uma ruga preocupada em sua testa.

Chuva rapidamente abriu a porta.

“Pelo amor de Deus, Chuva! Por que você não estava atendendo seu telefone ou abrindo a porta? Eu estava preocupado que algo tivesse acontecido!” Clifford exclamou, exasperado.

“Desculpe, eu devo ter cochilado,” Chuva murmurou, ainda um pouco abalada pelo sonho e pelo repentino despertar.

“Você está bem?” Clifford perguntou, sua voz carregada de preocupação enquanto ele tocava sua testa. “Você está suando…
Chuva forçou um sorriso, afastando sua preocupação. “Sim, estou bem. Só tive um pesadelo. Felizmente, você me acordou. Pode ir na frente, que eu já desço.

Clifford olhou para ela com ceticismo, mas assentiu. “Está bem, Ivan e eu vamos esperar por você no restaurante.”

Chuva deu um aceno rápido, oferecendo um sorriso tranquilizador antes de fechar a porta atrás dele. Assim que ficou sozinha, ela soltou um suspiro profundo e se apressou para se arrumar, tentando sacudir o sentimento residual do sonho.

“Não posso acreditar… estava realmente irritada que o sonho acabou,” Chuva murmurou com uma mistura de decepção e constrangimento enquanto se dirigia ao banheiro para um banho rápido. Não era um pesadelo — longe disso. Era o tipo de sonho que a deixava desconcertada, embora ela nunca admitisse isso a ninguém.

Ela se arrumou rapidamente, se vestiu e checou seu telefone, notando várias chamadas perdidas de Alexandre. Sem perder tempo, ela ligou para ele de volta.

“Alô,” ela disse assim que a ligação foi atendida.

“Finalmente,” Alexandre resmungou. “Eu estava prestes a ligar para o hotel para que alguém fosse verificar você. Está tudo bem?”

Chuva sorriu suavemente com sua preocupação. “Sim, está tudo bem. Só cochilei. Como está o trabalho?” ela perguntou.

“Ainda estou preso aqui,” Alexandre murmurou com um suspiro.

Chuva sorriu suavemente, “Não se preocupe muito comigo. Também estou ocupada. Resolva as coisas aí, e nos veremos quando ambos estivermos em casa. Voltarei amanhã, de qualquer forma. Lembre-se, preciso ver a Tia e ir à festa de noivado da Dina.”

“Certo,” Alexandre respondeu, sua voz se iluminando um pouco. “Vou tentar voltar cedo e ir com você à festa.”

Uma pausa constrangedora pairou entre eles, levando Chuva a romper o silêncio. “Vou descer agora para jantar com Clifford e Ivan.”

“Ivan? Quem é Ivan?” ele perguntou, sua voz subitamente subindo de tom.

Chuva riu, divertida com sua reação. “Bem, ele é um dos meus amigos próximos. Meu negócio aqui é uma parceria entre três com Clifford e Ivan. Vou explicar tudo pessoalmente quando eu voltar.”

“Entendi. Vá jantar agora. E também… Eu—” Alexandre interrompeu, deixando uma pausa inquietante que fez o coração de Chuva acelerar.

“Sim?” ela incentivou, sua curiosidade aguçada sobre o que ele queria dizer a seguir.

“Estou com saudades. Te vejo em breve,” ele respondeu, e assim a ligação foi encerrada.

Chuva piscou, incrédula. Ele acabou de dizer que estava com saudades dela! Seu coração acelerou, batendo alto em seu peito enquanto ela se sentia flutuando no sétimo céu com borboletas dançando em seu estômago.

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