Casamento Surpresa com um Bilionário - Capítulo 152
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152: Elysium Não Existiria 152: Elysium Não Existiria Chuva e Clifford seguiram direto para o Instituto de Biotecnologia Elysium assim que o avião deles pousou. Sua mente estava focada, ansiosa para ouvir as últimas novidades sobre a pesquisa inovadora de câncer. Mas hoje, sua antecipação não era apenas sobre o impacto do projeto no mundo — era pessoal. O progresso que faziam poderia potencialmente ajudar seu sogro, cuja doença pesava muito em seus pensamentos.
Caminhando lado a lado com Clifford, os funcionários os cumprimentavam com respeito. Eles estavam acostumados a vê-la por ali, embora sua presença fosse sutil. Alguns acreditavam que ela era a proprietária do instituto, enquanto outros ainda tinham dúvidas.
Muitos tinham perguntado ao Dr. Ivan sobre o papel dela, mas Clifford tinha dito a ela que Ivan sempre respondia com um encolher de ombros, nem confirmando nem negando seu papel como fundadora e presidente como ela queria.
“A pesquisa sobre tumores cerebrais é crítica. Poderia mudar tantas vidas,” suspirou Chuva enquanto eles caminhavam para o escritório de Ivan. “Eu só espero que tenhamos boas notícias para o caso do meu sogro.”
Clifford acenou com a cabeça em sinal de apoio. “Temos obtido alguns resultados preliminares promissores dos últimos testes. A equipe realmente tem ultrapassado os limites.”
Chuva agradecia o otimismo, mas se mantinha cautelosa. Ivan já a havia informado que o tumor que seu sogro tinha era complexo, e eles ainda estavam estudando. Havia esperança, mas nada era certo ainda.
Ao entrarem no laboratório, o zumbido dos cientistas ocupados preenchia o ar. Os pesquisadores estavam completamente imersos em seu trabalho, mal olhando para cima enquanto Chuva e Clifford passavam. Ambos foram saudados respeitosamente quando se dirigiram ao escritório de Ivan, o coração das pesquisas mais ambiciosas da Elysium.
“Chuva! Clifford! Estou feliz que vocês estejam aqui,” Ivan os cumprimentou calorosamente. “Nós fizemos um progresso significativo com o novo composto para tratar tumores cerebrais.”
Esperança brotou dentro de Chuva. “Quais são os resultados? Por favor, me diga que são bons.”
Ivan gesticulou para que o seguissem até um laboratório próximo, onde monitores exibiam gráficos coloridos e tabelas apresentando suas descobertas de pesquisa.
“Como vocês podem ver, o composto tem mostrado uma forte redução na atividade das células tumorais em nossos modelos animais,” ele explicou, orgulho brilhando em seus olhos. “Os resultados são melhores do que esperávamos, o que é muito animador.”
Chuva se inclinou mais perto, estudando os gráficos. “Isso é fantástico. Qual é o próximo passo? Estamos prontos para avançar?”
A expressão de Ivan tornou-se séria. “Aqui é onde as coisas ficam complicadas. Embora tenhamos tido sucesso nos ensaios pré-clínicos, como eu te disse antes por telefone, precisaremos conduzir testes em humanos para realmente entender quão eficaz e seguro é o composto.”
Chuva sentiu um nó no estômago com a ideia dos testes em humanos. As implicações éticas pesavam muito sobre ela, mas ela também sabia que precisavam avançar para oferecer esperança aos pacientes.
“Eu entendo que precisamos prosseguir,” disse Chuva, sua voz firme. “Mas temos que abordar isso com cuidado. Precisamos garantir que temos os protocolos certos e que os possíveis sujeitos compreendam completamente os riscos.”
Clifford interveio, “Também devemos pensar sobre os obstáculos regulatórios. Obter aprovação para testes em humanos pode levar tempo, mas os benefícios potenciais valem a pena.”
Ivan assentiu em concordância antes de deslizar pelo seu tablet para mostrar planos detalhados para os próximos testes. “Eu sugiro que nos encontremos com o conselho de ética para discutir o que é necessário e identificar potenciais candidatos para os testes. Precisamos ser transparentes e cuidadosos nesta próxima fase.”
Chuva respirou fundo, a ideia de envolver sujeitos humanos era assustadora, mas ela sabia que eles tinham uma chance de fazer uma diferença real. “Vamos fazer isso,” ela disse com firmeza. “Devemos isso àqueles que estão sofrendo. Precisamos lidar com isso de forma responsável e garantir que cada passo que damos esteja no melhor interesse dos participantes.”
Chuva sentiu o peso da decisão que ela estava prestes a tomar. O risco de passar para testes em humanos era assustador, mas a condição do seu sogro a impelia a considerá-lo mais seriamente. Se não fosse por sua doença, ela sabia que provavelmente teria hesitado.
As implicações éticas, os riscos desconhecidos — teriam feito com que ela parasse para pensar. Mas agora, os riscos pessoais eram altos demais. Ela estava disposta a ultrapassar os limites da ciência médica para trazer esperança, não só para o mundo, mas para alguém que ela se importava e para a família da qual ela se encontrou fazendo parte inesperadamente.
Eles logo se encaminharam de volta para o escritório de Ivan para terem uma conversa mais privada. “Então, sobre seu sogro…” ele começou, parando por um momento antes de seus olhos brilharem travessos. “Estou realmente chocado de ouvir que você se casou. E,” ele acrescentou com um bico, “Eu não fui convidado.”
Chuva riu enquanto se acomodava confortavelmente no sofá macio de seu escritório. “Não houve cerimônia, Ivan. É uma longa história complicada,” ela respondeu, balançando a mão de forma displicente. “Mas não se preocupe, eu vou te apresentá-lo. Talvez no nosso gala de aniversário do instituto,” ela acrescentou com um sorriso.
Ivan balançou a cabeça, um sorriso aparecendo nas pontas de seus lábios. “Você, casada com um Lancaster. A vida realmente dá voltas estranhas, não é?”
“Com certeza dá,” concordou Chuva. “Mas quem sabe, talvez ele também será parte desta jornada.” A voz de Chuva suavizou-se enquanto seus pensamentos se voltavam para Alexandre e seu sogro. A pesquisa que estavam discutindo poderia significar a diferença entre a vida e a morte para ele. A expressão de Ivan tornou-se séria novamente. “Para o caso do seu sogro… precisaremos agir em breve.”
Chuva assentiu, sua expressão séria. “Eu sei, Ivan. Diga-me tudo que você precisa para que possamos concluir isso o mais breve possível. Vou tornar isso minha maior prioridade.”
Os olhos de Ivan ardiam com determinação. “Não se preocupe, Chuva. Eu vou encontrar uma solução, criar um medicamento e desenvolver um tratamento que possa curar esse câncer. Estamos perto, eu posso sentir!”
Chuva sorriu, sua confiança nele inabalável. “Eu sei que você vai conseguir. Eu nunca duvidei de você, Ivan.”
A expressão de Ivan suavizou-se, um vislumbre de gratidão cruzando seu rosto. “Você acreditou em mim quando mais ninguém acreditava, Chuva. A Elysium não existiria sem você.”